PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419
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BOLSONARO BATE NO TETO E AGORA TEM UMA ENCRUZILHADA PELA FRENTE PARA CIENTISTAS POLÍTICOS, O DEPUTADO ATINGIU O MÁXIMO DAS INTENÇÕES DE VOTO QUE SEU DISCURSO PERMITE – E NÃO TEM MAIS COMO CRESCER SEM TRAIR A BASE POR LUIZA CALEGARI
São Paulo – A pré-candidatura à presidência do deputado federal Jair Bolsonaro parece ter atingido um teto de cerca de 20% nas intenções de voto nas eleições de 2018, segundo a análise de cientistas políticos.
Esse é o ponto máximo a que Bolsonaro chega, de acordo com a última pesquisa Datafolha, mesmo nos cenários em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não aparece.
A diferença é pouca em relação aos 16% a 18% que Bolsonaro tem quando disputa com o candidato do PT (veja as tabelas ao fim do texto).
Essa variação tímida indica que, sem seu rival declarado, Bolsonaro tem pouco potencial de angariar mais votos com base apenas no próprio carisma – e que, talvez, o apoio ao deputado tenha atingido um teto.
Para Adriano Oliveira, cientista político da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a situação vai além de disso: “Bolsonaro é uma bolha eleitoral”, afirma.
“A candidatura de Bolsonaro é construída em torno do antipetismo. Assim que o discurso ‘anti-PT’ dos outros candidatos também chegar à população, o apoio a ele vai declinar”, diz Oliveira.
Mais do que o anti-petismo, Bolsonaro ainda encarna o ideal de “anti-político”, de acordo com Hilton Cesário Fernandes, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).
Fernandes acredita, assim como Oliveira, que é necessário esperar uma consolidação das outras candidaturas, que hoje ainda estão no campo da especulação, para prever o impacto mais abrangente que elas terão sobre o apoio a Bolsonaro – mas que há boas chances de candidatos centristas desidratarem a candidatura do deputado, se souberem se apropriar de seu discurso de moralização e renovação da política.
Até porque, se por um lado o ponto de vista radical de Bolsonaro encontra eco entre parte dos eleitores, em um contexto de péssima avaliação do governo atual e descrença com a política tradicional, por outro lado as eleições majoritárias quase sempre resultam em uma vitória do centro, pontua Rafael Cortez, da Tendências Consultoria.
“O eleitor ainda não está ativamente pensando em quem votar, está reagindo a nomes que são oferecidos. O cenário todo vai ser importante, é preciso esperar esse cenário se montar. Uma fragmentação muito grande do centro poderia levar Bolsonaro ao segundo turno”, opina.
Encruzilhada
Além de tudo, Bolsonaro tem pela frente um desafio narrativo: se por um lado seu discurso radical cria uma base de eleitores muito fiel, por outro espanta qualquer possibilidade de torná-lo um candidato majoritário.
Para Hilton Cesário Fernandes, professor da FESPSP, ele tem poucas chances de crescer mais nas pesquisas.
“Não é por falta de visibilidade, não é por falta de conhecimento das propostas, é pela forma como ele se apresenta; dificilmente ele vai ter mais apelo do que agora”, opina.
Para Fernandes, existem três “tipos” de eleitores de Bolsonaro: um que busca a ordem na política, que acha que é preciso moralizar “tudo o que está aí”, e esse eleitor provavelmente vai mudar de candidato quando aparecer outro político que abrace essa causa, mas com um discurso mais moderado.
O segundo tipo de eleitor do Bolsonaro é o religioso conservador, que pode votar no candidato porque ele representa os valores tradicionais da família, pela ideia de moralidade. Esse eleitor também pode debandar quando outro candidato — como Marina Silva (Rede), por exemplo — assumir esse papel.
Por fim, existe o eleitor linha-dura de Bolsonaro: são os apoiadores mais fervorosos, que não aceitam debates e devem ficar ao lado do candidato até o fim.
Essa é a verdadeira base do deputado, e ela funciona muito bem nas eleições proporcionais (como as do Legislativo), nas quais são necessários muitos votos, mas não a maioria.
“Para uma eleição presidencial, que é majoritária, não funciona. E, se ele suavizar o discurso, vai perder essa base já formada”, explica Fernandes.
Adriano Oliveira, da UFPE, concorda com Fernandes: “ele não tem condição de mudar o discurso sem risco de perder capital eleitoral; para mim, é um movimento arriscado”.
Um novo Donald Trump?
Para Fernandes, da FESPSP, a possibilidade de Bolsonaro ser um Donald Trump à brasileira é remota devido a um fator decisivo: Trump encarnava o “anti-estabilishment” contando com todo o apoio, infraestrutura e financiamento do partido Republicano.
Aqui, Bolsonaro deve sair candidato pelo Patriota, ex-PSL, um partido minúsculo com apenas três deputados na Câmara, pouco financiamento público e ainda menos tempo de televisão.
“Se ele não fechar apoios, se não fizer alianças partidárias com siglas que tenham inserção política nas cidades para acompanhar os comícios, ele não vai ter chance de chegar ao segundo turno”, diz Fernandes.
Segundo o professor, pode acontecer com Bolsonaro o mesmo que já aconteceu com vários candidatos ao longo da corrida eleitoral: começar bem posicionado nas pesquisas, devido à boa visibilidade, mas depois murchar e, no fim da linha, não chegar sequer ao segundo turno.
Ele cita como exemplo o caso de Celso Russomanno, que em dois pleitos seguidos apareceu liderando as pesquisas de intenção de votos para a prefeitura de São Paulo, mas perdeu espaço ao longo dos meses para outros candidatos.
Segundo o professor da FESPSP, Bolsonaro teve sorte até agora de estar no ringue com poucos adversários. “Existem muitos candidatos em potencial, mas poucos pré-candidatos de fato”.
VEJA O DESEMPENHO DOS CANDIDATOS NOS CENÁRIOS
Cenário 1
Intenção de voto
Lula (PT) 37%
Jair Bolsonaro (PSC) 16%
Geraldo Alckmin (PSDB) 7%
Ciro Gomes (PDT) 7%
Joaquim Barbosa (Sem partido) 5%
Alvaro Dias (podemos) 4%
Fernando Collor de Mello (PTC) 2%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Guilherme Boulos (Sem Partido) 0%
Cenário 2
Intenção de voto
Lula (PT) 36%
Jair Bolsonaro (PSC) 18%
Geraldo Alckmin (PSDB) 7%
Ciro Gomes (PDT) 7%
Alvaro Dias (podemos) 4%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 2%
Fernando Collor de Mello (PTC) 2%
Henrique Meirelles (PSD) 1%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
Guilherme Boulos (Sem Partido) 0%
Cenário 3
Intenção de voto
Lula (PT) 34%
Jair Bolsonaro (PSC) 16%
Marina Silva (Rede) 8%
Luciano Huck (Sem partido) 6%
Geraldo Alckmin (PSDB) 6%
Ciro Gomes (PDT) 6%
Alvaro Dias (podemos) 3%
Fernando Collor de Mello (PTC) 1%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 1%
Henrique Meirelles (PSD) 1%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Cenário 4
Intenção de voto
Lula (PT) 35%
Jair Bolsonaro (PSC) 17%
Marina Silva (Rede) 10%%
Ciro Gomes (PDT) 7%
Alvaro Dias (podemos) 4%
João Doria (PSDB) 4%
Fernando Collor de Mello (PTC) 2%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 1%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
Guilherme Boulos (Sem Partido) 0%
Cenário 5
Intenção de voto
Jair Bolsonaro (PSC) 19%
Ciro Gomes (PDT) 12%%
Geraldo Alckmin (PSDB) 11%
Alvaro Dias (podemos) 6%
Joaquim Barbosa (Sem partido) 5%
Fernando Collor de Mello (PTC) 3%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 3%
Jaques Wagner (PT) 2%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
Guilherme Boulos (Sem Partido) 1%
Cenário 6
Intenção de voto
Jair Bolsonaro (PSC) 20%
Ciro Gomes (PDT) 13%
Geraldo Alckmin (PSDB) 11%
Alvaro Dias (podemos) 6%
Fernando Collor de Mello (PTC) 3%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 3%
Henrique Meirelles (PSD) 2%
Jaques Wagner (PT) 2%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Guilherme Boulos (Sem Partido) 1%
Cenário 7
Intenção de voto
Jair Bolsonaro (PSC) 18%
Marina Silva (Rede) 13%
Ciro Gomes (PDT) 10%
Luciano Huck (Sem partido) 8%
Geraldo Alckmin (PSDB) 8%
Alvaro Dias (podemos) 5%
Fernando Collor de Mello (PTC) 2%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 2%
Jaques Wagner (PT) 2%
Henrique Meirelles (PSD) 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
Cenário 8
Intenção de voto
Jair Bolsonaro (PSC) 20%
Marina Silva (Rede) 16%
Ciro Gomes (PDT) 12%
Alvaro Dias (podemos) 6%
João Doria (PSDB) 5%
Fernando Collor de Mello (PTC) 3%
Manuela D’Ávila (PCdoB) 2%
Jaques Wagner (PT) 2%
Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%
João Amoêdo (Partido Novo) 1%
Guilherme Boulos (Sem Partido) 0%
Cenário 9
Intenção de voto
Lula (PT) 34%
Jair Bolsonaro (PSC) 15%
Marina Silva (Rede) 7%
Geraldo Alckmin (PSDB) 6%
Ciro Gomes (PDT) 6%
Luciano Huck (Sem partido) 5%
Joaquim Barbosa (Sem partido) 3%
Alvaro Dias (podemos) 3%
Fernando Collor de Mello (PTC) 1%
Michel Temer (MDB) 1%
Henrique Meirelles (PSD) 1%
O ministério teve seu início em Maio de 2010 , quando o Pastor Sergio Lourenço encontrou dificuldades em alcançar vidas de pessoas que não conhecem a Cristo através do púlpito das igrejas, pois seria impossível ganhar o mundo para Cristo somente ministrando na igreja local, tendo uma visão de conquista em massa, o ministério consiste em alcançar vidas e evangelizar através da rede mundial da internet, sem perder o compromisso de exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Temos o ideal de amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento. Com a necessidade de ter um líder nos dias 22 e 23 de Abril de 2011 no salão de convenções do Hotel Bernal na Cidade de Ituiutaba – Minas Gerais, foi realizada a unção e consagração de Obreiros e Pastores do Seminário Internacional de Teologia, com as ilustres presenças do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo. Onde foi realizada a unção com olho e consagração do Pastor Sergio Lourenço, sobre a palavra de I SAMUEL 16:12-13 que diz assim: E DISSE O SENHOR DEUS, LEVANTE E UNGE-O PORQUÊ ESTE MESMO É. ENTÃO SAMUEL TOMOU O CHIFRE DO AZEITE, E UNGIU-O NO MEIO DE SEUS IRMÃOS E DESDE AQUELE DIA EM DIANTE O ESPÍRITO DO SENHOR DEUS SE APODEROU DE DAVI. Após a ministração da palavra, o Pastor Sergio Lourenço fez o seguinte Juramento Pastoral: Eu Pastor Sergio Lourenço, prometo exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Prometo amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, criar e dirigir igrejas, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento ou do ultimo minuto de minha vida. Assim eu prometo! Após o juramento pastoral o Pastor Sergio Lourenço Junior teve seu ministério pastoral reconhecido e apoiado pelas instituições presentes, e recebeu seu diploma de conclusão das mãos do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo concluindo assim a cerimônia. Após o termino da cerimônia o Pastor Sergio Lourenço fez a seguinte declaração aos presentes: “Eu quero trabalhar pra meu Senhor, Levando a Palavra com amor; Quero eu cantar e orar, E ocupado quero estar, Sim, na vinha do Senhor. Trabalhai e orai. Na seara e na vinha do Senhor; Meu desejo é orar, E ocupado quero estar Sim, na vinha do Senhor. Eu quero, cada dia, trabalhar; Escravos do pecado libertar; Conduzi-los a Jesus, Nosso guia, nossa luz, Sim, na vinha do Senhor. Eu quero ser obreiro de valor, Confiando no poder do Salvador; Se quiseres trabalhar, Acharás também lugar, Sim, na vinha do Senhor”. O ministério teve uma grande aceitação mundial e já teria alcançado mais de 55 países ao redor do mundo entre eles: África do Sul, Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Bélgica, Bermudas, Bolívia, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Costa do Marfim, Croácia, Dinamarca, Egito, Equador, Espanha, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, França, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Lituânia, Malásia, México, Moçambique, Nigéria, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, República Tcheca, Suécia, Suíça, Território Britânico do Oceano Índico, Turquia, Ucrânia, Venezuela, Vietnã entre outros. O ministério tem o apoio do grupo Portas Abertas e também o apoio do CONSELHO DE PASTORES DO ESTADO DE SÃO PAULO. Faça você também parte e ajude este ministério a levar a palavra de Deus para o mundo quebrando as fronteiras e salvando vidas para o reino dos céus!
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