MOTIVOS PARA O TERRORISMO NO FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO - INSTITUTO CRISTÃO DE PESQUISAS – PASTOR ANTÔNIO FONSECA
Desde o dia 11 de setembro,
quando ocorreu o maior ataque terrorista da historia as torres gêmeas do World
Trade Center, em Nova Iorque, nunca se viu uma tentativa tão insistente por
parte da liderança islâmica em mostrar ao mundo que a sua religião não
patrocina o terror e muito menos defende o uso da violência contra os
não-muçulmanos. Através dos meios de comunicação, os muçulmanos afirmam que
ações de como a que ocorrreu nos Estados Unidos não fazem parte da visão
islâmica de conversão dos ‘infieis’ e não são modelo de oposição aos que não
apóiam o islã no mundo. É verdade que muitos muçulmanos não compartilham desta
visão de Jihad1, principalmente os mais intelectuais e transculturados, como é
o caso do moderado Mohammad Kathami, primeiro- ministro do Irã, que conduz,
mesmo sob forte oposição dos religiosos, uma reforma social nunca vista desde a
revolução fundamentalista do Aiatolá Komeini. Mas, por outro lado, toma-se
dificílimo ver o islamismo com bons olhos. Isto porque a responsabilidade de
aproximadamente 50% dos atentados terroristas em todos os cinco continentes do
mundo, com milhares de vítimas, é de grupos islâmicos fundamentalistas, que
reivindicam a autoria dos crimes. E contam com o apoio dos governos dos Estados
islâmicos, como Argélia, Iraque, Irã, Arábia Saudita, Afeganistão, Indonésia,
Líbia e Mauritânia, entre outros. E mais. Os atos terroristas que apavoram o
mundo é visto pela grande maioria da população dos países islâmicos não como
uma ação criminosa hedionda, mas como uma defesa, um ato altruísta, e os
suicidas envolvidos nestas ações passam a ser mártires, jamais assassinos.
Quando se viu nos noticiários o julgamento e a condenação desses radicais e
seguidores. Ou, quando se viu uma campanha oficial desses países para conter os
movimentos radicais? O fato de que quase a metade, aproximadamente, dos
atentados terroristas em todo o mundo ser de origem ideológica muçulmana nos
leva a algumas perguntas: Há alguma ligação entre o terrorismo e o islã? Há
algum apoio direto ou indireto para este tipo de ação? Por que tanto ódio
contra países cristãos e a cristãos residentes nessas nações? Por que as nações
árabes mais fundamentalistas são responsáveis pelas maiores agressões aos direitos
humanos? Seria isto apenas uma coincidência? É preciso conhecer a história do
islamismo e a sua doutrina para que estas perguntas sejam respondidas
apropriadamente. Ainda que apenas algumas delas, pois jamais haverá respostas
para todas. Cremos, no entanto, que, com algumas 'evidências' encontradas na
história de Maomé (Mohammad) e no próprio Alcorão, um feixe de luz é lançado
nestas questões.

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