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quarta-feira, 17 de maio de 2017

PASTOR MARCOS FELICIANO DEPUTADO FEDERAL PELO PSC FALA SOBRE AS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS

Foi algo realmente marcante. Assustado com algumas manifestações diferentes, como o fato de as pessoas caírem ao chão quando o Senhor me ordenava a estender as mãos, comecei a estudar e procurar conhecer o que isto significava. Até hoje o poder de Deus faz com que fenômenos assim aconteçam. Soube de homens de Deus, do passado e do presente, em cujos ministérios ocorriam semelhantes fatos: Charles Finney, cujo poder da santidade de Deus era tanto que as pessoas caiam no chão, reconhecendo suas vidas de pecado; John Wesley foi outro exemplo que, quando pregava, o poder de Deus vinha sobre a multidão e muitos desmaiavam; D. L. Moody, no livro 'Seara em Chamas', cujo biógrafo relata que, certa vez, o poder de Deus veio sobre ele, que caiu ao chão e orou para que Jesus retirasse dele aquele poder, se não, não conseguiria ficar de pé; Jesus, que, no momento em que fora preso, disse: - EU SOU! - E os soldados caíram como mortos pelo chão. Os sacerdotes que, na inauguração do Templo, não podiam manter-se de pé por causa da nuvem de glória que enchia o Templo. Quando relatei estes casos a alguns pastores mais experientes, eles me instruíram a ler alguns livros e um deles foi: 'Bom dia, Espírito Santo', escrito pelo Pastor Benny Hinn, Editora Bom Pastor. Descobri que aquilo que havia acontecido comigo havia acontecido também a este servo de Deus. Neste período, eram tantos os convites que recebia que tive de optar ente o trabalho secular e o trabalhar para Jesus. Depois de muita luta, resolvi viver pela fé. Pedi as contas no trabalho, pois nesta época trabalhava no departamento financeiro de uma das maiores empresas de minha cidade. Lancei-me na obra e, durante quatro meses, fiquei na prova. Como dizem os cariocas: - Fiquei no estreito. Neste período não recebi nenhum convite para pregar, pois já não era mais um pregador "viável". Sabe o por quê? Antes, ia pregar e as Igrejas não tinham que me auxiliar com as despesas, pois trabalhava e podia ir por conta própria, mas agora teriam de me ajudar pois estava vivendo do meu trabalho na obra. Foram quatro meses de lutas e confusões em minha mente, de dúvidas acerca da chamada. Fui, por alguns, chamado de "vagabundo", pois diziam que não queria mais trabalhar, mas viver explorando o povo. Foi, então, que descobri que tudo o que acontece na vida do cristão, ou vem a mando de Deus ou vem com a Sua permissão. O que é de Deus, o maligno não pode tocar. Ao fim desta luta, recebi uma surpresa: fui sustentado por uma pobre doméstica, irmã em minha Igreja, que obedeceu à voz do Senhor e levou em minha residência alguns mantimentos. Neste dia perguntei ao Senhor o porquê disso tudo. Visto ser muito orgulhoso, era difícil aceitar aquela situação. Então, o Senhor respondeu que aquilo era um sinal para que eu confiasse, a partir daquele momento, apenas nEle, pois Ele seria o meu patrão. E, assim, tem sido a minha vida até os dias de hoje. Ele é o meu patrão. Pertenço à folha de pagamentos dEle. E, confesso, não há patrão mais justo e bondoso.