Header Ads

MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

CREDE QUE RECEBESTES - ROMILDO RIBEIRO SOARES, MAIS CONHECIDO COMO MISSIONÁRIO R. R. SOARES, É UM MISSIONÁRIO E TELEVANGELISTA BRASILEIRO, FUNDADOR DA IGREJA INTERNACIONAL DA GRAÇA DE DEUS - A IMPORTÂNCIA DE CRER

Algumas traduções colocam o verbo receber no futuro — crede que recebereis —, o que não muda em nada, Eu o prefiro no passado. Esta parte da instrução é de vital importância. Se a pessoa não crer, ela nada receberá, ainda que tenha feito tudo corretamente. Crer é acreditar, é desprezar os sintomas, é agir como se já tivesse a bênção materializada. Na verda¬de, é o que fará a bênção tomar-se realidade física. Mas crer em quê? Em Deus, alguém pode res¬ponder. Mas isto é muito vago. Quase todos os reli¬giosos do mundo garantem que crêem em Deus, e nós sabemos que isso não é verdade. Pois, se na ver¬dade cressem nEle, não cometeriam as barbarida¬des que têm manchado de sangue a história da hu¬manidade. Aquele que quer receber resposta favorável à sua oração deve crer que, por estar agindo sobre a Pala¬vra de Deus, tem o mesmo direito de ser atendido como Jesus tinha, pois ele está agindo em Seu Nome, sobre aquilo que Ele declara ter feito por nós e para nós. Vimos, de modo claro, isso ocorrer no incidente que tratamos no capítulo primeiro deste livro, na cura do filho do oficial do rei. O rapaz só recebeu o mila¬gre porque o pai creu na Palavra que Jesus lhe disse. Ele não tinha, racionalmente falando, a mínima certeza de que encontraria o seu filho vivo e curado. Mas ele creu na Palavra do Senhor, ele A tomou como boa e, deste modo, deu condições para que o poder de Deus operasse em seu filho. Eu estou convencido de que o mesmo ocorrerá em qualquer vida que ousar crer no que o Senhor tem afirmado. Este é o único caminho para Ele operar em nós. Não há outro meio. Se não crermos naquilo que Ele afirma e não tomarmos posse da bênção, simples¬mente continuaremos a sofrer. E não importa se a pes¬soa é um recém chegado no Evangelho ou se é, até mesmo, um ministro dele. Entre 1978 e 1979 ocorreu um fato importante que quero relatar, o qual será de grande valia para se en¬tender o que é crer. Nesta época, eu dirigia uma igreja no Rio de Janeiro, e uma senhora veio desesperada pedir a minha ajuda. Eu estava ocupado, no escritório, atendendo a uma família, e ela, aflita, pedia a um rapaz de 12 anos, que era meu obreiro, que, por favor, a deixasse falar co¬migo. Ele, então, lhe indagou a razão de tal desespero. E ela contou-lhe que a sua filha, de 15 anos, estava lou¬ca em casa. A menina havia tirado toda a roupa do corpo e estava quebrando os móveis e as demais coi¬sas que havia no lar. Como estava começando a freqüentar a nossa igreja, ela sabia que aquilo era demônio; queria, então, falar comigo, para que eu fosse a sua casa e expulsasse os espíritos maus de sua filha. O obreiro, apesar de tão jovem, virou-se para ela e disse: Minha senhora, eu também sou homem de Deus. Ela, então, num misto de raiva e desconfiança, ficou a observá-lo. Ele continuou: A senhora pode ir, porque o demônio já saiu da sua filha. Quando mais tarde ela me contava isso, disse-me: Missionário, eu quase dei um tapa na cara dele. Como podia aceitar que um menino de apenas doze anos, três anos mais novo que minha filha, tivesse a petu¬lância de falar daquele modo? Porém, disse-me ela, resolvi crer e voltei para casa, e qual não foi a minha alegria ao chegar em casa e ver a minha filha liberta, vestida e em perfeito juízo. Se ela não tivesse crido, talvez nem eu nem ne¬nhum outro pregador poderíamos tê-la ajudado. Outro relato importante encontramos registrado em Lucas 17.12-19. Dez leprosos saíram ao encontro de Jesus. De longe gritaram, pedindo que o Mestre ti¬vesse misericórdia deles. Jesus mandou que fossem se mostrar ao sacerdote. E, enquanto iam, obedecen¬do à orientação do Senhor, foram purificados. Eles criam que, se clamassem a Jesus, seriam aten¬didos. O Senhor Jesus mandou que fossem e se mos¬trassem aos sacerdotes. Eles creram na Palavra que Jesus lhes dissera. Ao começarem a andar na direção indicada, descobriram que, só em obedecer, a lepra desaparecera de seus corpos. O triste fato da história é que só um voltou para dar glória a Deus. Até no ministério pessoal de Cristo havia ingratos. Muita gente, hoje em dia, anda perdendo batalhas por não saber crer. Fazem tudo certo, mas na hora de fazer o mais simples, que é crer, eles duvidam e estra¬gam tudo. Quando a pessoa não crê, dificilmente ela ficará neutra. Pois, inevitavelmente, ela duvidará. Há quem diga que deixar de crer já é duvidar. Isto está bem ex¬plicado no caso do apóstolo Pedro andando sobre as águas. Quando ele deixou de crer na Palavra de Jesus e reparou na força do vento, o próprio Senhor disse que ele havia duvidado. Grandes e valorosos homens de Deus têm passado pelo mesmo problema. Eles, em momentos de inspira¬ção, sentiram a chamada do Senhor para a realização de grandes obras. Lançaram-se à realização delas, con¬fiando que Jesus, como autor de tal desejo, seria tam¬bém o provedor dos meios para a sua realização. Mas, na hora de crer, para a concretização, não somente deixaram de o fazer, como duvidaram. E o projeto de inspiração legítima do Senhor não deu em nada. Duvidar é o mesmo que confessar que não se acre¬dita que o Senhor seja verdadeiro e que vá cumprir o que prometeu. Quem tem esse tipo de comportamento certamente não agrada, em nada, ao Senhor Deus. Só quem crê recebe o que determina. Tê-lo-eis Na ressurreição de Lázaro vemos a importân¬cia de Crer. Podemos dizer que ele era um privile¬giado. Ele cria em Jesus, e por isso o Senhor era seu amigo particular. O mesmo se dá com todos que crê¬em nEle; são considerados por Ele como amigos, e não servos. Lázaro adoeceu; então, suas irmãs mandaram ao Mestre um recado urgente, para que viesse socorrer aquele a quem Ele amava. O Senhor demorou-se ainda mais dois dias onde estava, e, quando foi ao seu encontro, ele já estava morto e sepultado havia quatro dias. Depois de ter falado com suas irmãs, Marta e Maria, e de ter-lhes garantido que ele haveria de res¬suscitar, afirmando o Senhor que Ele próprio era a ressurreição e a vida, teve de chamar a atenção de Marta, que respondeu com incredulidade quando Ele pediu que tirassem a pedra que fechava a abertura do túmulo. Disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de qua¬tro dias. Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? João 11.39,40 Esta é a plena verdade: Quem crê vê a glória de Deus, quem não crê nada vê e nada recebe. Tenho visto em meu ministério milhares de pes¬soas serem curadas de todos os tipos de enfermi¬dades, doenças e defeitos físicos. Tudo porque cre¬ram. Jamais me esquecerei de uma senhora que mora na cidade de Cantagalo, no Estado do Rio de Janeiro. Durante 22 anos ela não podia tomar banho. O máximo que conseguia era um ou dois banhos ao ano. Quando ela não agüentava mais, ela fazia a sua higiene feminina usando um toalha embebida em álcool. O seu esposo era presbítero de uma igreja pentecostal tradicional. Nessa época moravam na ci¬dade do Rio de Janeiro. Quando ela não agüentava mais e precisava to¬mar banho, eles colocavam os filhos para fora de casa, fechavam a porta e as janelas. Durante duas horas após o banho, ela sofria com coceiras em todo o cor¬po, fazendo com que se coçasse tanto até arrancar sangue. Desesperada, ficava a andar por toda a casa, nua, com o seu esposo seguindo-a e ungindo-a com óleo. Disse-me que, até mesmo quando sonhava que estava tomando banho, ela acordava desesperada, coçando-se toda. Mudaram-se para Cantagalo e lá o esposo veio a falecer. Ela, então, esfriou na fé e deixou de freqüen¬tar a igreja. No entanto, todos os dias ela perguntava a Deus por que Ele não gostava dela, pois não deixava que ela morresse, acabando assim todo o seu sofrimento. Certo dia, não agüentando mais, pediu com mui¬ta firmeza: Senhor, já que o Senhor não me leva para a eternidade, mostre-me, por favor, a verdade sobre o meu caso. Na manhã seguinte, ela perdeu o sono e ligou a televisão. Lá estava eu falando o que ela precisava ouvir. Eu dizia: "Você, que é um filho de Deus e está sofrendo, isto está errado. Você não precisa viver so¬frendo, sabe por quê? Porque está escrito aqui, em Isaías 53.4,5, que Jesus levou todas as nossas doenças e enfermidades no Seu próprio corpo, quando mor¬reu por nós lá no Calvário". Ela nunca tinha ouvido alguém dizer coisa seme¬lhante. Correu, pegou sua Bíblia e conferiu que era isso mesmo que a Palavra dizia. Assistiu a todo o pro¬grama e a fé começou a surgir no seu coração. Pensando que o meu programa não fosse diário, e sim semanal, esperou passar uma semana e novamen¬te ligou o televisor. Para ela, aquela semana foi a mais longa da sua vida; não via a hora de voltar a aprender sobre a Ver¬dade. De novo apareci na tela do seu televisor, dizen¬do quase tudo novamente, parecia que era a continu¬ação do mesmo sermão. Ela creu e orou, determinan¬do e agradecendo a Deus pela sua cura. Crendo, foi tomar banho, e desde então não tem passado um só dia sem se banhar. Não foi assim que aconteceu com o filho de um oficial do rei, em João, 4.46-53? Quando ele creu, a febre deixou o seu filho. É desse modo que acontecerá com você. Quando você crer, o seu mal o deixará. Por que você não crê agora? Isso funciona aí onde você está. Deus está aguardando há muito tempo para agir em seu favor. Só lhe falta fazer a sua parte, para Ele, o Senhor, realizar a dEle. Quem crê ora, tira a pedra e faz qualquer coisa que o Espírito Santo o orienta. Mas, que fique bem claro que toda orientação do Santo Espírito é dada dentro da Palavra de Deus. No capítulo seguinte vamos examinar a cura de dois cegos.

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.