GÊNESIS - CAPÍTULO 7 - ESTUDANDO A BÍBLIA DE FORMA EFICIENTE - REALIZAÇÃO: CANAL DA BÍBLIA - MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA E CENTRO DE FORMAÇÃO APOSTÓLICA
Depois que a arca estava pronta, o SENHOR (7.1) apareceu a Noé outra
vez. Ele foi elogiado por sua obediência identificada pela palavra justo. O que
Noé fez contou com a aprovação de Deus. A lista dos animais que entram na arca
faz distinção entre animal limpo (2) e animais que não são limpos. Os animais
limpos, em sentido ritualista, foram privilegiados para entrar sete e sete. Se
o significado é sete pares ou três pares mais um indivíduo extra não está
claro. Dos animais não limpos só um par de cada um foi permitido. Não é feita
classificação entre aves (3) imundas e limpas, mas também tinham de entrar sete
e sete. Noé teve sete dias (4) para carregar a arca antes do início do
julgamento. Este viria na forma de um dilúvio que destruiria o homem e os
animais. Noé obedeceu prontamente à mensagem de Deus em todos os detalhes. c) O
Dilúvio (7.6-24). Na época desta catástrofe, era Noé da idade de seiscentos
anos (6). A descrição da entrada na arca é de um evento tranqüilo e ordeiro,
que se deu do modo como Deus ordenou que fosse feito. De acordo com o tempo
estabelecido, vieram as águas do dilúvio (10). A segunda anotação cronológica
menciona o mês e o dia quando irrompeu o dilúvio. A fonte das águas era dupla:
jorraram de baixo, do grande abismo (11), e se derramaram de cima, pelas
janelas do céu. Esta brevidade de descrição ocasiona uma avalanche de conjecturas
relativas ao significado destes termos.' A Bíblia se contenta em apenas dizer
que esta turbulência continuou por quarenta dias e quarenta noites (12). Antes
do início do dilúvio, Noé e sua família, com os animais, já estavam na arca
conforme a ordem divina. Deus, então, fechou a porta de forma que a arca
flutuou com segurança sobre as águas em formação que cresceram grandemente (18)
até cobrirem todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu (19). As
águas subiram quinze côvados (20), distância de cerca de 6,75 metros, mas não
informa se esta medida era do cume da montanha mais alta até à superfície das
águas ou de algum outro ponto de partida.' As águas cumpriram seu propósito
mortal, destruindo as criaturas que estão mais à vontade no seco (22) do que em
cima ou dentro d'água. A destruição é acentuada duas vezes (21,23), pois o
julgamento era assunto apavorante. Somente os que estavam na arca escaparam da
fúria da tempestade, cujas consequências perduraram por um total de cento e
cinquenta dias (24).
Nenhum comentário
Postar um comentário