EVANGÉLICOS REAGEM À FALA DE LULA SOBRE HONESTIDADE: “ROUBOU O DISCURSO DO MALUF”, DIZ SILAS MALAFAIA DO CONSELHO INTERDENOMINACIONAL DE MINISTROS EVANGÉLICOS DO BRASIL - CIMEB
As declarações do ex-presidente Lula (PT) de
que, no Brasil, “não existe ninguém mais honesto” que ele, “nem na igreja
evangélica”, repercutiu negativamente entre lideranças de denominações
pentecostais. Nas redes sociais, pastores como Marco Feliciano (PSC-SP), Silas
Malafaia e Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ) reagiram à fala do ex-presidente. “Uma
afronta a todos nós!”, resumiu Feliciano, pastor da Assembleia de Deus Catedral
do Avivamento e deputado federal, em uma publicação no Twitter. O pastor Silas
Malafaia também usou as redes sociais para comentar a fala de Lula: “Piada!
Lula roubou o discurso de [Paulo] Maluf. Não existe gente mais honesta que eu’.
Vai ser cínico lá no raio que o parta, um palhaço mentiroso”, esbravejou.
O líder da Assembleia
de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) voltou ao tema um dia depois, ainda
indignado: “Lula diz que não tem ninguém mais honesto que ele, até o diabo
ficou revoltado com ele kkkkkkkk muito kkkk otário falastrão cínico kkkkk”,
escreveu. Sóstenes Cavalcante, que exerce mandato de deputado federal, também
reagiu à fala do ex-presidente: “Os tempos mudaram. As pessoas não são mais
desinformadas. Sabem que essa é uma estratégia sua para se descolar do PT, que
é um partido de ladrões. Ladrões condenados pelo STF”, afirmou, em uma
publicação nas redes sociais. Lula lá: Cassio Conserino, promotor de Justiça de
São Paulo, acredita que as investigações contra o ex-presidente Lula no caso de
um apartamento tríplex que a construtora OAS reservou para ele já possuem
indícios suficientes para denunciá-lo por lavagem de dinheiro. De acordo
com informações da revista Veja, o promotor avalia que as apurações do caso já
conquistaram embasamento legal para o início de um processo contra Lula, pois
as provas de que a construtora procurou favorecer o ex-presidente são fortes. No
entanto, o líder petista ainda terá oportunidade de se defender na continuidade
das apurações para tentar evitar a abertura de um processo.

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