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sábado, 13 de maio de 2017

MAIS 82 MENINAS DE CHIBOK FORAM LIBERTADAS APÓS INTENSAS NEGOCIAÇÕES, AS GAROTAS FORAM LEVADAS À CAPITAL DA NIGÉRIA, ONDE IRIAM REENCONTRAR SUAS FAMÍLIAS

Neste fim de semana, o governo nigeriano anunciou que mais 82 das meninas, que viviam em cativeiro pelo grupo Boko Haram, foram libertadas após intensas negociações que envolveram militares, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e até mesmo o governo da Suíça e algumas ONGs internacionais, segundo a imprensa oficial do país. O sequestro ocorreu em 14 de abril de 2014, quando uma escola pública secundária, em Chibok, no estado de Borno, foi invadida por extremistas islâmicos, ocasião em que mais de 200 garotas foram levadas por eles. As autoridades afirmaram que a libertação delas foi uma troca por militantes capturados pelo governo. As meninas foram recebidas ontem (domingo) em Abuja, capital da Nigéria, onde foram recepcionadas pelo presidente Buhari e iriam reencontrar suas famílias. A lista completa com os nomes delas ainda não foi divulgada publicamente. Alguns pais que estavam ali não tinham certeza de que suas filhas estariam entre as que desembarcaram dos helicópteros que as trouxeram de Maiduguri, capital do estado de Borno. "Estamos felizes pelas famílias e continuamos com o coração voltado para as demais 114 meninas que permanecem em cativeiro", disse um dos representantes da Campanha "Bring Back Our Girls" (Tragam nossas meninas de volta), criada pelos nigerianos e que ganhou projeção mundial. O trabalho da Portas Abertas nessa região continua, apesar das dificuldades e da violência do Boko Haram e de outros grupos extremistas envolvidos. Segundo os colaboradores, a visita aos cristãos que já foram atacados é uma tarefa cada vez mais perigosa. Além disso, há o desenvolvimento contínuo de diversos projetos de longo prazo, entre eles, o auxílio psicológico às meninas sequestradas e suas famílias. A Nigéria, 12ª nação na atual Lista Mundial da Perseguição, está entre os países da África Subsaariana, que é tema do DIP 2017. Assista ao vídeo abaixo para saber como se envolver mais com os cristãos perseguidos que vivem por lá.