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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

HOSPITAL INFANTIL GANHA US$ 2 MILHÕES PARA MUDAR GÊNERO DE CRIANÇAS, NOS EUA A CLÍNICA TRANSGÊNERO INFANTIL DE OHIO RECEBEU UMA DOAÇÃO MILIONÁRIA PARA AMPLIAR SUAS INSTALAÇÕES. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE CHRISTIAN POST

Médica analisa braço de criança na clínica transgênero de Cincinatti, nos Estados Unidos. (Foto: Cincinnati Enquirer)O CEO de uma empresa de brinquedos sexuais está fazendo uma doação de 2 milhões de dólares para a ampliação de uma clínica de transição de gênero em um hospital infantil de Ohio, nos Estados Unidos, uma medida que alguns dizem enfatizar o "baixo-ventre" do ativismo transgênero. Os doadores Chris e Jessica Cichinelli assinaram um contrato com o Hospital Infantil de Cincinnati "para garantir uma melhor clínica de saúde transgênero", informou a afiliada da NBC em Cincinnati. Os Cichinellis têm uma filha que se identifica como transgênero e administram uma fundação que advoga em favor dos transgêneros, chamada 'Living With Change' ('Vivendo com a Mudança'). Chris também é presidente da 'Pure Romance', uma empresa multimilionária que vende lubrificantes sexuais e brinquedos sexuais. Alerta Ativistas acreditam que a gigantesca doação para essa causa revela uma conexão perturbadora. "Eu venho participando de ativismo da vida real contra a tendência transgênero por mais de dois anos porque eu vi o que estava acontecendo com as crianças presas em suas mentiras: danos físicos permanentes em seus corpos jovens", disse Emily Zinos, coordenadora do projeto 'Ask Me First MN' ('Pergunte-me Primeiro'), ao site The Christian Post na última sexta-feira. "Inacreditavelmente, tenho sido chamada de fanática por chamar a atenção para o fato de que adolescentes são rotineiramente esterilizados por tratamentos médicos transgêneros e para conectar os pontos entre intrusões bem financiadas por ativistas transgêneros radicais em escolas públicas e um aumento de crianças jovens que se identificam como transgênero", acrescentou Zinos. No entanto, ela não acha que sua oposição continuará sendo a visão minoritária por muito mais tempo. De acordo com Zinos, apesar da fala nobre de cuidar de crianças confusas em termos de gênero, o ativismo transgênero está mostrando sua mão. "A recente e enorme doação do CEO da empresa de brinquedos sexuais para promover a ideologia de gênero na vida de crianças através de uma nova fundação em Cincinnati é um exemplo", disse Zinos. "Esse tipo de ação desnuda o problema infantil: o ativismo transgênero, que tem respeito zero pelo corpo e rotineiramente faz uso de estereótipos sexuais desatualizados". Em 2005, a clínica transgênero do hospital infantil de Cincinnati começou a funcionar com apenas 100 pacientes. Até agora, eles atenderam mais de 1.000 pessoas com idades entre 4 e 24 anos, de acordo com a NBC. Atualmente, são atendidos aproximadamente 50 pacientes por semana. No início deste ano, esta instalação apareceu nas manchetes quando uma decisão do tribunal do Condado de Hamilton concluiu que um adolescente de 17 anos cujos pais se opuseram à terapia hormonal transgênero deveria ser tirada da guarda do casal e transferida para os avós — uma decisão celebrada pelos ativistas transgênero. Documentos judiciais mostram, no entanto, que a corte expressou preocupação de que 100% dos pacientes da clínica fossem considerados candidatos "apropriados" para tal tratamento de gênero. Zinos acrescentou: "Ninguém deveria se surpreender ao saber que o movimento transgênero é um aliado próximo de uma indústria que vende uma imitação barata de sexo, e nenhum pai deve ser considerado fanático por proteger seu filho de ambos". Repulsa inusitada Surpreendentemente, uma ativista lésbica também está repudiando a ampliação da clínica transgênero. Miriam Ben-Shalom destacou que há perigos na ideologia de gênero que não são revelados pelos promotores da teoria 'Queer'. "O ponto obscuro e nefasto da ideologia transgênero é a pedofilia; não se fala nada sobre isso", afirmou. Ben-Shalom contou ainda mais sobre seu horror ao pesquisar a conexão alguns meses atrás, quando se deparou com sites de brinquedos sexuais e outros materiais da web voltados para transgêneros, comercializados para garotas que querem ser garotos. Entre os itens que ela viu, havia pequenos pênis de látex chamados "packers", que garotas jovens poderiam enfiar em suas roupas íntimas para se assemelharem ao corpo de um garoto. Assim como Zinos, Ben-Shalom se espanta com o fato de que, sob o pretexto dos cuidados de saúde, crianças pequenas estejam recebendo injeções com hormônios que causarão danos a longo prazo em seus corpos. "Eu francamente não consigo compreender por que grandes farmacêuticas e grandes remédios podem fazer isso. E eu acho que há um componente [da síndrome] de Munchausen por procuração com esse tipo de coisa também", disse ela. "Há pais que querem atenção, pessoas que dirão: 'Ah, eu tenho um garoto transgênero', como se fosse a moda ou a tendência mais recente, e eles recebem atenção. É simplesmente errado". Os médicos não concordam com a definição médica de transgenerismo, ela ressaltou, acrescentando que se baseiam inteiramente em afirmações subjetivas daqueles que dizem que são baseados em seus sentimentos disfóricos. Ben-Shalom é também co-fundadora do grupo Hands Across the Aisle, uma coalizão de mulheres politicamente liberais e conservadoras que resistem à ideologia de gênero e aos esforços do governo para substituir o sexo biológico pela identidade de gênero na lei. "Daqui a vinte anos veremos muitas crianças e pessoas com muitos problemas de saúde devido a todos os produtos químicos que estão colocando em seus corpos", ela previu, acrescentando que as lésbicas são especialmente alvo de ataques. A transição de gênero como elas é frequentemente manipulada para elas pensarem que são algo que na verdade não são", acrescentou. "É moralmente falido, é moralmente perverso".
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