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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

NATAL - MANUAL DE CERIMÔNIAS - TEMÓTEO RAMOS DE OLIVEIRA PASTOR DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DO RIO DE JANEIRO, VICE-PRESIDÊNCIA DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DA CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS

A celebração do Natal tem sido muitas vezes colocada em juízo, em razão da falta de fundamento bíblico específico. Também há conflito quanto ao tempo do nascimento de Jesus, afirmando alguns que a data já consagrada pelo mundo chamado cristão, isto é, 25 de dezembro, não é exata. O certo é que no Natal aproveitamos a ocasião para exaltar, de forma específica, o grandioso acontecimento de Belém. A Bíblia nos ensina que tudo devemos fazer para a glória de Deus, então, para que a nossa celebração natalina contribua para a glória do Senhor, devemos ater-nos aos postulados bíblicos e nunca permitir, como algures tem acontecido, que a celebração do Natal de Jesus seja uma exibição de talentos humanos, com apresentação de peças pitorescas que só agradam ao intelecto, especialmente dos espiritualmente vazios. Se vamos celebrar o Natal de Jesus, o que mais nos interessa é Jesus mesmo. As declamações, recitativos, cânticos, tanto das crianças, como dos jovens ou adultos, devem estar em perfeita sintonia com o padrão bíblico doutrinário que esposamos. As pessoas escolhidas para elaborar e ensaiar o programa de Natal devem ser, acima de tudo, espirituais, submissas à Palavra de Deus e obedientes ao pastor da igreja, e nunca cheias de si mesmas, para que não tragam à igreja do Senhor aquilo que não edifica. É conveniente que o pastor da igreja assista, pelo menos aos ensaios gerais, tomando, assim, conhecimento, de todo o conteúdo do programa. O que aqui expomos não constitui normas permissivas ou proibitivas para qualquer igreja, tão-só queremos dizer que todo aquele que deseja agir dentro dos limites bíblicos, terá prazer em seguir as linhas aqui traçadas. O número de partes não deve ser tão elevado que se torne enfadonha a sua apresentação, dando lugar a que o culto termine além do horário habitual, sem deixar tempo para a conclusão, que certamente deve ser aproveitada para convidar os pecadores a aceitarem o Salvador. O cenário deve ser ornamentado dentro dos padrões usados normalmente pela igreja. Nada de constelações, presépios, sinos, lâmpadas intermitentes em árvores de Natal. As vestimentas representativas devem ser próprias para um culto a Deus, onde a seriedade deve ter primazia. Os cânticos gerais com a igreja devem ser de assuntos relativos ao Natal. A música será animada e compatível com o momento. A leitura bíblica será feita nos textos próprios, como Isaías 9.2-7; Miquéias 5.2-4; Mateus 1.18-25; Lucas 2.1-20, etc. A oferta faz parte do culto. Não esqueçamos de que no Natal de Jesus também levaram ofertas. Observação: É prudente que as partes a serem apresentadas sejam escritas por autores comprovadamente espirituais e que as poesias tenham conteúdo bíblico legítimo e nunca sejam invencionices de quem tem apenas dotes naturais para escrever, mas carece da unção e da inspiração divinas e bem assim do sadio conhecimento bíblico.

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