45 PESSOAS SÃO QUEIMADAS VIVAS PELOS TERRORISTAS DO ESTADO ISLÂMICO EM CIDADE IRAQUIANA
Os terroristas do Estado Islâmico, em mais um ato de barbárie,
queimaram 45 iraquianos vivos em uma cidade vizinha a uma base militar dos
Estados Unidos. Segundo o coronel Qasim al-Obeidi, chefe de Polícia de Kirkuk,
disse que embora ainda não tenha sido possível identificar as vítimas por causa
da presença dos extremistas islâmicos, desconfia-se que os mortos pertencessem
a uma equipe de segurança da cidade. O coronel pediu que as autoridades
internacionais se mobilizem e decidam de que maneira atuarão de forma rápida,
pois o Iraque pode sucumbir à violência do Estado Islâmico. O domínio dos terroristas
sobre Kirkuk se consolidou na semana passada, e agora se aproximam da base
militar norte-americana em Ain al-Asad. A cidade era uma das poucas cidades na
província de Anbar que ainda estavam sob controle do governo iraquiano. Não há
informações se as instalações dos Estados Unidos permanecem ativas ou foram
abandonadas quando as forças militares deixaram o Iraque. Segundo o jornal O
Globo, o acesso ao local onde aconteceram as mortes está difícil, e por isso
não é possível averiguar detalhes sobre o massacre. Na última terça-feira, 17
de fevereiro, um condomínio de casas das famílias dos integrantes das forças de
segurança e de funcionários do governo iraquiano foi atacado. “A notícia de que
45 pessoas teriam sido queimadas surge semanas depois de o Estado Islâmico
divulgar um vídeo em que executa da mesma forma um piloto jordaniano capturado
na Síria”, relembrou O Globo. O caso despertou a fúria do governo da Jordânia,
que executou a terrorista iraquiana que o Estado Islâmico queria em troca da
liberdade do piloto. Na mesma época, dois jornalistas japoneses foram
executados pelos extremistas. Um deles era o cristão Kenji Goto. Crianças: O Estado Islâmico publicou uma
imagem (acima) na última segunda-feira, 16 de fevereiro, com crianças sírias
trancadas em uma gaiola semelhante à usada para carbonizar o piloto jordaniano.
A imagem foi usada como uma ameaça às autoridades do país caso os ataques às
instalações do Estado Islâmico continuem acontecendo.

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