SITUAÇÃO DA IGREJA EM CUBA NÃO HÁ SINAIS DE MUDANÇAS PARA O SETOR RELIGIOSO, MAS JÁ HÁ MUITAS SURPRESAS NO PAÍS, COMO A MELHORA DO SETOR ECONÔMICO ATRAVÉS DO TURISMO E A CHEGADA DO GOOGLE, O QUE FAVORECE MUITO AS COMUNICAÇÕES
Quando houve o histórico "aperto de mãos" entre o presidente
dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente de Cuba, Raúl Castro (irmão
mais novo de Fidel Castro), os acordos de paz e colaboração entre as duas
nações foi também uma luz que brilhou no fim do túnel para as perspectivas da
igreja no país. Com isso, os cristãos aguardavam por mais liberdade religiosa,
no entanto, mais de um ano se passou e a situação permanece a mesma para eles. Os
líderes cristãos cubanos continuam a receber intimidações do governo e, embora
os cidadãos estejam percebendo que chegou a tão esperada libertação do
isolamento internacional, a situação para quem está dentro do país está
inalterada. Por causa do acordo, houve grandes benefícios econômicos,
responsáveis pelo aumento do turismo no país, por exemplo, entre outros pontos
positivos, mas nenhum sinal de mudanças para o setor religioso. Há esperanças,
porém, a longo prazo. As surpresas vêm acontecendo aos poucos. Muitos
observadores têm visto que, com a aproximação de Obama, também chegou o Google
ao país, o que favorece muito as comunicações. Cuba se abriu ao mundo também
através da internet e isso pode favorecer os cristãos. Na China, por exemplo,
muitas coisas mudaram a partir do momento em que os chineses passaram a acessar
a Bíblia on line. O próprio Oriente Médio já conta com a tecnologia para o
avanço dos trabalhos evangelísticos aos muçulmanos. Enfim, para aqueles que
caminham com Cristo é sempre possível dizer que "dias melhores
virão", apesar da perseguição e das dificuldades. Ore pela igreja em Cuba.
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