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sábado, 29 de abril de 2017

A CRIMINALIZAÇÃO DE DEUS PARA O VERDADEIRO CRISTÃO, NADA DO QUE OCORRE HOJE CAUSA ESPANTO, ESTÁ TUDO PREVISTO NA PALAVRA, É SÓ LER A BÍBLIA E CAMINHAR EM INTIMIDADE COM DEUS PARA SABER O QUE ESTÁ POR VIR. POR GIL VICENTE GAMA

Não é de hoje que os seres humanos se voltam contra Deus, isto vem desde o jardim do Éden e irá até o Apocalipse, passando pelos dias atuais, porém, o que alimenta a fé humana é que as promessas de Deus sempre se cumprem, e através do nosso arrependimento, teremos a condição de restabeleceremos a aliança com o Criador. Entre Muçulmanos e Cristãos, dois dos maiores grupos religiosos que professam a crença em um Deus único, a disputa pela primazia do olhar de Deus já vem há muito tempo. Vejam que há mais de 920 anos, começava, por exemplo, o maior conflito religioso da história da humanidade e que ficou conhecido como as Cruzadas, ou a Guerra Santa, cujo o enfrentamento teve oito etapas que atravessaram desde 1095 d.c até 1270 d.c e envolveu cristãos e muçulmanos no domínio de Jerusalém.Na Surata 4:157-158, do Alcorão, livro sagrado dos Muçulmanos, Jesus – chamado de Isa al Masih e reconhecido como Profeta de Deus, assim como Maomé – teria participado de uma “encenação” durante a crucificação e colocado outro pra morrer em seu lugar, neste caso, Simão, que vinha da região de Cirene (atual Libia) e foi recrutado pelos romanos, quando de sua passagem por Jerusalem, para carregar a cruz por determinado percurso (Mc 15:21). Ao fazer esta afirmação no Alcorão, não podemos entrar no mérito da intenção de Maomé, mas, nos cabe perguntar: Porque Deus, o Todo Poderoso e Senhor da Glória, se sujeitaria a uma artimanha tão humana e porque não dizer, infantil, para preservar seu Profeta (no caso Jesus)…? Talvez tenha faltado a Maomé um melhor entendimento a respeito da sacralidade da crucificação, que tira o pecado do mundo e abre uma ponte entre Deus e a humanidade para a salvação. Um ato de Amor incondicional como nunca antes visto, onde somente um Deus que se importa conosco permitiria tamanha humilhação (Fp 2.6-8). Acontece que no mundo atual, em tempos de crescimento das redes sociais, a maioria das pessoas têm a Bíblia, o Alcorão e outros livros de cunho espiritual, como decoração da sala de visita, além disto, toda e qualquer informação, ganha ares de superficialidade, onde textos são compartilhados apenas pelo título e vídeos são compactados até no máximo 3 minutos, pois este é o tempo limite que as pessoas se dispõem a manter uma relativa atenção sobre algo. Neste cenário, a humanidade perece pela falta do conhecimento (Os 4:6). Recentemente, um policial foi morto em Paris por um ato assumido como tendo sido realizado pelo Estado Islâmico – ISIS e isto causa uma comoção mundial. Em outro cenário, na cidade do Rio de Janeiro, somente em 2016, mais de 115 policiais haviam morrido e outros 556 feridos em confrontos com bandidos, que só não são tão famosos quanto os lobos solitários do ISIS, pois não cometem seus crimes por uma ideologia religiosa. Na Bíblia está escrito que quando Jesus voltar a Terra, “… não encontrará Fe..” (Lc 18:8), isto porque as pessoas não estão buscando a verdade por detrás dos discursos ou práticas religiosas, apenas leem o rótulo, discutem sobre o conteúdo, pioram no discurso do politicamente correto e professam uma crença equivocada de que sendo Deus – Amor, todas as religiões pregam a convivência pacífica entre as crenças e os seres humanos, o que não é verdade. Deus é Amor sim, mas também é fiel aos seus atributos, mandamentos e promessas e não a uma promiscuidade da dita humanidade do politicamente correto, que mistura “lé com cré” e não se aprofunda na transformação do caráter humano em direção ao caráter de Santidade de Deus (1 Pe 1:16). Neste ambiente de apostasia que está se configurando antes da vinda de Jesus, a humanidade em troca de não querer “brigas e conflitos na esfera da crença religiosa”, constrói uma imagem de Deus distante da santidade e dos ensinos pregados por Jesus, esta crença, exatamente por ser superficial, colocará, ao longo do tempo, o próprio Deus em uma posição de réu perante os males sociais, vejam que Karl Marx já tentou isto uma vez. Se não fosse tão somente o afastamento do Deus verdadeiro pregado por crenças religiosas equivocadas ou nas escolas de ciências econômicas ou políticas, nos dias de hoje, a própria Igreja, através da chamada Teologia da Prosperidade, também vem se tornando um solo fértil para todo tipo de distorção. Lembrem-se que não faz uma década, ser crente era sinônimo de uma pessoa justa e ética, hoje aquele que professa a Cristo está mais próximo do pecado do mundo do que da Santidade de Deus. Neste ritmo, a humanidade está preparando o caminho para mais uma vez voltar as costas para o Criador, pois os olhos estão na direção errada, e a decepção da imagem construída de Deus, em torno de um amor carnal ou de gênio da lâmpada que supre os seres humanos de bens materiais, cairá por terra, e neste instante uma escolha se apresentará na fraca consciência humana: “Se o que nos causa dor e conflito é a crença em Deus, então, vamos tirar Ele de nossas vidas..!” Para o verdadeiro Cristão, nada do que ocorre hoje causa espanto, está tudo previsto na Palavra, é só ler a Bíblia e caminhar em intimidade com Deus para saber o que está por vir.