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quinta-feira, 11 de maio de 2017

O PROBLEMA DA (ESCASSEZ) HERMENÊUTICA NÃO PERCEBEU QUE ESTAMOS CADA VEZ MAIS ESTÚPIDOS, INCONSEQUENTES, ALIENADOS, LITERALMENTE COMO SE ESTIVÉSSEMOS LOUCOS? POR ARTUR EDUARDO

O MAIOR problema atual é a escassez de uma refinada hermenêutica…. da letra, do sujeito, da História, da sociedade e do tempo. Quase tudo são “achismos”, e pior: mede-se com a medida que se é. Como os homens não tem sido lá grande coisas, pensam que todos também não são grande coisa. É o tempo em que a burrice explodiu, alimentada, dentre outras coisas, por DÉCADAS de novelas estúpidas. Não percebeu que estamos cada vez mais estúpidos, inconsequentes, alienados, literalmente como se estivéssemos loucos? Esta degeneração total, de caráter, honra e serenidade, é CRUCIAL para os malignos planos da elite globalista mundial, que por ora assiste de camarote a ideias estapafúrdias e nonsense tomarem corações e mentes mundo afora. São estas mesmas ideias que trouxeram prêmios para aquela elite globalista, que as defende em universidades, mídia, política e no direito. A Igreja, por sua vez e de modo geral, está tão MÍOPE, no âmbito geral das coisas, que AINDA SE OCUPA, no mais das vezes, com coisas tão grandes como: “a forma como aquele(a) ‘irmão(ã)’ olhou pra mim”, ou “a posição que quero e pela qual passarei por cima até de Deus, se for preciso, para assumi-la, nesta congregação de 30 pessoas no meu bairro”, ou ainda pela exagerada autovitimização, que se expressa por exemplo em “estou triste ‘até à morte’ porque esta exortação foi para mim'”. Presumo que, assim, não teremos mais muito tempo como instituição. As mudanças sócio-comportamentais andam muito mais rápido do que nossa capacidade de processá-las. Temo o dia, e receio não estar longe, que seremos forçar a pregar apenas sobre generalidades, afastando tanto a mensagem da vida diária das pessoas, que os que estiverem ainda nas igrejas chocar-se-ão quando, num momento mais enfático, espirrarmos no púlpito. Ficarão ofendidos porque “o pregador exalou bactérias num ambiente fechado”. E SE vc, prezado(a) leitor(a), leu este texto e ACHA que fui “contra a Igreja” ou que estou ME JULGANDO como “paradigma da verdade inelutável”, “um complexo de perfeição absoluta”, não há outra alternativa a não ser, de antemão, deixar todos cientes de que você age com má fé e carece daquela mesma hermenêutica plural, cuja escassez foi o motivo que me levou a escrever este texto.