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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

DOENÇA PODE ACABAR COM ESTADO ISLÂMICO UM INSETO TRANSMITE A LEISHMANIOSE, A CAPITAL DO EI, RAQQ, TEM MAIS DE 100 MIL CASOS

Quem pode barrar os avanços dos terroristas do Estado Islâmico? Especialistas apontam que a natureza poderá se responsabilizar em derrotar os soldados através de uma doença que pode exterminar o grupo do mapa. A Síria e o Iraque são regiões vulneráveis a leishmaniose, uma doença parasitária que leva à morte. Os primeiros sintomas da doença são úlceras, febre, perda de peso, destruição do fígado e do baço. A leishmaniose é transmitida através de inseto que se propaga rapidamente em locais com péssimas condições higiênicas, segundo especialistas. A situação dos terroristas é bastante delicada, pois sua sede, em Raqq, na Síria, há muitos casos da doença, cerca de 100 mil pessoas contaminadas. A pessoa com leishmaniose tem poucas chances de sobreviver e como os soldados não pedem ajuda médica, as possibilidades de cura são ainda menores. Os locais onde o grupo se instala tem poucas condições de saneamento básico e isso só aumenta a proliferação da doença. A leishmaniose pode acabar com o Estado Islâmico em pouco tempo, se mostrando superior aos trabalhos de grandes potências mundiais que se juntaram para tentar vencê-los através de mísseis e tropas terrestres.

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