Embora seja a minha maior preocupação ser capaz de causar uma impressão
favorável a Deus e à minha própria consciência, talvez se espere que eu também
dê ao mundo alguma explicação sobre esta tarefa ousada que tentarei desempenhar
com toda a simplicidade. E o farei como alguém que crê que, se os homens devem
prestar contas no grande dia por cada palavra vã e ociosa que pronunciam, muito
mais por cada linha que escrevem. E assim, pode ser útil, em primeiro lugar,
estabelecer aqueles princípios grandes e sagrados sobre os quais eu me fir mo,
e pelos quais sou governado, nesta tentativa de explicar e desenvolver estas
porções das Sagradas Escrituras. Desejo oferecer este esforço, com humildade,
ao serviço daqueles que concordam comigo nestes seis princípios (e só espero
que sejam aceitáveis a eles): I Que a religião é a única coisa útil. E em
conhecer, amar e temei' a Deus, o nosso Criador, e em todos os casos de afeição
devota e de boa conversa guardar os seus mandamentos (Ec 12.13), reside, sem
dúvida, o bem estar do homem. E que isto é o mais importante para cada um de
nós. Isto o mais sábio dos homens, após uma análise íntima e abundante em seu
Eclesiastes, estabelece como a conclusão de toda a sua matéria (o Quocl erat
demonstrandum de todo o seu discurso). Portanto, entendo que posso estabelecer
isto como um postulatuni, e como o fundamento de todo este assunto. E
necessário para toda a humanidade, em geral, que haja religião no mundo, pois
ela é absoluta mente necessária para a preservação da honra da natureza
humana, e, não menos que isto, para a preservação da ordem das sociedades
humanas. E necessário que cada um de nós em particular seja religioso. De outra
forma, não poderemos corresponder à finalidade de nossa criação, obter o favor
do nosso Criador, tranqüilizarmo-nos agora, ou sermos felizes para sempre. Um
homem que recebe os poderes da razão, pelos quais ele é capaz de conhecer,
servir, glorificar e desfrutar o seu Criador, mas que vive sem Deus no mundo, é
certamente o mais desprezível e o mais miserável animal debaixo do sol. n Que a
revelação divina é necessária para a verdadeira religião, para a sua existência
e apoio. Que a fé, sem a qual é impossível agradar a Deus, não pode chegar a
nenhuma perfeição vendo as obras de Deus, mas deve vir através de se ouvir a
Palavra de Deus, Romanos 10.17. A alma racional, uma vez que recebeu o choque
fatal pela queda, não pode ter ou manter apenas o olhar no grande autor de sua existência,
observá-lo, esperar por Ele, algo que é tanto o seu dever como felicidade, sem
alguma descoberta sobrenatural feita por si mesmo a respeito de si mesmo, e de
seu pensamento e vontade. A luz natural, sem dúvida, é de excelente utilidade,
até certo ponto. Mas é necessário que haja uma revelação divina, para corrigir
os seus erros e compensar as suas deficiências, para nos ajudar onde a luz da
natureza nos deixa na incerteza, especialmente na maneira e método da
recuperação do homem de seu estado caído e na sua restauração ao favor do seu
Criador. Do qual ele só pode ter a sua própria consciência da perda,
descobrindo, por triste experiência, o seu próprio estado presente de pecado e
miséria. A nossa própria razão nos mostra a ferida, mas nada menos que a
revelação divina pode descobrir para nós um re médio em que possamos confiar.
A situação e o caráter das nações da terra, as quais não possuíam outro guia em
suas devoções além da luz natural, com alguns resquícios da instituição divina
de sacrifícios recebidos pela tradição de seus pais, mostram claramente o
quanto a revelação divina é necessária para a subsistência da religião. Porque
aqueles que não tinham a Palavra de Deus, logo perderam o próprio Deus,
tornaram-se vãos em suas imaginações a respeito dele, e grandemente vis e
absurdos em suas adorações e em seus prognósticos. É verdade que os judeus, que
tiveram o benefício da revelação divina, se perderam às vezes na idolatria e
admitiram corrupções muito gros seiras. No entanto, com a ajuda da lei e dos
profetas, eles se recuperaram e se corrigiram. Ao passo que a melhor e mais
admirada filosofia dos pagãos jamais pôde fazer qualquer coisa em benefício da
cura da idolatria vulgar, ou, tanto quanto é oferecida, remover quaisquer
daqueles ritos bárbaros e ridículos de sua religião, que eram os escândalos e
reprovações da natureza humana. Que os homens, portanto, finjam o que desejarem
fingir que são, quer deístas, quer ateus, ou qualquer outra coisa que desejem
sei'. E aqueles que, sob o pretexto de admirar os oráculos da razão, colocam de
lado como inúteis os oráculos de Deus, diminuem os fundamentos de toda a
religião, e fazem o que podem para cortar toda a comunicação entre o homem e o
seu Criador, considerando este ser tão nobre como se estivesse no mesmo nível
dos animais que perecem. mQue a revelação divina agora não deve ser encontrada
nem esperada em nenhum lugar além das Escrituras do Antigo e do Novo
Testamento. E ali ela está. É verdade, houve religião e revelação divina antes
que houvesse qualquer palavra escrita. Mas argumentar, a partir daí, que as
Escrituras não são mais necessárias, é tão absurdo quanto seria argumentar que
o mundo poderia muito bem passar sem o sol, porque na criação o mundo teve três
dias de luz antes de o sol ser criado. As revelações divinas, quando dadas
primeiro, foram confirmadas por visões, milagres e profecias. Mas deveriam ser
transmitidas para regiões distantes e gerações futuras, com suas provas e
evidências, através da escrita, o modo mais seguro de transmissão, e através da
qual o conhecimento das outras coisas memoráveis é preservado e propagado.
Temos motivos para pensar que até mesmo os dez mandamentos, emborapronunciados com tanta solenidade no Monte
Sinai, teriam sido, muito antes disso, perdidos e esquecidos, se tivessem sido
entregues somente pela tradição, e nunca tivessem sido registrados pela
escrita. Aquilo que está escrito é que permanece. A Escritura certamente não
está compilada como um sistema ou corpo metódico da Teologia, secundam arfem -
de acordo com as regras da cvrfe, mas através de diversas formas de escrita
(histórias, leis, profecias, can ções, epístolas, e até mesmo provérbios),
várias vezes, e por várias mãos, conforme a Infinita Sabedoria julgou que seria
adequado. O fim é efetivamente obtido. Estas coisas são claramente esperadas e
dadas como certas, e tudo isto é expressamente revelado e tornado conhecido
quando, sendo tudo reunido, somos suficientemente informados de todas as
verdades e das leis da santa religião em que devemos crer, e assim podemos ser
governados por elas. Pode mos ter a certeza de que toda a Escritura é dada por
inspiração de Deus (2 Tm 3.16), e que homens santos falaram e escreveram ao
serem movidos pelo Espírito Santo (2 Pe 1.21). Mas quem ousa fingir descrever
esta inspiração? Ninguém conhece o caminho do Espírito, nem como os pensamentos
foram formados no coração daquele que foi inspirado, assim como também não
conhecemos o caminho da alma dentro do corpo, ou como os ossos são forma dos
no ventre daquela que está grávida, Eclesiastes 11.5. Mas podemos estar certos
de que o bendito Espírito não só preparou e qualificou habitualmente os
escritores das Escrituras para este serviço, e colocou em seus corações o que
escrever, mas igualmente ajudou os seus entendimentos e as suas memórias para
registrarem as coisas de que eles mesmos tinham conhecimento, e que eficazmente
impediu erros e enganos. E aquilo que eles não poderiam saber exceto pela
revelação (como, por exemplo, Gênesis 1 e João 1), o mesmo bendito Espírito
lhes informou de forma clara e satisfatória. E, sem dúvida, tanto quanto era
necessário para o fim pretendido, eles foram guiados pelo Espírito, tanto na
linguagem como na expressão. Porque houve palavras que o Espírito Santo lhes
ensinou (1 Co 2.13). E, assim, o Senhor Deus disse ao profeta: Dize-lhe as
minhas palavras, Ezequiel 3.4. No entanto, não é pertinente para nós, que
elaboramos o estatuto, ter a liberdade que Ele tomou ao usar as suas próprias
palavras. Quando ela é ratificada, torna-se o ato do legislador, e obriga o
sujeito a observar a sua verdadeira intenção e o seu verdadeiro significado. A
Escritura prova a sua autoridade e origem divinas tanto para os sábios como
para os ignorantes. Mesmo para os ignorantes e para a parte menos pensante da
humani dade, a Escritura é abundantemente comprovada pelos muitos milagres
incontestáveis operados por Moisés e pelos profetas, pelo Senhor Jesus Cristo e
seus apóstolos, para a confirmação de suas verdades e leis. Seria uma
reprovação intolerável para a Verdade eterna, supor que este selo divino
afixado seja uma mentira. Além disso, para os mais sábios e pensadores, para os
mais atenciosos e contemplativos, a Escritura é recomendável através daquelas
excelências inatas que são características auto-evidentes de sua origem divina.
Se olharmos cuidadosamente, logo estaremos cientes da imagem e da inscrição de
Deus sobre ela. Uma mente corretamente disposta por uma sujeição humilde e
sincera ao seu Criador, irá descobrir facilmente a imagem da sabedoria de Deus
nas admiráveis profundezas de seus mistérios. A imagem de sua soberania na
majestade superior de seu estilo. A imagem de sua unidade na maravilhosa
harmonia e simetria de todas as suas partes. A imagem de sua santidade na
pureza imaculada de seus preceitos. E a imagem de sua bondade na tendência
manifestada do todo para o bem-estar e felicidade da humanidade em ambos os
mundos. Em resumo, é uma obra de autoria divina. E tanto ateus como deístas,
apesar de suas pretensões vangloriosas de raciocinarem como se a sabedoria de
vesse morrer com eles, se expõem aos absurdos mais gritantes e desprezíveis que
se pode imaginar. Porque, se as Escrituras não forem a Palavra de Deus, então
não há nenhuma revelação divina agora no mundo, nenhuma descoberta do pensamento
de Deus com relação ao nosso dever e felicidade. De forma que, se um homem
estiver desejoso e solícito para fazer a vontade do seu Criador, ele deve, por
falta de recursos, perecer na sua ignorân cia, uma vez que não há livro além
desse que se comprometa a dizer-lhe o que fazer - uma conseqüência que de modo
algum pode ser conciliada com a idéia que temos da bondade divina. E (o que não
é menos absurdo), se as Escrituras não forem realmente revelação divina, elas
são certamente uma grande fraude que foi colocada no mundo. Mas não temos
motivos para pensar nelas dessa forma. Porque homens maus jamais poderiam
escrever um livro tão bom, nem Satanás teria tamanha astúcia ao ajudar a
expulsar a si mesmo. Ao mesmo tempo, os homens bons jamais fariam uma coisa tão
perversa quanto falsificar o claro selo do céu e afixá-lo para a sua própria
incriminação, por mais justo que isto pudesse parecer. Não, os homens não
seriam capazes disto, e as Escrituras jamais trariam palavras de homens iníquos
e maus. TT T Que as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento foram
intencionalmente criadas para o nosso aprendi- Ji V zado. Elas devem ter sido
uma revelação divina para aqueles em cujas mãos foram colocadas primeiro. No
entanto, nós, a esta distância, não nos preocupamos com elas. Mas é certo que
elas tinham o propósito de serem de uso e obrigação universal, e perpétuas para
todas as pessoas, em todos os lugares e em todas as eras, para todos aqueles
que tenham o conhecimento delas, até mesmo sobre nós, a quem estas preciosas
Escrituras chegaram, sim, a nós que estávamos nos confins da terra. Veja
Romanos 15.4. Embora não estejamos sob a lei como em uma aliança de inocência
(porque então, sendo culpados, deveríamos inevitavelmente perecer sob a sua
maldição), este não é um estatuto antiquado, mas uma firme declaração da
vontade de Deus a respeito do bem e do mal, do pecado e do dever, e a sua
reivindicação de obediência está em sua força e virtude totais. E a nós é
anunciado o Evangelho da lei cerimonial, assim como àqueles a quem ele foi
primeiramente entregue, e muito mais claramente, Hebreus 4.2. As histórias do
Antigo Testamento foram escritas para a nossa admoestação e direção (1 Co
10.11), e não para a informação e diversão dos curiosos. Os profetas, embora
tenham morrido há muito tempo, profetizam novamente através de seus escritos,
diante de povos e nações (Ap 10.11), e as exortações de Salomão nos falam como
a filhos.O assunto da Sagrada
Escritura é universal e perpétuo, e, portanto, do interesse de todas as
pessoas, em todas as partes do mundo. Seus objetivos são: 1. Revitalizar a lei
universal e perpétua da natureza, cujos próprios resquícios (ou reminiscências)
em consciência natural nos dão pistas de que deveremos receber uma revelação
ainda mais clara (a saber, o Evangelho). 2. Revelar a lei universal e perpétua
da graça, que traz a maravilhosa beneficência de Deus aos filhos dos homens,
colocando-os, assim, em uma condição melhor do que a dos demônios, trazendo
fortes razões para que tenhamos esperança. A autoridade divina que neste livro
ordena a nossa crença e obediência é, da mesma forma, universal e perpétua, e
não conhece limites, seja de tempo ou de lugar. Segue-se, portanto, que toda
nação e toda época para as quais estes escritos sagrados são transmitidos estão
destinados a recebê-los com a mesma vene ração e consideração piedosa que eles
ordenaram em sua primeira entrada. Embora Deus, nestes últimos dias, nos tenha
falado pelo Filho, não devemos pensar que aquilo que Ele falou muitas vezes e
de muitas maneiras aos pais (Hb 1.1) não sirva para nós, ou que o Antigo
Testamento seja um almanaque obsoleto. Não, nós somos edificados sobre 0
fundamento dos profetas, assim como dos apóstolos sendo o próprio Cristo a
pedra de esquina (Ef 2.20), em quem ambos os lados deste edifício abençoado se
encontram e são unidos. Eles eram os antigos registros da igreja judaica, aos
quais Cristo e os seus apóstolos, com muita freqüência se referiram, recorreram
e nos ordenaram a buscar e a dar atenção. Os pregadores do Evangelho, como os
juizes de Josafá, onde quer que fossem, tinham este livro da lei consigo, e
consideravam grande vantagem para si mesmos falar com aqueles que conheciam a
lei, Romanos 7.1. Esta célebre tradução do Antigo Testamento na língua grega
pelos Setenta, entre 200 e 300 anos antes do nascimento de Cristo, foi para as
nações um feliz preparativo para melhor proveito do Evangelho, divulgando o
conhecimento da lei. Porque, assim como o Novo Testamento expressa e completa o
Antigo, e assim o torna mais útil a nós agora do que foi para a igreja judaica,
também o Antigo Testamento confirma e ilustra o Novo, e nos mostra Jesus Cristo
como Aquele que é o mesmo ontem, hoje, e o será para sempre. V Que as Sagradas
Escrituras não foram criadas apenas para o nosso aprendizado, mas são a firme
norma esta belecida para a nossa fé e prática, pela qual devemos ser
governados agora e julgados em breve. Não é apenas um livro de uso genérico
(assim como podem ser os escritos de homens bons e sábios), mas é de autoridade
soberana e dominante, o livro do estatuto do Reino de Deus. Nosso juramento de
lealdade ao Senhor, como o nosso Senhor supremo, nos liga à observância a este
precioso livro. Quer estejamos dispostos a ouvi-lo ou a evitá-lo, devemos nos
considerar informados de que este é o oráculo que devemos consultar e pelo qual
tudo em nossa vida deve ser deter minado, a pedra de toque à qual devemos
recorrer e pela qual devemos testar as doutrinas. A Palavra do Senhor é a regra
que devemos ter sempre em vista, pela qual devemos, em todas as coisas, ordenar
os nossos sentimentos e con versas. E nelas que devemos buscar os padrões e
medidas que aplicaremos à nossa vida. Este é o testemunho e esta é a lei que
está atada e selada entre os discípulos. E se não falarmos ou agirmos de acordo
com esta palavra, significa que não há luz em nós, Isaías 8.16,20. A criação da
luz dentro das nossas regras e procedimentos (que, por natureza, consiste
apenas de trevas) é, pela graça, apenas uma cópia da obra escrita que dá forma
à nossa vida. Por esta razão, não podemos agir como se estivéssemos colocando o
juiz acima da lei. A criação das tradições da igreja que rivalizam com as
Escrituras também é altamente prejudicial. É como criar um relógio, que pode
ser adiantado ou atrasado de acordo com os interesses daqueles que o vêm. Como
se algum mortal fosse capaz de corrigir o sol, aquele medidor fiel de horas e
dias. Estes são absurdos que, uma vez admitidos, passam a ser seguidos por
milhares de pessoas, trazendo os resultados mais desastrosos que temos visto.
Experiências absolutamente tristes. 1 TT Que, portanto, é dever de todo cristão
buscar diligentemente as Escrituras, e o ofício dos ministros é guiá-lo V X e
ajudá-lo neste assunto. Por mais que este livro dos livros em si seja útil, ele
não será de nenhuma utilidade para nós se não nos familiarizarmos com ele,
lendo-o diariamente, e meditando nele, para que possamos entender o pensamento de
Deus que está expresso nele, e possamos aplicar o que entendemos a nós mesmos
para a nossa direção, censura e consolação, quando houver ocasião. O caráter do
homem santo e feliz faz com que o seu prazer esteja na lei do Senhor. E, como
uma evidência disso, ele conversa com a lei como com seu companheiro constante,
e se aconselha com ela como faria com o seu conselheiro mais sábio e confiável,
porque nesta lei ele medita de dia e de noite, Salmos 1.2. Cabe a nós estarmos
preparados nas Escrituras, e alcançarmos isto pela leitura constante e pela
observação cuidadosa, especialmente pela oração fervorosa a Deus pelo dom
prometido do Espírito Santo, cujo oficio é trazer à nossa lembrança aquilo que
Cristo nos disse (Jo 14.26), para que possamos ter uma ou outra boa palavra à
mão para o nosso uso quando nos dirigirmos a Deus e em nossas conversas com os
homens, na nossa resistência a Satanás e na nossa comunhão com os nossos
próprios corações. E também para que possamos ser capazes, como bons chefes de
família, de tirar deste tesouro coisas novas e antigas, para a consideração e
edificação tanto de nós mesmos como dos outros. Isto tornará o homem de Deus
perfeito neste mundo, completando-o tanto como cristão quanto como ministro,
preparando-o completamente para toda boa obra, 2 Timóteo 3.17. Cabe a nós
também sermos poderosos nas Escrituras, como Apoio foi (At 18.24). Isto é,
estarmos completamente familiarizados com o verdadeiro propósito e significado
delas, para que possamos entender o que lemos, e para que possamos não
interpretar mal ou aplicar mal a Escritura, mas, pelo bendito Espírito, ser
guiados em toda a verdade (Jo 16.13). Que também possamos ser firmes e
perseverantes na fé e no amor, dedicando cada parte da Escritura ao uso que lhe
foi destinado. A letra, seja da lei ou do Evangelho, tem pouco proveito sem o
Espírito. Os ministros de Cristo são aqui ministros do Espírito para o bem da
igreja. A sua tarefa é abrir e aplicar as Escrituras. Então, eles devem
alcançar o seu conhecimento, depois suas doutrinas, devoções, direções e
admoestações, e, por conseguinte, a sua própria linguagem e expressão.Explicar as Escrituras era o modo mais usual
de pregar nos primeiros e mais puros séculos da igreja. O que os levitas têm a
fazer além de ensinar a lei a Jacó (Dt 83.10)? Eles não devem apenas ler a lei,
mas dar o sentido, e fazê-los en tender a leitura, Neemias 8.8. Como é que
farão isto exceto se alguns homens os guiarem? Atos 8.31. Assim como os
ministros dificilmente receberiam algum crédito sem o apoio da Bíblia, a Bíblia
dificilmente seria entendida sem que os ministros a explicassem. Mas aqueles
que, tendo a ambos, perecerem na ignorância e na incredulidade, levarão o seu
sangue sobre a sua própria cabeça. Sendo, portanto, totalmente persuadidos
destas coisas, concluo que qualquer que seja a ajuda oferecida a bons cristãos
ao buscarem as Escrituras, este é um serviço real feito para a glória de Deus,
e em benefício dos interesses de seu reino entre os homens. E é isto que me
levou a esta tarefa, da qual tenho me ocupado em fraqueza, em temor, e em
grande tremor (1 Co 2.3), para que não seja achado me exercitando em coisas que
me exaltem, para que uma tarefa tão louvável não venha a sofrer o prejuízo de
um tratamento pouco hábil. Se alguém desejar saber como uma pessoa tão
insignificante e obscura como eu - que no aprendizado, juízo, felicidade de
expressão, e em todas as van tagens para tal serviço, sou menor que o menor de
todos os servos do meu Mestre - veio a se aventurar em uma obra tão grande, não
posso dar nenhuma outra explicação além dessa: Há muito tempo, tem sido a minha
prática poupar qualquer tempo em meu estudo, a partir das constantes
preparações para o púlpito, para gastar o tempo redigindo exposições sobre
algumas partes do Novo Testamento, nem tanto para o meu próprio uso, mas
puramente para o meu entretenimento, porque eu já não sabia como empregar os
meus pensamentos e o meu tempo para a minha própria satisfação. Trahit sua
quemque voluptas - todo homem que estuda tem algum estudo preferido, o qual é o
seu deleite acima de- qualquer outro. E este é o meu. Este aprendizado foi a
minha felicidade desde criança. Sei1 in struído por meu sempre honrado pai,
cuja memória deve ser muito querida e preciosa para mim. Ele freqüentemente me
lembrava de que um bom texto é um dom divino. E do que eu deveria ler outros
livros tendo isto em vista, e as sim poderia ser capaz de entender melhor e
aplicar melhor a Sagrada Escritura. Enquanto eu estava agindo assim, surgiu a
Exposição do Sr. Burkitt, do primeiro dos Evangelhos, e mais tarde dos Atos e
das Epístolas, uma obra que encontrou uma aceitação muito boa entre pessoas
sérias, e, sem dúvida, pela bênção de Deus continuará a prestar um grande
serviço à igreja. Pouco tempo depois de terminar aquela obra, agradou a Deus
chamá-lo ao seu descanso, e naquela ocasião fui solicitado, por alguns dos meus
amigos - e também me senti inclinado - a tentar fazer um trabalho semelhante
sobre o Antigo Testamento, na força da graça de Cristo. Assim, este trabalho é
humildemente oferecido como um espécime baseado no Pentateuco. O meu propósito
é que ele agrade aos leitores, e seja considerado útil, de algum modo. E, na
dependência do auxílio divino, estou disposto a prosseguir, desde que Deus
continue a me dar vida e saúde, e enquanto o meu outro trabalho permitir. Sei
que temos muitos recursos como este em nosso próprio idi oma, e temos muitas
razões para valorizá-los, sendo gratos a Deus por eles. Mas a Escritura é um
assunto que nunca se esgota. Semper habet aliquid relegentibus - Não importa-
com que freqüência a leiamos, sempre encontraremos coisas uovas. Mesmo tendo
reunido um imenso tesouro para a edificação do tempo, Davi disse a Salomão: E
tu supre o que faltar, 1 Crônicas 22.14. O conhecimento da Escritura é um grande
tesouro. E ele ainda é capaz de aumentar, até que todos nós cheguemos à
perfeição. A Escritura é um campo ou vinha que oferece trabalho para várias
mãos, e na qual pode ser empregada uma grande variedade de dons e operações,
mas tudo deve vir do mesmo Espírito (1 Co 12.4,6), e precisa ser dedicado à
glória do mesmo Senhor. Aqueles que são doutos em idiomas e em costumes antigos
têm sido muito úteis para a igreja (o bendito ocupante deste campo), através de
suas buscas curiosas e elaboradas que têm trazido vários resultados, como, por
exemplo, a anatomia das plantas, e as palestras tão interessantes que eles têm
proferido a esse respeito. Em várias situações, e de diversas formas, a
filologia dos críticos tem sido muito mais vantajosa para a religião, e emprestado
mais luz para a verdade sagrada, do que a filosofia das várias escolas
teológicas. Aqueles que são doutos nas artes de guerra também têm prestado um
grande serviço ao defenderem este jardim do Senhor contra os ataques violentos
dos poderes das trevas, defendendo com sucesso a causa dos escritos sagrados
contra os desprezíveis ateus, deístas e escarnecedores profanos dos nossos
dias. Várias pessoas, como estas, estão em posição de honra, e o seu louvor
está em todas as igrejas. No entanto, os trabalhos dos vinhateiros e lavradores
(2 Rs 25.12), embora estes sejam os pobres da terra, aqueles que cultivam esta
terra, e recolhem os seus frutos, não são menos necessários em suas funções, e
são benéficos para toda a família de Deus. Pois é imprescindível que cada um
tenha a sua parte destes preciosos frutos em sua alimentação, na devida
estação. Estes são os trabalhos em que, de acordo com a minha habilidade, tenho
procurado colocar a minha mão. E como os expositores simples e práticos jamais
diriam, por coisa alguma, sobre os críticos doutos: Não há necessidade deles,
assim se espera que aqueles olhos e cabeças jamais digam às suas mãos e pés:
Não tenho necessidade de vós, 1 Coríntios 12.21. Os doutos têm recebido
vantagens muito grandes em suas buscas nesta parte da Sagrada Escritura, e dos
livros que se seguem (e ainda esperam por mais), pelos trabalhos excelentes e
mais valiosos daquele grande e bom homem, o bispo Patrick, que, por uma grande
leitura, julgamento sólido, uma aplicação muito feliz destes melhores estu
dos, mesmo em sua idade e honra avançadas, por vários séculos sem dúvida se
posicionará entre os três primeiros comentadores, e bendito seja Deus por ele.
As anotações em inglês do Sr. Pool (que, tendo tido tantas impressões, podemos
supor, chegou a muitas mãos) são de utilidade admirável, especialmente para a
explicação das frases da Escritura, para desvendar o sentido, referindo-se a
Escrituras paralelas, e o esclarecimento das dificuldades que ocorrem. Tenho,
portanto, desde o princípio, sido breve no que é mais amplamente discutido e,
diligentemente, recu sei o quanto pude o que se acha ali. Porque eu não actum
agere -faria o que está feito. Tampouco (se me permitem tomar emprestado as
palavras do apóstolo) me gloriaria no que estava já preparado, 2 Coríntios
10.16. Estas e outras anotações que se referem às palavras e orações
específicas que elas se propõem a explicar, são as mais fáceis de serem
consultadas quando houver ocasião. Mas a exposição que (como esta) é colocada
em um discurso contínuo, condensada em um título apropriado, é muito mais fácil
e pronta para ser lida inteiramente pela instrução própria ou de outro. E penso
que a observação da ligação de cada capítulo (se houver ocasião) com aquele que
o precede, e o alcance geral dele, com o fio da história ou do discurso, e a
escolha de várias partes dele, para ser visto em uma só aná lise, contribuirá
muito para a sua compreensão, e dará à mente uma satisfação abundante na
intenção geral, embora possa haver aqui e ali uma palavra ou expressão difícil
que os melhores críticos não podem explicar facilmente. Isto, portanto, tentei
aqui. Mas cabe a nós não só entender o que lemos, mas desenvolvê-lo até algum
bom propósito. E, com a finalidade de sermos impactados e mudados por aquilo
que lemos, é necessário recebermos as suas impressões. A palavra de Deus tem o
propósito não só de ser uma luz para os nossos olhos, o objeto da nossa
contemplação, mas lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho (SI 119.105),
para nos guiar no caminho da nossa obediência, e para nos impedir de tomar
algum desvio. Devemos, portanto, ao buscar as Escrituras, indagar não só: O que
é isto?, mas: O que é isto para nós? Que proveito podemos fazer disto? Como
podemos acomodá-lo com alguns dos propósi tos da vida divina e celestial que,
pela graça de Deus, resolvemos viver? Perguntas deste tipo tenho aqui procurado
responder. Quando a pedra é removida da boca do poço por uma explicação crítica
do texto, ainda há aqueles que querem beber e dar de beber ao seu rebanho? Sim,
mas reclamam que o poço é fundo, e não têm nada com que a tirar. Como, então,
se aproximarão desta água viva? Alguns assim poderão, talvez, encontrar uma
balde aqui, ou tirar a água com as suas mãos. E ficarei satisfeito com este
ofício dos gibeonitas, de tirar água para a congregação do Senhor destes
maravilhosos poços de salvação. O meu objetivo na exposição é dar o que pensei
ser o sentido autêntico, e fazer isso da maneira mais simples pos sível para
as capacidades comuns, não perturbando os meus leitores com os diferentes
sentimentos dos expositores, o que teria sido transcrever a Sinopse Latina do
Sr. Pool, onde isto é feito abundantemente para a nossa satisfação e proveito.
Quanto às observações práticas, não me obriguei a levantar doutrinas de cada
versículo ou parágrafo, mas apenas tentei misturar com a exposição as pistas e
observações que achei proveitosas para a doutrina, para re provação, para
correção, para instrução em justiça, procurando em tudo promover a piedade
prática, e evitando cui dadosamente assuntos de disputa duvidosa e antagonismo
de palavras. E apenas o predomínio do poder da religião nos corações e vidas
dos cristãos que irá corrigir as nossas injustiças, e transformar o nosso
deserto em um campo frutífero. E uma vez que o nosso Senhor Jesus Cristo é o
nosso verdadeiro tesouro escondido no campo do Antigo Testamento, e foi o
Cordeiro morto desde a fundação do mundo, fui cuidadoso em observar que Moisés
escreveu a re speito dele, ao que o próprio Senhor Jesus, com freqüência,
recorreu. Nos escritos dos profetas, nos deparamos com mais das promessas
simples e expressas do Messias, e com a graça do Evangelho. Mas aqui, nos
livros de Moisés, encontramos mais dos tipos, figuras reais e pessoais dele,
que eram sombras da qual a essência é Cristo, Romanos 5.14. Aqueles para quem o
viver é Cristo encontrarão nestes escritos aquilo que é muito instrutivo e
influente, e que dará grande assistência para a sua fé, e amor, e santa
alegria. Isto, de modo particular, busca-se nas Escrituras para encontrar o que
elas testificam a respeito de Cristo e da vida eterna, João 5.39. Nem há
qualquer objeção contra a aplicação das instituições cerimoniais a Cristo e à
sua graça, de forma que aqueles a quem foram dadas não poderiam discernir este
sentido ou uso delas. Mas esta é, antes, uma razão pela qual devemos ser muito
gratos: o fato de o véu que estava sobre as suas mentes na leitura do Antigo
Testamento estar abolido em Cristo, 2 Coríntios -3.13,14,18. Em bora eles,
então, não pudessem olhar firmemente para o fim daquilo que está abolido, isto
não significa, portanto, que nós que somos felizmente supridos com uma chave
para estes mistérios não possamos, neles, como em um espelho, vislumbrar a
glória do Senhor Jesus. No entanto, é possível que os judeus piedosos tenham
visto mais do Evangelho em seu ritual do que pensamos que eles viram. Eles
tinham pelo menos uma expectativa geral das coisas boas por vir, pela fé nas
promessas feitas aos pais, como temos da felicidade do céu, embora não pudessem
formar qualquer idéia distinta ou certa daquele mundo por vir, como muitas
vezes não somos capazes de fazer em relação a este mundo. Talvez as nossas
concepções do estado futuro sejam tão obscuras e confusas, tão desprovidas da
verdade e estejam tão longe dela, quanto as deles eram, então, do reino do
Messias. Mas Deus requer a fé apenas de acordo com a revelação que Ele dá.
Eles, então, só eram responsáveis pela luz que possuíam. E nós agora somos
responsáveis pela maior luz que possuímos: o Evangelho. E pela ajuda do
Evangelho podemos encontrar muito mais de Cristo no An tigo Testamento do que
eles podiam. Se alguém pensar que as nossas observações às vezes surgem a
partir daquilo que, para eles, parece diminuto demais, que se lembrem da máxima
do Rabino: Non est in lege vel una litera à quâc nonpendent -magni montes-A lei
contém não uma letra, mas aquilo que é capaz de suportar o peso de montanhas.
Estamos certos de que não há nenhuma palavra ociosa na Bíblia Sagrada. Gostaria
que o leitor não só lesse todo o texto, antes de ler a exposição, mas, quando
os vários versículos forem referidos na exposição, o leitor coloque a sua
atenção sobre eles outra vez, e então entenderá melhor aquilo que ler. E, se
ele tiver tempo disponível, certamente achará proveitoso voltar se para as
Escrituras que são, às vezes, referidas apenas brevemente, comparando as coisas
espirituais com as espirituais. E o propósito declarado da Mente Eterna, em
todas as operações tanto da providência como da graça, glorificar a lei e
torná-la honrosa (Is 42.21), e glorificar a sua palavra acima de todo o seu
nome (SI 138.2). Para que, quando orarmos, dizendo: Pai, glorifique o teu nome,
queiramos realmente dizer isto, entre outras coisas: Pai, glorifique as santas
Escrituras. Através desta oração, feita com fé, podemos estar certos da
resposta que foi dada ao nosso ben dito Salvador quando Ele orou assim,
particularmente no que diz respeito ao cumprimento das Escrituras em seus
próprios sofrimentos: Já o tenho glorificado e outra vez o glorificarei, João
12.28. Para este grande propósito, desejo, humildemente, ser de algum modo
útil. E espero que isto ocorra na força da graça pela qual sou o que sou,
esperandoque possa ajudar a tornar a
leitura da Escritura mais fácil, agradável, e proveitosa. Desejo que isto seja
misericor diosamente aceito por Aquele que sorriu quando a viúva lançou as
duas moedas no tesouro, com a intenção de glorifi car e honrar. E se eu tão
somente puder alcançar este ponto, em qualquer medida, beneficiando ao menos
algumas pessoas, reconhecerei que os meus esforços terão sido abundantemente
recompensados. Porém, também estou certo de que alguns considerarão tanto a mim
como o meu desempenho vis, dedicando-me, apenas, o desprezo. Não tenho agora
mais nada a acrescentar além de me entregar às orações dos meus amigos,
encomendando-os à graça do nosso Senhor Jesus. E assim, posso descansar como
alguém que depende desta graça mesmo sendo indigno dela. E, através desta graça
maravilhosa, prossigo na expectativa da glória que será revelada.
O ministério teve seu início em Maio de 2010 , quando o Pastor Sergio Lourenço encontrou dificuldades em alcançar vidas de pessoas que não conhecem a Cristo através do púlpito das igrejas, pois seria impossível ganhar o mundo para Cristo somente ministrando na igreja local, tendo uma visão de conquista em massa, o ministério consiste em alcançar vidas e evangelizar através da rede mundial da internet, sem perder o compromisso de exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Temos o ideal de amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento. Com a necessidade de ter um líder nos dias 22 e 23 de Abril de 2011 no salão de convenções do Hotel Bernal na Cidade de Ituiutaba – Minas Gerais, foi realizada a unção e consagração de Obreiros e Pastores do Seminário Internacional de Teologia, com as ilustres presenças do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo. Onde foi realizada a unção com olho e consagração do Pastor Sergio Lourenço, sobre a palavra de I SAMUEL 16:12-13 que diz assim: E DISSE O SENHOR DEUS, LEVANTE E UNGE-O PORQUÊ ESTE MESMO É. ENTÃO SAMUEL TOMOU O CHIFRE DO AZEITE, E UNGIU-O NO MEIO DE SEUS IRMÃOS E DESDE AQUELE DIA EM DIANTE O ESPÍRITO DO SENHOR DEUS SE APODEROU DE DAVI. Após a ministração da palavra, o Pastor Sergio Lourenço fez o seguinte Juramento Pastoral: Eu Pastor Sergio Lourenço, prometo exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Prometo amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, criar e dirigir igrejas, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento ou do ultimo minuto de minha vida. Assim eu prometo! Após o juramento pastoral o Pastor Sergio Lourenço Junior teve seu ministério pastoral reconhecido e apoiado pelas instituições presentes, e recebeu seu diploma de conclusão das mãos do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo concluindo assim a cerimônia. Após o termino da cerimônia o Pastor Sergio Lourenço fez a seguinte declaração aos presentes: “Eu quero trabalhar pra meu Senhor, Levando a Palavra com amor; Quero eu cantar e orar, E ocupado quero estar, Sim, na vinha do Senhor. Trabalhai e orai. Na seara e na vinha do Senhor; Meu desejo é orar, E ocupado quero estar Sim, na vinha do Senhor. Eu quero, cada dia, trabalhar; Escravos do pecado libertar; Conduzi-los a Jesus, Nosso guia, nossa luz, Sim, na vinha do Senhor. Eu quero ser obreiro de valor, Confiando no poder do Salvador; Se quiseres trabalhar, Acharás também lugar, Sim, na vinha do Senhor”. O ministério teve uma grande aceitação mundial e já teria alcançado mais de 55 países ao redor do mundo entre eles: África do Sul, Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Bélgica, Bermudas, Bolívia, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Costa do Marfim, Croácia, Dinamarca, Egito, Equador, Espanha, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, França, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Lituânia, Malásia, México, Moçambique, Nigéria, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, República Tcheca, Suécia, Suíça, Território Britânico do Oceano Índico, Turquia, Ucrânia, Venezuela, Vietnã entre outros. O ministério tem o apoio do grupo Portas Abertas e também o apoio do CONSELHO DE PASTORES DO ESTADO DE SÃO PAULO. Faça você também parte e ajude este ministério a levar a palavra de Deus para o mundo quebrando as fronteiras e salvando vidas para o reino dos céus!
Nenhum comentário
Postar um comentário