CALVINISMO – UMA IDENTIFICAÇÃO DENOMINACIONAL - CALVINISMO - ABRAHAM KUYPER
O título denominacional de alguns Batistas e Metodistas indica um terceiro uso do nome calvinista. Ninguém menos que Spurgeon pertenceu à uma classe de Batistas que, na Inglaterra, chamavam-se de “Batistas calvinistas”, e os Metodistas Whitefield , em Gales, até o dia de hoje, mantém o nome de “Metodistas calvinistas”. Assim, aqui também, ele indica de algum modo uma diferença confessional, mas é aplicado como o nome de uma denominação eclesiástica especial. Sem dúvida, esta prática teria sido severamente criticada pelo próprio Calvino. Durante seu tempo de vida nenhuma Igreja Reformada jamais sonhou em dar nome de algum homem à Igreja de Cristo. Os Luteranos têm feito isto, as Igrejas Reformadas nunca. (NT) Caso Dreyfus: Alfred Dreyfus, capitão do exército francês, de origem judaica, foi injustamente condenado à prisão perpétua por traição, em 1894. O caso galvanizou a opinião pública e vários intelectuais escreveram em sua defesa, mas somente em 1906 ele foi reabilitado. Kuyper refere-se aos anos recentes da controvérsia, quando o caso tomou colorações anti-semíticas – Dreyfus era apontado como vilão e os judeus, ligados aos calvinistas, apontados como inimigos dos Franceses.
(NE) Charles Hodge: O maior teólogo Norte Americano do século 19 (1797-1878), estudou na Universidade de Princeton e, posteriormente, no seu Seminário, instituição da qual se tornou professor. Foi um profuso escritor e produziu uma famosa Teologia Sistemática que apresenta uma sólida visão calvinista da vida. Hodge influenciou profundamente a visão de Simonton sobre o campo missionário.
George Whitefield, nasceu em 1714, em Gloucester, Inglaterra; e morreu em 1770, na América. Um pregador de eloqüência incomum.

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