PASTOR QUE TEVE FILHA MORTA PELO BOKO HARAM SE ORGULHA: “MORRER POR AMOR A CRISTO É FELICIDADE”
Uma jovem que estava entre as mais de 200
meninas sequestradas pelos extremistas muçulmanos do Boko Haram em Chibok,
Nigéria, foi morta a pedradas por se recusar a negar a Cristo. A maioria das
meninas sequestradas em abril de 2014 era cristã, e foram forçadas sob tortura
a mudar de religião e se casar com os jihadistas. O pai de uma das jovens que
morreram no cativeiro afirmou que a fidelidade que levou sua filha à morte era
digna de celebração. “Me disseram que minha filha se recusou a mudar sua
religião. Me disseram que eles cavaram um buraco e a enterraram até o pescoço,
e ela foi apedrejada até a morte”, relatou o pastor, identificado pela BBC
apenas como Mark. “Morrer por amor a Cristo é a coisa mais feliz para mim. Eu
sou grato que ela não tenha mudado sua religião. Ela confiava em Deus”,
acrescentou. Sua esposa, Marta, lembrou que a morte para os cristãos é um
passaporte para o paraíso: “Eu acredito que ela morreu com dignidade. Monica
agora está no céu, porque ela se recusou se converter ao islã”. De acordo
com informações do Christian Post, a maioria das mais de 200 meninas
sequestradas são cristãs. Como um dos principais objetivos dos extremistas é
combater o cristianismo, e eles as obrigaram a se converter ao islamismo e se
casar com alguns dos jihadistas; Uma adolescente de 17 anos identificada como
Miriam conseguiu escapar do cativeiro e relatou que havia sido casada a força e
estava grávida. “Quatro homens vieram até nós e cortaram as gargantas das
meninas que recusaram na nossa frente. Então, eles disseram que isso iria
acontecer com qualquer garota que se recusa a se casar”, relatou a jovem.
“Havia tanta dor. Eu estava lá apenas com o corpo. Eu não podia fazer nada
sobre isso”, acrescentou, relatando os repetidos estupros.

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