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segunda-feira, 8 de maio de 2017

APESAR DE NÃO CONTAR MAIS COM A PROJEÇÃO E A VISIBILIDADE INERENTE AO CARGO DE MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), JOAQUIM BARBOSA AINDA É CONSIDERADO UM CANDIDATO VIÁVEL À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA POR UMA PARCELA CONSIDERÁVEL DOS ELEITORES

Na pesquisa Ibope, Barbosa aparece com 24% de potencial de voto (soma das respostas “votaria com certeza” e “poderia votar”). Barbosa, que se celebrizou ao conduzir o julgamento do Mensalão e que se aposentou do STF em 2014, também não sofre os mesmos níveis de rejeição atribuídos aos políticos. Apenas 32% dizem que não votariam nele de jeito nenhum – uma das taxas mais baixas entre as dos nove nomes testados pelo Ibope. O ex-ministro do STF, porém, não manifestou intenção de se candidatar e nem sequer é filiado a um partido. Jair Bolsonaro, que tenta se beneficiar da onda de rejeição a políticos – apesar de ser deputado desde o começo dos anos 90 –, aparece com 17% de potencial de voto na pesquisa. Seu possível contingente de eleitores cresceu seis pontos porcentuais desde o ano passado, mas a parcela que o rejeita aumentou ainda mais, de 34% para 42%. Na pesquisa de potencial de voto, o entrevistador apresenta um nome de cada vez e pede ao eleitor que escolha qual frase descreve melhor sua opinião sobre aquela pessoa: se votaria nela com certeza, se poderia votar, se não votaria de jeito nenhum, ou se não a conhece o suficiente para opinar.