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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

A ORDEM DAS TRIBOS NO ACAMPAMENTO - O TABERNÁCULO E A IGREJA - ABRAÃO DE ALMEIDA

Como um templo destinado a acompanhar os israelitas no deserto, o Tabernáculo era desmontável e podia ser conduzido de um lugar a outro. Para o honroso trabalho de cuidar e transportar os objetos componentes, foram escolhidas as famílias de Gérson, Coate e Merari. Os gersonitas se acamparam atrás do santuário, ou seja, ao Ocidente, e cuidaram do exterior da tenda, como vigias. Os coatitas ficaram ao Sul, e eram responsáveis pelo cuidado da Arca, da mesa, do candelabro, dos altares e de todos os vasos sagrados. Os meraritas situaram-se do lado Norte, e respondiam pela conservação e transporte das tábuas, das travessas, das colunas, das cordas, das estacas e das bases. Os exércitos de Israel acampavam-se ao redor do Tabernáculo observando a seguinte ordem: para o Oriente, guardando a porta de entrada do Tabernáculo, ficava o exército de Judá, de 74.600 homens, e junto a ele, o de Issacar, de 54.400, e o de Zebulom, de 57.400 (Números 2.3 a 9). Do lado Sul ficava o exército de Rúben, de 46.500 soldados, e mais os de Simeão, de 59.300, e Gade, de 45.650 (Números 1.21-25). Do lado Norte ficavam os de Dã, de 62.700 soldados, de Aser, de 41.500, e de Naftali, de 53.400 (Números 1.39-43). E, finalmente, do lado Oeste, ou seja, à retaguarda do Tabernáculo, ficavam os exércitos de Efraim, de 40.500 soldados, de Manasses, de 32.200, e de Benjamim, de 35.400 (Números 2.18-23). O Tabernáculo olhava sempre para o Oriente, isto é, para o lugar do nascimento do Sol, certamente apontando para a pessoa de Jesus, anunciado pelo profeta Malaquias como o Sol da Justiça que traz a salvação debaixo das suas asas (Malaquias 4.2). As peças principais desse santuário tomavam a forma de uma cruz, também apontando para Jesus (2 Coríntios 5.18). O fato de a tribo de Judá guardar a porta do Tabernáculo é muito significativo, pois, nas bênçãos de Jacó a seus filhos, ele diz, no primeiro livro da Bíblia, que Judá era como um leão, figura que aparece também no último livro das Escrituras, onde Jesus nos é apresentado como o Leão da Tribo de Judá (Gênesis 49.9; Apocalipse 5.5).

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