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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

O INSTITUTO CRISTÃO DE PESQUISAS – ICP COMANDADO PELO PASTOR ANTÔNIO FONSECA ESTARÁ DE VOLTA NA TELEVISÃO EM REDE NACIONAL DE SEGUNDA À SEXTA DAS 18 AS 19 HORAS

Longe de ser apenas “o maior país católico do mundo”, o Brasil vê desfilar em sua história e em seu território, um leque de religiões, seitas e movimentos, que formam um complexo mosaico. Importando todo tipo de crença, sincretizando algumas e criando outras, o país submerge a igreja evangélica em um mar de doutrinas. Ao lado do cristianismo evangélico, crescem também seitas pseudocristãs como Testemunhas de Jeová, Mórmons, Umbandistas, Kardecistas e seitas nacionais como Racionalismo Cristão, LBV, Cultura Racional, Santo Daime, etc. Dentro desse contexto, o Instituto Cristão de Pesquisas, iniciou suas atividades no Brasil em 18 de Novembro de 1984. A princípio era apenas uma representação do Instituto Cristão de Pesquisas norte-americano (Christian Research Institute). Aos poucos foi conquistando sua autonomia.  Em 1996 teve início a revista Defesa da Fé, que viria a ser sua mais importante ferramenta. Com tiragem mensal de 20.000 exemplares e divulgada por todo o território nacional, este veículo tem conquistado não só a aprovação do público evangélico, como também diversos prêmios. Entre eles o de melhor revista, pela ABEC e o Troféu Imprensa 2001, pelo Estado do Paraná. Em agosto/2002 foi o prêmio “Destaque Gospel” no Ceará. “Quando vou a Foz do Iguaçu não volto sem a revista Defesa da Fé, que tem sido um vaso de água para quem, como eu, encontra-se no deserto. Que este Oásis nunca seque”, foi a declaração de Gilberto Botelho, residente em Assunção, capital do Paraguai. Devido ao sucesso da revista, a organização lançou em 2000 a Bíblia Apologética, também premiada pela ABEC na Bienal do Livro/2001. É uma edição cuja a função específica é orientar cristãos a respeito dos vários segmentos religiosos presentes no contexto nacional. Com de notas de rodapé e suplementos diversos, é um trabalho único do gênero. Uma nova edição foi publicada em 2005, com o dobro de notas apologéticas sobre um número maior de religiões e seitas, bem como um suplemente ainda mais abrangente. Além destas ferramentas, o ICP lançou a “Série Apologética”, uma coleção de seis volumes que analisa 30 religiões e seitas diferentes. Muito desse material é exclusivo da organização. A série deu origem ao Curso de Apologética, que já formou cerca de 2000 alunos, ganhando um extensão – o curso de Apologética Avançada. Além disto, foram iniciados os Cursos Básico, Médio e Bacharel em Teologia que já conta com mais de 15 mil alunos. Segundo seu diretor teológico, “ a receptividade da igreja brasileira é excelente. Com uma agenda apertada, o Instituto tem vários consultores teológicos e representações comerciais espalhadas nos estados brasileiros. Em todos os lugares onde palestramos, somos solicitados a retornar”. Quem ministra no Brasil, sabe da importância deste trabalho. Para o Pr. Natanael Rinaldi, que já foi presidente do ICP e um dos maiores apologistas do Brasil “o herético também tem alma e precisa ser convencido do seu erro. Como fazê-lo senão pela apologética? Além disso, existem os membros de igrejas que precisam ser orientados sobre os erros doutrinários das seitas” . Apesar de seus mais de setenta anos, permanece um estudioso das seitas nacionais e estrangeiras, pesquisando-as por meio de livros, jornais e revistas “As estatísticas mostram que as seitas crescem pelo descaso da liderança das igrejas evangélicas. É o que Jesus falou a respeito da Parábola do Trigo e Joio. Enquanto o dono do campo dormia, vieram os inimigos e semearam o joio”, afirma o Rinaldi. A revista abordou muitos assuntos polêmicos, como "Harry Potter e suas bruxarias"; "As Testemunhas de Jeová e Hitler"; "Teologia Gay"; "O código da Bíblia" entre outras. Mas segundo nosso editor, não houve confrontos “Creio que a razão disso é que nos preocupamos ao máximo em não ofender pessoas, dirigindo as críticas ao campo das idéias apenas, e principalmente pelas provas que nos baseamos e demonstramos em notas, imagens etc. Isso é fundamental para um ministério apologético como o nosso”. Podemos resumir a obra de apologética no Brasil, com as palavras do próprio editor: “Creio que Defesa da Fé é um tipo de farol. Aqueles que estão duvidosos e carentes de orientações sobre Deus e sua verdade, podem tê-la como um material de apoio e averiguar se o que falamos, questionamos e ensinamos é procedente. Não queremos ser os donos da verdade, apenas cremos que Ela existe e que a conhecemos (1 Jo 5.20). No demais, o Espírito Santo é quem conclui a obra redentora da Cruz”. O alvo de atual presidente, é divulgar o trabalho do ICP pelos 5.546 municípios da nação. Atualmente atende cerca de 3.100 desse total. Tendo assumido a organização em 2002, após trabalhar como diretor executivo durante 4 anos, ele se sente mais que recompensado. Mantendo um bom relacionamento com líderes evangélicos de todas as denominações do país, ele passou por momentos marcantes à frente do Instituto: “Um fato que marcou muito minha vida foi o privilégio de coordenar a elaboração da Bíblia Apologética. Outro fato marcante foi quando passamos por uma enorme crise financeira. Muitos achavam que o ICP não sobreviveria. Tudo o que acontece no ICP são verdadeiros milagres”, afirma o diretor-presidente.

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