PASTOR MARCO FELICIANO RECEBE APOIO POPULAR APÓS SER HOSTILIZADO EM AVIÃO EM PLENO VOO: “AQUILO NÃO FOI PROTESTO, FOI DESRESPEITO”
Após ser hostilizado por
ativistas gays dentro de um avião em pleno vôo, o deputado e pastor Marco
Feliciano (PSC-SP) recebeu popular através da internet. Em sites e redes
sociais diversas pessoas publicaram mensagens de apoio ao deputado,
classificando a atitude dos ativistas como desrespeitosa. - Oremos Por Marcos
Feliciano Acabei de receber uma ligação dele, ele está muito Abalado Por ter
sido agredido por Homossexuais dentro do Avião – escreveu o pastor Francisco
Junior. - Não concordar com o Deputado Marco Feliciano não dá o direito das
pessoas o hostilizarem. O que fizeram no avião foi um desrespeito… – escreveu
Alessandro Neves. - Não! Não achei graça na “agressão” que o Marco Feliciano
sofreu no avião… graça nenhuma! Aquilo não foi protesto, foi desrespeito. –
afirmou o pastor e teólogo José Barbosa Junior, editor do site Crer e Pensar. -
Se todos merecessem “atos” por suas burradas… estaríamos todos fritos e
entregues à barbárie – completou Barbosa, em resposta a um seguidor que afirmou
que Feliciano “fez e faz por merecer coisa muito pior”. - Militantes gays
hostilizam Feliciano dentro de avião. Onde está mesmo a intolerância? Reação
seria homofobia? – afirmou através do Twitter o jornalista Reinaldo Azevedo,
que também publicou um texto em sua coluna na revista Veja sobre o incidente. -
Muito bem! Estou entre aqueles que acreditam que as pessoas não podem e não
devem ser assediadas em razão de sua condição sexual, física ou de suas
opiniões — desde que estejam jogando o jogo democrático. E Feliciano está,
ainda que se possa discordar dele, ora! (…) Essa gente que assediou Feliciano,
estou certo, quer a aprovação do PL 122, aquele que manda para a cadeia os
acusados de “homofobia”. Pois é… Com a lei aprovada, se um dos dois assediados
tivesse dado um murro na cara — E RECOMENDO EXPLICITAMENTE QUE NÃO SE FAÇA ISSO
— dos agressores, estaríamos diante de um caso de “homofobia”? – escreveu
Azevedo.- O que essa gente quer? Igualdade perante a lei ou privilégios,
acompanhados da impunidade? O vídeo que eles mesmos postaram — e, pois,
orgulham-se disso — dá a resposta – finalizou o jornalista. - Vi agora o vídeo
dos caras perturbando o Feliciano no avião e senti vergonha pelos indivíduos.
Tipo de militante que CAGA a causa. – afirmou Yasha Gallazzi. - Sobre o q
aconteceu no avião com o Marco Feliciano: Uma vergonha, desrespeito e
repugnante. – afirmou Daniel Resende. Através do Twitter, os homens que
gravaram o vídeo hostilizando Feliciano receberam criticas também de pessoas
que, abertamente, afirmam discordar das opiniões do deputado, mas que também
não concordam com a maneira com que o suposto protesto foi feito. Diversos
usuários da rede social publicaram mensagens condenando a atitude dos
responsáveis pelo protesto, mesmo dizendo também não concordar com a postura do
deputado. - Discordo do Feliciano. Mas discordo do que fizeram com ele no
avião. – escreveu Ale Chumer. - Sou contra Feliciano mas também sou contra o
que esses caras fizeram com ele no vídeo do avião. É um desrespeito até com os
passageiros. – publicou Lodir Negrini. - Discordo de muitas atitudes do Pastor
Feliciano, mas o que fizeram com ele no avião foi baixo e feio, lamentável esse
comportamento. – afirmou Kakanatal. - Sério q cs acham graça nesse povo q
dançou robocopgay p Feliciano no avião? Amor c amor se paga, mas desrespeito ñ
se paga c desrespeito não – declarou Karoline Pacheco. - Vergonhoso o que
fizeram com Marcos Feliciano no avião. Não votei nele e não concordo com as
coisas que ele diz. Mas foi vacilo grande! – publicou Luis Branco. - Sou
contrário aos discursos do Marco Feliciano, mas achei errado o lance no avião.
É incoerente pedir respeito com desrespeito. (…) – escreveu Emerson Alecrim. Muitas
pessoas comentaram também o fato de a atitude contra Feliciano ter colocado em
risco a segurança dos outros passageiros no vôo, ressaltando que em outros
países, como os EUA, uma atitude semelhante a essa seria motivo para prisão
imediata. Por Dan Martins, para o Gospel+

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