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terça-feira, 30 de maio de 2017

DEUS TRATA COM A CARNE PELO BATISMO - A HISTÓRIA DO AVIVAMENTO AZUSA SEGUNDO FRANK BARTLEMAN

Homens presunçosos às vezes apareciam no nosso meio. Especialmente pregadores que tentavam espalhar suas próprias idéias e se auto-promover. Seus esforços, porém, duravam pouco. Ficavam sem fôlego. Suas mentes vagavam seus cérebros pareciam girar. Tudo ficava escuro diante de seus olhos. Não podiam continuar. Nunca vi alguém que tivesse tido sucesso naqueles dias; estavam lutando contra o próprio Deus. Ninguém precisava interrompê-los. Simplesmente orávamos e o Espírito Santo fazia o resto. Queríamos que o Espírito controlasse tudo. Ele os confundia logo. Eram carregados para fora mortos, espiritualmente falando. Geralmente se humilhavam até o pó, passando pelo mesmo processo que passáramos. Em outras palavras, eram esvaziados de si mesmos; depois se viam com todas suas fraquezas, e com humildade de criança confessavam tudo; Deus os pegava então e transformava-os poderosamente através do batismo no Espírito. "O velho homem morria" com todo seu orgulho, arrogância e boas obras. No meu caso, passeia a não me suportar. Supliquei que Deus colocasse uma cortina entre mim e meu passado de tal forma que apagasse até mesmo as minhas derradeiras ações. O Senhor me disse que esquecesse cada boa ação como se nunca tivesse ocorrido, assim que fosse realizada; e que prosseguisse adiante como se nunca tivesse feito nada para Ele , para que minhas boas obras não se tornassem numa armadilha voltada contra mim mesmo. Víamos coisas maravilhosas naqueles dias. Mesmo homens muito bons vieram a se desprezar quando se viam na luz mais clara de Deus. Os pregadores é que custavam a se entregar. Tinham muito para entregar à morte. Tanta fama e boas obras! Quando, entretanto, Deus finalizava sua obra neles, com alegria viravam uma nova página e começavam outro capítulo. Portanto, havia uma razão para eles lutarem tanto. A morte não é uma experiência agradável, e os homens fortes custam a morrer! O irmão Ansel Post, um pregador batista, estava sentado numa cadeira no meio da sala numa reunião à noite. De repente veio sobre ele o Espírito. Deu um salto e começou a louvar a Deus em línguas e a correr de um lado para o outro, abraçando todos os irmãos possível. Estava cheio do amor de Deus. Mais tarde foi para o Egito como missionário. Vejamos seu próprio testemunho a respeito do ocorrido: "Subitamente, como no dia de Pentecostes, enquanto eu estava sentado a uns quatro metros do pregador, o Espírito Santo veio sobre mim e literalmente me encheu. Parecia que eu fora suspenso, pois no mesmo instante estava de pé gritando "louvado seja Deus". Imediatamente comecei a falar noutra língua. Eu não teria ficado mais surpreso se no mesmo momento alguém tivesse me dado um milhão de dólares." Depois que o irmão Smale convidou sua congregação de volta e prometeu-lhes liberdade no Espírito, escrevi o seguinte no "Way of Faith": "A Igreja do Novo Testamento recebeu seu "Pentecostes" ontem. Foi maravilhoso. Homens e mulheres ficaram prostrados diante da quantidade de poder que havia no local. Uma atmosfera celestial invadiu todo o ambiente. Eu nunca antes ouvira cantar daquela maneira. Era uma melodia que parecia vir direto do trono de Deus." No "Christian Harvester", escrevi na mesma data: "Na Igreja do Novo Testamento, uma jovem muito requintada ficou durante horas prostrada no chão. De vez em quando, os mais belos cantos celestiais saíam de sua boca. Subiam até o trono de Deus e depois morriam numa melodia que não era terrena. Cantava: "Louvado seja Deus! Louvado seja Deus!" Na casa inteira homens e mulheres choravam. Um pregador estava deitado com o rosto no chão, "morrendo". O Pentecostes havia chegado." Tivemos diversas noites de orações na Igreja do Novo Testamento. Mas o pastor Smale nunca recebeu o batismo com o Dom de falar em línguas. Era uma posição difícil para ele. Tudo era novo. Então o diabo fez o máximo para difamar e destruir a obra. Mandou espíritos malignos para assustar o pastor e levá-lo a rejeitar a obra. Mas o irmão Smale era o Moisés de Deus para levar o povo até o Jordão, apesar dele mesmo nunca ter atravessado. O irmão Seymour foi quem os levou na travessia. No entanto, por estranho que pareça, Seymour também não falou em línguas até depois da Missão Azusa Ter sido aberta já havia algum tempo. Muitos irmãos entraram antes dele. Todos quantos recebiam este batismo falavam em línguas.