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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

DEPUTADOS EVANGÉLICOS SE MANIFESTAM SOBRE ANULAÇÃO DO IMPEACHMENT “ANULAÇÃO É ILEGAL”, ALERTA DEPUTADO SÓSTENES CAVALCANTE

Enquanto a grande mídia debate incessantemente o pedido de anulação do impeachment da presidente Dilma, feita pelo deputado Waldir Maranhão (PP/MA), o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) pede calma. Em vídeo postado nas redes sociais no início desta segunda (9), ele explica que não há legalidade e que a decisão deve ser derrubada no Supremo Tribunal Federal (STF) ainda hoje. Tesoureiro da Frente Parlamentar Evangélica, Sóstenes foi um dos membros da bancada mais vocais em prol do afastamento de Dilma. Ele explica que essa é apenas mais uma manobra gerada pelos partidos de esquerda para tumultuar o processo. Tranquilizando seus seguidores nas redes, asseverou que é “uma decisão ilegal, unilateral”.Também lembrou dos escândalos de corrupção do Partido dos Trabalhadores e seus aliados. Mencionou ainda que, segundo vem sendo divulgado, Maranhão está agindo segundo as ordens do governador Flávio Dino (PCdoB). No domingo, Dino se encontrou com Maranhão em São Luís, onde os dois moram. Foram juntos para Brasília num avião da Força Aérea Brasileira, onde escreveram a decisão que atende a um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU). Chamando os dois de “antirrepublicanos”, já avisa que Waldir Maranhão “não tem autoridade moral” para presidir a Câmara dos Deputados. O deputado Onix Lorenzoni (DEM/RS), integrante da bancada, usou as redes sociais para manifestar sua indignação. Classificou a decisão de Maranhão de “maluquice” e disse que o Brasil está cansado das manobras do PT. Na postagem, escreveu ainda “Vai ter impeachment, sim”. O deputado Fernando Francischini (SD/PR), que também é membro da bancada, anunciou que está entrando com um mandato de segurança no STF onde pede a anulação da decisão de Maranhão. “Esperamos uma decisão sóbria e equilibrada do STF, que determinou um rito que o Congresso vem cumprindo rigorosamente”, explicou Francischini. Lembrou que a decisão do plenário da Câmara dos Deputados é “soberana” e já foi consolidada pelo Senado. “O atual presidente interino da Câmara é ‘incompetente’ para esta decisão”, finalizou. O senador Magno Malta (PR/ES), que é pastor, publicou um vídeo dizendo que nada muda na votação no Senado. Ele quis tranquilizar os brasileiros e lembrou que essa ação não segue o regimento interno da Câmara e por isso, será invalidada.

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