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quarta-feira, 31 de maio de 2017

YOUTUBE BLOQUEIA VÍDEO QUE DENUCIAVA CRIMES DA MAIOR REDE DE ABORTO DOS EUA NO VÍDEO, FUNCIONÁRIOS DA 'PLANNED PARENTHOOD' ASSUMIAM QUE SEU TRABALHO CONSISTE EM UMA "MATANÇA DE BEBÊS". APÓS O BLOQUEIO, O YOUTUBE ESTÁ SENDO ACUSADO DE CENSURA. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

O YouTube bloqueou o vídeo mais recente que expunha os diretores da 'Planned Parenthood' - maior rede provedora de abortos dos EUA - rindo sobre o desmembramento de bebês já completamente formados, depois que as imagens foram publicadas. Os ativistas pró-vida estão classificando a medida adotada pelo canal de vídeos como censura aos que denunciam a indústria do aborto. O vídeo mais recente, que mostrava David Daleiden, 'do Centro para o Progresso Médico' entrevistando funcionários da 'Planned Parenthood' abortistas e partes de um painel de discussão em uma Conferência Nacional da Federação de Aborto, foi amplamente compartilhado, após sua publicação na última quinta-feira (25). Depois de suscitar numerosas reações horrorizadas em toda a mídia social, o YouTube bloqueou o vídeo por volta das 19h. A filmagem mostra que os médicos e outros funcionários da clínica de aborto que participam dos procedimentos se referem explicitamente ao seu trabalho como "violência" e "matança", queixando-se de como é difícil rasgar com o fórceps o "pequeno objeto duro, conhecido como o bebê" e lamentando que eles não têm muitos fóruns onde eles podem compartilhar suas histórias sobre "cabeças que ficam presas e eles não conseguem retirar". Ativistas pró-vida acreditam que a censura do YouTube é uma tentativa covarde de suprimir a verdade. O fundador da organização 'Cultura da Vida' na África, Obianuju Eckeocha refletiu no Twitter em resposta à censura. "Alguma vez você já se perguntou como os crimes dos nazistas cometidos contra a humanidade não foram interrompidos mais cedo? O YouTube mostra exatamente como isso é possível", comentou. O vídeo foi supostamente desativado por "violação dos Termos de Serviço do YouTube". No entanto, o restante dos vídeos do Centro para o Progresso Médico que fazem outras denúncias graves, documentando a participação da gigante do aborto na venda de partes de corpos fetais e o funcionamento interno da indústria desde o verão de 2015, ainda podem ser vistos. Na época das publicações dos primeiros vídeos, as denúnicias levaram a uma investigação no Congresso dos EUA e repetidas solicitações para que o financiamento federal da 'Planned Parenthood' fosse cancelado. A banda 'Live Action', um grupo pró-vida que fez muitas investigações sobre a Planned Parenthood, sugeriu que ao bloquear o vídeo, o YouTube "cedeu à pressão da censura por parte da indústria do aborto" em um comunicado à imprensa na quinta-feira. "Tais táticas são típicas da indústria do aborto", observaram os integrantes do grupo em um relatório. "Vários dos trabalhadores da indústria do aborto no vídeo mencionam atividades ilegais". "Não é de se admirar que a NAF esteja lutando com unhas e dentes para censurar o Centro para o progresso médico, mesmo que investigações secretas sejam comuns no jornalismo". Sites conhecidos por divulgar a cultura pró-vida, como o 'LifeSiteNews' e vários outros conseguiram baixar e salvar o vídeo para publicá-lo em outros canais online. David Daleiden e sua colega Sandra Merritt estão agora sendo acusados ​​criminalmente de 15 crimes na Califórnia, como "gravação de comunicações confidenciais" intencionalmente e sem o consentimento de todas as partes. O jornal liberal 'Los Angeles Times' criticou as acusações, observando as implicações da liberdade de imprensa. Daleiden já enfrentou acusações semelhantes no Texas, mas acabou sendo absolvido.