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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

BUDISMO - O NIRVANA, A SALVAÇÃO E A BÍBLIA

Somente atingindo o nirvana (céu budista), o homem fica livre do samsara. O nirvana é a extinção do ser, uma auto-extinção, quando toda idéia de personalidade individual cessa. Imagine: assim como o caldo de galinha se dissolve na sopa, assim também o ser humano, no final, será diluído como tempero cósmico no nada (o nirvana). “A salvação final, na concepção budista, está relacionada à individualidade da pessoa, e não da própria pessoa, como acreditam os cristãos”, diz Norman Geisler. Esse conceito é uma grande desesperança quando comparado com a fé cristã (Ef 1.4-5). Há três estágios no filme Matrix que reforçam a idéia do ciclo existencial até o nirvana. O primeiro é a vida de Neo como Thomas Anderson. O segundo é o despertar de Neo para a vida real no casulo de Matrix. E o último é a “morte” de Neo nos dois mundos e seu ressurgimento como alguém capaz de reprogramar Matrix. Um ponto muito enfatizado no zen-budismo é que a experiência pessoal é o único jeito de atingir a iluminação, enfocado no filme por Morpheus, quando ele diz a Neo: Você tem de ver por si mesmo. Eu não disse que seria fácil, Neo. Esta observação está ligada a Shnryu Suzuki (1905-1971). O aspecto fundamental do caminho para o nirvana é a eliminação de todo pensamento dualista. E a raiz de tal pensamento é a lógica. Nesse caso, é necessário quebrar as cadeias da lógica e abordar a vida a partir de um novo ponto de vista. Para o cristão, o seu futuro não é uma condição de união ou absorção final por alguma essência impessoal, mas uma continuidade pessoal e consciente no céu com Cristo: “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20). Devemos sempre nos lembrar de uma coisa: assim como o céu, o inferno também é real! (2Pe 2.4, 9; Ap 20.10, 15). Conclusivamente, o zen-budismo é a ramificação do budismo difundida na trilogia de Matrix. Nela, a prática do zen-budismo tem o propósito de alcançar o mesmo nirvana. Segundo Norman Geisler, o zen-budismo é a forma mais influente do budismo difundida atualmente. Suas origens são encontradas em Tão-Sheng (360-434 d.C.), um budista mahayana, e em Bodidarma (m. 534 d.C.). Tão-Sheng migrou da China para o Japão, onde sua forma de budismo foi mesclada com o taoísmo, que enfatiza a união com a natureza (panteísmo). Essa mistura eclética é conhecida por zen (meditação). No zen-budismo, Deus é homem e o homem é Deus (panteísmo). Além de o homem ser Deus, tudo é Deus e Deus é tudo. Tudo e todos são Um (monismo). Budas (pessoas iluminadas) e seres sensitivos surgem da mente única, e não há outra realidade além desta mente. O que existe de fato é a Mente, o resto é ilusão. Em seu livro, O sentido da vida, Dalai Lama defende a crença de que cada um de nós esteve ou está no estado de existência cíclica cármica. Essa idéia fica clara no filme por meio de uma rede de computadores que liga as percepções das pessoas, aprisionando-as.

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