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quarta-feira, 10 de maio de 2017

OBITUÁRIO DE UM PROFETA ASSASSINADO- ASSASSINOS DE PROFETAS - PASTOR MARCOS FELICIANO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO CATEDRAL DO AVIVAMENTO E DEPUTADO FEDERAL PELO PSC

Os nomes aqui citados são fictí¬cios. Por uma questão de ética não citarei os verdadeiros nomes, mas as histórias são verídicas e conhecidas por muitos. Pastor Ambrozino da Verdade: Ministério: pregador da Palavra. Estilo: João Batista. Fez trabalhos para Deus c marcou sua época, hoje vive isolado na periferia de uma região metropoli¬tana, vende sapatos, pois tiraram-lhe a ferramenta da Verdade, tiraram-lhe os púlpitos para pregar. Motivo? Sim¬ples, um dia, pregando, disse: - Hoje falarei aquilo que Deus me mandou falar. Coincidiu que a repreensão de Deus na sua boca era a situação do pastorado local, que se sentiu ofendi¬do, e então, na reunião de cúpula da semana seguinte, em ata, resolveram proibi-lo de pregar ali e nas igrejas que estavam sob a jurisdição daquele cuja "carapuça1' serviu. Conseqüência? O Pastor Ambrosino perdeu os convites, ficou sem compromissos para pregar, pois era um missionário itinerante. A notícia se espalhou de forma assustadora, mas, como sempre "quem conta um conto, aumenta um ponto", levantaram calúnias de que ele fora proibido de pregar porque havia co¬metido algum pecado lascivo. Afinal, só se proíbe um pregador de pregar caso ele peque, não é mesmo? E durante um bom tempo não teve mais comida para dar aos seus filhos e nem honrar seus compromis¬sos para com o próximo, quase ficou na miséria. Hoje, vende sapatos e sen¬te dores na alma, porque assassina¬ram sua chamada. A esperança dele? Que Deus, em Sua infinita misericórdia cuide da sua moral, ef é claro, julgue a todos aque¬les que fizeram dele um réu! E sabe¬mos que Deus, mais cedo ou mais tarde, fará isso! Missionário João-do-Fogo; evange¬lista, pregador da Palavra, avivador de igrejas. No passado, o quarto homem de uma perversa organização do nar¬cotráfico. Viu-se atormentado pelo peso da AR-15, pelo poder, prostituição e drogas. Então se descobre com o vírus da AIDS, e com vinte e cinco quilos a menos. No desespero, já de muletas, recorre à Casa do Senhor, lá mesmo no Morro onde "negociava". Então é liberto das legiões do inferno e... Aleluias!... da AIDS... e entrega o seu caminho ao Senhor. Os membros da organização ta¬xam-no de "fanático" e pedem-lhe uma prova de sua conversão: todo o dinheiro que ele possuía nos bancos... e ele lhes dá. Com o passar do tempo (três anos) passa a ser missionário: as igrejas en¬chem-se quando por lá ele passa. E o Senhor vai moldando o agora missionário João-do-Fogo de tal for¬ma, que ele faz programas de rádio, quando o Senhor, através de sua boca, revela aos irmãos os Seus mistérios. Os telefones não param de tocar: curas, milagres, orações de fogo... o poder do Espírito sendo derramado aos corações. Nas igrejas onde é acolhido visita as ovelhas desgarradas, ora com fer¬vor sobre os doentes, doutrina os jo¬vens, provoca vigílias de avivamento, sai a evangelizar pelas ruas, escreve apostilas... e a igreja enche. E o clero treme... Até que ele esteve numa em que tinha que dormir entre os bancos da igreja (mas disso não reclamava), sem salário (mas o Senhor lhe enviava ir¬mãos que o ajudavam). E ele conti¬nuou a fazer a obra para a qual o Senhor o tinha capacitado: visitar as ovelhas desgarradas, orar com fervor sobre os doentes etc... e a igreja en¬cheu, como nunca antes havia acon¬tecido... e os mistérios do Senhor fo¬ram revelados em profusão, como nunca antes havia acontecido... e as curas, e os milagres e as bênçãos do Senhor foram derramadas naquele lugar, como nunca antes havia acon¬tecido... e o clero tremeu e temeu (pois permaneciam na carne). Então a cúpula começou a plane¬jar o assassinato deste profeta. Primei¬ro ele foi proibido de subir ao altar, depois, o próprio pastor começou a aterrorizar os membros, desdenhando do testemunho de vida do missioná¬rio. Que o Senhor tenha misericórdia dos que não crêem no poder do san¬gue de Cristo! Logo depois expulsaram-no da Casa do Senhor, e ele foi morar nos fundos da casa de um traficante do bairro, que lhe deu a mão naquele difícil momento (algumas irmãs, escon¬didas do pastor, levavam-lhe alimen¬tos). O pastor soube das ajudas e, numa noite, sobe ao púlpito e "proí¬be" a todos os membros de lhe pres¬tarem ajuda, com o risco de expulsão daquela "santa" congregação! Magoado e abatido, triste e aban¬donado, nosso profeta não consegue ser acolhido por nenhum ministério -a notícia tinha se espalhado como fogo. Refugia-se nos braços da irmãzinha que comandava o grupo de jovens de uma tradicional igreja pentecostal. Engravida, então, a pobre moça: o primeiro sinal de que o "velho homem" tinha retornado. Em seguida é encon¬trado bêbado e esbofeteia o pastor (aquele mesmo que tinha lhe imputa-do a penalidade máxima). Você pensa que a história acabou por aqui? Infelizmente, não. Nosso João-do-Fogo voltou para a organiza¬ção do narcotráfico e levou a moça grávida consigo (eis o exemplo de um assassinato que provocou outros). Se Deus mantivesse um jornal impresso aqui na Terra, nesse dia iria ser estam¬pado nas manchetes: "Assassinos de Profetas matam todos os dias, impiedosamente".