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quinta-feira, 18 de maio de 2017

NÃO DEVEMOS BRINCAR COM O NOME DE DEUS, DE JESUS E DO ESPÍRITO SANTO. DEVERÍAMOS SER MAIS PRUDENTES AO DIZER, "O SANGUE DE JESUS TEM PODER"- PASTOR JOSUE GONCALVES, TERAPEUTA FAMILIAR, FAMILIA, CASAL, CASAIS, CONJUGES, MARIDO, MULHER, ESPOSO, ESPOSA, RELACIONAMENTO AMOROSO, FILHOS

Esta e outras expressões não podem ser usadas de forma leviana, é pecado de impiedade se o fizermos. Escarnecer é sinal de veneno na língua. 2. Os cochichadores, (Salmo 41: 7). "Meus inimigos cochicham contra mim em grupinhos. Fazem planos contra mim e espalham mentiras". (Bíblia na Linguagem de Hoje) Cochichar é falar em voz baixa para não ser ouvido, é murmurar, falar ao pé do ouvido. Há os que se aproximam do grupo, e cochicham dizendo: — "Vou falar isto para vocês, mas não é para "fofocar"e sim para orar. Você sabia que, tem muita gente difamando, soltando boato "em nome da oração"? Aqueles que desejam realmente orar pelo irmão evolvido em problemas não saem cochichando sobre o problema para os outros. Não se esqueça que, "aqueles que encobrem a transgressão adquirem amor, mas os que trazem o assunto à baila separam os melhores amigos. (Pv 17:9) • 3. A falsa testemunha, (Êx. 23:1). "Não admitirás falso boato, e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa". E comum ver pessoas se apresentarem para testemunhar, quando não estavam presentes, não viram e querem dar testemunho, que quase sempre é falso. • 4. O intrometido, (1 Pe4:15). "Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entromete em negócios alheios;..." Pedro chama de "abelhudos" os que se entrometem em negócios alheios sem que sejam chamados. As vezes ouço pessoas perguntando: — "Por que aquele irmão, está sempre envolvido em problemas na comunidade?" Todos que têm o hábito de se intrometer nos negócios alheios estarão envolvidos em problemas e sofrendo desnecessariamente. O bom senso e a prudência dizem, que o sábio só participa da questão, quando é chamado e entende que sua participação vai resultar em benefício para todos. • 5. Os difamadores (Jd. 8). "Ora, estes, da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como também rejeitam governo e difamam autoridades superiores". Difamar significa tirar a boa fama ou o crédito, desacreditar publicamente: detrair. O salmo 15 começa com duas perguntas sobre a comunhão. A resposta pormenorizada a estas perguntas, do homem que pode entrar em comunhão com Deus, descreve-se positiva e negativamente, pois a retidão abrange não somente o que alguém faz, mas também aquilo que evita fazer. "Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo" (v.3); 0 salmo termina dizendo: "Quem deste modo procede não será abalado". 5.1. O que pode levar uma pessoa a difamar o próximo. Escrevendo aos gaiatas, Paulo da uma "lista de vícios". Esses vícios dividem-se em quatro: 1) Pecados sensuais; 2) pecados de superstição ou religião falsa; 3) pecados sociais da língua; e 4) pecados de várias formas de excessos. "...inimizades...", (Gl 5:20) no grego, "echtrai", ou seja, "ódios", "inimizades", palavra usada no plural, indicando muitas modalidades de ódios, contra Deus e contra os homens. Este sentimento é o oposto exato do amor, pois, ao invés de buscar o benefício e o bem-estar do próximo, busca prejudicá-lo, almejando a sua destruição; e assim fica exibido um caráter profano, visto que Deus é amor. As inimizades geram as hostilidades de todas as formas, inclusive a difamação. "...porfias..." (Gl 5:20) É a tradução do vocábulo grego "eris", "desavenças", "contenda". Trata-se da atitude mental hostil, que cria problemas inesperados entre pessoas, resultando em dissensões e divisões. É a mesma coisa que a "discórdia", a "querela", a "briga". Esta atitude se caracteriza pela "ambição", desatenção, enfeiamento e devisão. "Mais corretamente, facções. Derivado de 'erithos', 'servo alugado . 'Erithia'era, primariamente, 'trabalho por contrato' sendo aplicada essa palavra àqueles que serviam em posições oficiais, em troca de um salário ou de outros propósitos egoístas, que, para atingir seus ob jetivos, promoviam o espírito de partidarismo, as facções". "... ciúmes..." No grego, "zelos", palavra traduzida por "emulações", "invejas". (Tg3:14; Pv 14:30; 1 Pe 2:1). Apesar de o termo também ter um sentido positivo, como "zelo", "ardor", neste caso está em foco um desejo intenso pela vantagem pessoal, com a degradação das realizações e qualidades de outros. Naturalmente que a inveja é uma forma maligna de egoísmo, de par com uma avaliação inferior sobre o valor alheio, que deseja o mau ao próximo e não o bem. O dicionário Aurélio da língua portuguesa, define inveja como: "Desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrern; Desejo violento de possuir o bem alheio". Este é o sentimento que destrói os relacionamentos pessoais e a felicidade individual, talvez junto com o ódio, seja o mais destrutivo dos sentimentos. Elifaz diz a Jó: "A ira do louco o destrói, e o zelo (a inveja) do tolo o mata"(Jó 5:2). O ciúme deixa um homem furioso (Pv. 6:34). O ciúme e a ira encurtam a vida, e a ansiedade provoca a velhice precoce. Pode parecer incrível, mas existem pessoas que preferem ver o irmão perdendo, do que vê-lo prosperando vitoriosamente. Uma característica mais nociva da inveja e dos seus correlatos, a vaidade e a competição, é que não basta ao invejoso/ vaidoso determinado fim. Para que se sinta bem. Faz-se necessário que o outro não consiga. O que satisfaz não é só chegar lá mas impedir que o outro chegue; o importante não é ser feliz, mas impedir que o outros sejam; não basta apenas ser rico, necessário se faz ser mais rico que o vizinho. A inveja o matou. O invejoso não admite o sucesso do próximo. Conta-nos, que na Grécia, dois maratonistas retornavam para sua cidade depois de uma competição. Um trazia a "coroa da vitória" e o outro as tristezas da derrota. As autoridades mandaram erigir uma estátua no centro da cidade em homenagem ao vencedor. O perdedor, possuído por um sentimento de inveja, resolveu derrubar a estátua, que para ele era uma afronta. Aproveitando o silêncio da noite, pegou uma ferramenta e, sem que ninguém percebesse, começou cavar a base da estátua. Aquele grande monumento caiu, exatamente onde ele estava, matando-o de forma trágica. A inveja o matou. Uma das razões pelas quais não devemos cultivar este sentimento, é que nos auto destruimos. A inveja faz a pessoa usar a sua língua como uma arma para destruir, difamar, prejudicar o próximo. "...iras.." No grego, "thumoi", "iras", "raivas", uma palavra usada no plural. Este termo indica a "alma", o "espírito", "o coração"; e dai se derivam as idéias de "coragem", de "mau temperamento", de "ira", de "crise de fúria"; de "explosões e paixões"; de "mau gênio". Thumos, portanto, não é ira acumulada há muito tempo; é o fogo ardente do mau gênio que incendeia em palavras e ações violentas, e que se apaga com igual rapidez. E bem provável que Paulo quisesse destacar aquelas explosões de ira, que criam sentimentos de hostilidades contra nossos semelhantes. Também podia indicar "ardor, ou "paixão", mas simples ira é o significado natural aqui. Tal vocábulo era usado tanto para Deus como para os homens. (Ap 14:10,19; 15:1, etc). Indica tanto a indignação divina como a fúria de Satanás. (ver Ap 12:12). Apontava para a ira dos homens. (Ver Lc. 4:28; Atos 19:28; 2 Co 12:20 e Col 3:8). Essa emoção é causa de muitos conflitos pessoais, domésticos e religiosos. É o contrário da ação benigna do Espírito Santo. Tal emoção solapa e destrói o espírito de amor do cristão. Transformam em adversários aqueles que deveriam amar-se mutuamente. "... discórdia..." (Gl. 5:20), no grego, "eritheiai" , que quer dizer "facções", "espírito partidário". Trata-se de uma das formas por que se manifesta o egoísmo, o que causa divisões e partidarismos. Originalmente esse vocábulo indicava a idéia de "trabalhar em troca de salário"; mas indicar a feitura de algo com propósitos egoístas, com espírito de facção. Na passagem de (Fl 2:3) aparece como aquilo que faz o posição direta à mente de Cristo. É a "explosão egoísta", que provoca contendas e divisões. "... dissensões..." No grego original é "dichostasiai", ou seja, "sedições", "levantes". Podiam ser de natureza politica, social ou particular. Paulo quer indicar aqui as várias querelas entre irmãos, que ameaçavam a unidade do corpo de Cristo. "...facções..." No grego, "aireseis", cuja tradução mais literal seria "heresias", mas que , neste passo bíblico, indica "espírito faccioso", porquanto sua aplicação a doutrinas "não-ortodoxas" é desenvolvimento posterior, que não se encontra nas páginas do N.T. A raiz do termo grego indica a idéia de "escolher", pelo que também "airesis" é uma "escolha", uma "preferência". Na linguagem filosófica, denotava a tendência demonstrada por uma certa escola de pensamento. As diferenças de opinião podem ser úteis ou destrutivas, dependendo de sua natureza. Porém, as idéias e as ambições rivais tendem para a formação de partidos ou divisões no seio do cristianismo. Essa é a atitude que Paulo condena: rivalidade baseada no egoísmo, e que produz tais divisões. "O sentimento de culpa," (Gn 3:11-13). Sempre que houver um sentimento de culpa, por causa de um pecado não confessado, a pessoa tentará arrumar alguém que seja o seu "bode expiatório". Foi assim com Adão e Eva. Quando Deus os interrogou sobre o que havia acontecido, Adão disse: "Foi a mulher que tu me deste"; quando Deus falou com a mulher, ela disse: "Foi a serpente...". Este problema é antigo. Ouvi falar de uma senhora que, ao ver as roupas da sua vizinha estendidas no varal e perceber que nelas havia algumas manchas, saiu difamando por todo o bairro dizendo: — "Aquela mulher que mora ao lado da minha casa, é desleixada, não sabe lavar roupa. Se é assim com as roupas, imagine a casa dela". Um dia, a senhora que difamava resolveu limpar sua casa. Lavou muito bem o banheiro e quando lavava a cozinha, resolveu lavar também o vitrô. Assim que terminou, percebeu que estava cometendo um grande pecado. Não eram as roupas da vizinha que estavam mau lavadas, mas sim o vitrô da sua cozinha que estava sujo. Com o vitrô limpo, ela viu que a mulher lavava muito bem a sua roupa. Fica aqui uma grande lição. Sempre que falamos mal da vida alheia, é porque o vitrô da nossa alma precisa ser lavado pela bendita Palavra de Deus. 6. Os murmuradores "E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor". (1 Co 10:10) No original grego encontramos o vocábulo "goggudzo", que significa "murmurar", "grunhir", "queixar-se", por causa de algum desprazer sentido em relação a outrem. Os murmuradores contra Moisés foram considerados como inimigos de Deus, porquanto Moisés era o seu grande representante (Ex. 16:8). Certamente também assim sentia O apóstolo São Paulo no tocante aos murmúrios dos Coríntios contra a sua autoridade apostólica, quanto às calúnias que vinha sofrendo às mãos de alguns dos crentes daquela comunidade cristã. Os israelitas se mostraram rebeldes e descontentes em muitas ocasiões (Êx. 15:24; 16:2; 17:3; Nm 14:2,20; Dt 1-27 e Js 9:18). Porém, a instância específica aludida em 1 Co 10:10, parece ter sido aquela historiada no trecho de (Nm 16:41) quando o povo de Israel se queixou amargamente de Moisés e Aarão, devido ao castigo divinamente imposto a Core e seus companheiros. Visto que Paulo não declara especificamente contra o que os crentes de Corinto vinham murmurando, talvez o apóstolo estivesse censurando o descontentamento rebelde em qualquer modalidade que esses crentes demonstravam. É bem possível que pelo menos Paulo fizesse alusão aos murmúrios em que se ocupavam muitos coríntios, falando mal diretamente de Paulo e de sua autoridade apostólica, mais provavelmente por parte do partido dos "intelectuais", que tinham elegido Apoio como o seu grande herói. Certo é que a murmuração fez com que Deus agisse de forma corretiva e disciplinadora, porque diz o texto que eles pereceram pelo destruidor. Fico preocupado quando encontro pessoas que nunca estão satisfeitas e aproveitam qualquer oportunidade para manifestar seu descontentamento com o país, com o governo, com a família, com a igreja. São os que fazem da reclamação o centro de todas as suas conversas. É impossível que gente assim prospere em sua vida. Antes de ministrar a Palavra sobre este tema, em um culto na minha igreja, pude ouvir no meu coração uma mensagem de Deus, que nunca mais vou me esquecer. Disse o Senhor para mim: "Quem vive com espírito de murmuração, reclamando de tudo, fecha o céu e abre o inferno para assistir a sua vida. Mas quem vive com espírito de gratidão, fecha o inferno e abre o céu para assistir a sua vida". Foi por esta razão que disse C.Neil Strait: "aquele que esquece a linguagem da gratidão nunca pode estar em paz com a felicidade". Paulo foi o homem que conheceu como poucos o que é sofrer por uma causa justa, porém não encontramos nas suas epístolas, palavras com o "veneno da murmuração". Foi ele quem disse para os irmãos de Tessalônica: "Em tudo daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". (1 Tss 5:18). Para a igreja de Colossos, ele escreveu: "E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos". (Cl 3:15). 7. Os gritadores "Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós," ( Ef. 4:31; Ct. 5:16). No grego "gritaria" é "krauge", que significa literalmente, "clamor", "grito", mas que figuradamente a termo usado para indicar os acontecimentos e as condições lamentáveis, como a "morte de Jesus", "a aflição da mulher no parto", etc. Mas neste texto, indica "as explosões" "cólera", que geralmente se manifestam em qritos clamorosos. (Tal palavra é usada exclusivamente aqui e em todo o N.T., com esse sentido). Vê, se aqui o espírito iracundo dando vazão ao seu ódio e amargor. Pode-se imaginar a voz estrangulada e rançosa que difama e ataca a outros. Esta é uma das manifestações da carnalidade egoísta, que de forma alguma fica bem em um crente que reivindica ser habitação do Espírito Santo. 8. Os praguejadores "Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus". (Tg 3:9). "Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem".(Hb 12:15) "Tampouco apliques o teu coração a todas as palavras que se disserem, para que não venhas a ouvir o teu servo amaldiçoar-te. Porque o teu coração também já confessou que muitas vezes tu amaldiçoaste a outros". (Ec. 7:21,22) A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está abaixo de seus lábios, cuja boca está cheia de maldição e amargura. (Rm 3:13,14) Algumas pragas que são comuns na boca de certas Das e que nunca deveriam ser ditas pelos filhos de Deus. "Arrependo-me de ter casado com você". "Você é uma cruz para mim". "Quando você casar, sua vida será um inferno". "Esta casa é um inferno". "Que o diabo te carregue". "Que vida desgraçada é a minha". "Seu diabinho, capetinha". "Quero que você morra". "Estes filhos são pragas". "Seu besta". "Seu burro". "Imbecil". Pais que dizem para o filho "Mariquinha", Ou para a filha "Sapatão". E sempre bom lembrar Provérbios 18:21, "A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto". Tem muita gente vivendo uma qualidade de vida péssima, e a causa disso está nos pecados da língua. Que bom se todos decorassem e colocassem em prática, este verso: " O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias". (Pv 21:23) Nós colhemos o que plantamos em forma de palavras. Nossas palavras são sementes que estão sendo semeadas. O que eu planto hoje é o que vou colher amanhã. O que você está plantando? Que tipo de fruto você espera colher amanhã? Pense nisso. O amor deve ser o controlador de todas as nossas palavras!