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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

PEDIRDES - ROMILDO RIBEIRO SOARES, MAIS CONHECIDO COMO MISSIONÁRIO R. R. SOARES, É UM MISSIONÁRIO E TELEVANGELISTA BRASILEIRO, FUNDADOR DA IGREJA INTERNACIONAL DA GRAÇA DE DEUS - A IMPORTÂNCIA DE CRER

A maior descoberta da minha vida ocorreu nos últimos dias de novembro de 1984, culminando no dia dois de dezembro daquele ano, quando eu, boquia¬berto, encontrei a resposta que, durante anos, procu¬rava a todas as indagações que surgiam, quando eu, ou alguém, fracassava na batalha da vida. Para mim era difícil aceitar que aquilo que esta¬va na Bíblia não se cumprisse na minha vida. Mas, nem sempre se cumpria. Quantas vezes eu buscava a Deus enquanto pas¬sava por uma grande necessidade e não obtinha res¬posta. Não foram poucas as vezes que, sentindo a fe¬bre surgir no meu corpo, vi com tristeza a oração ser ineficiente para debelá-la. Nos dois anos que antecederam a esta descoberta maravilhosa eu sofri com uma coriza que nada con¬seguia curar. Durante o meu sofrimento eu cansei de orar, pedindo ao Senhor que me curasse. Simplesmen¬te, não havia a menor resposta de Deus. Era como se eu orasse à parede, ao teto, a um ídolo ou a qualquer outra coisa inanimada. Cansado de esperar pelo milagre e não agüentan¬do as crises, procurei ajuda médica. Um doutor, meu amigo particular, líder carismático, que esporadica¬mente freqüenta as minhas reuniões, aconselhou-me a tomar diariamente oito copos duplos de suco de la-ranja, pois, segundo ele, o fato de eu conduzir muitas reuniões todos os dias fazia com que perdesse grande quantidade de energia, e elas deveriam ser repostas. Isso não me levou a nenhuma melhora. Outro médico, também meu amigo, já bem avan¬çado na idade, professor catedrático de uma univer¬sidade oficial, recomendou-me um tratamento com uma vacina de depósito. Semanalmente eu tomava 0,5 ml da tal vacina, que era importada. Esta medica¬ção ajudou-me, porém somente enquanto estava no tratamento. Naqueles dias, podia sentir o quanto é bom a pes¬soa desfrutar saúde. Mas, quando o tratamento acabou, havia durado uns três meses, tudo voltou. Fui de novo ao doutor, e ele mandou-me repetir a série de vacinas, o que fiz. Após a repetição, tudo ficou como antes. Vivia chateado, aborrecido e decepcionado. A ra¬zão era que o Evangelho que pregava e que ajudava tantas pessoas, no meu caso simplesmente não fun¬cionava. Na minha sinceridade indagava se tudo aquilo não era ilusão. Se a fé não era um pensamento positivo que para alguns funcionava e para outros não; al¬guma coisa que nem mesmo eu sabia explicar o que era, mas que em alguns casos dava certo. Jamais deixarei de dar graças a Deus por Kenneth E. Hagin ter escrito o livro O Nome de Jesus. Li este livro no final de novembro de 1984, terminando no dia 2 de dezembro do mesmo ano. Que leitura abençoada, que momento de visitação de Deus foram aqueles dias! Nunca tinha visto nada igual. Este livro me fez conhecer mais profundamen¬te a Palavra de Deus. Uma das mais lindas surpresas que já tive em mi¬nha vida foi quando descobri que Jesus e a Palavra de Deus são a mesma pessoa. Eu simplesmente não podia acreditar no que lia. Nunca ninguém me disse¬ra isso, nem sequer havia imaginado que fossem a mesma pessoa. Fiquei como tonto ao saber que podia conhecer Jesus igual ou melhor que Pedro e os demais apósto¬los, que andaram lado a lado com o Senhor. Isso me fez quase delirar de tanta alegria. Era inacreditável, Jesus, o meu amado Senhor, era a Palavra de Deus. Como esta revelação me fez bem! Durante a leitura do livro todas as perguntas sem respostas que trazia comigo durante anos foram-me respondidas. Aprendi que a minha cura dependia só de mim. Agora as coisas seriam diferentes. Agora eu sabia o que fazer, e fiz. Desde o dia 2 de dezembro de 1984, nunca mais tomei um comprimido sequer. GLÓRIA A DEUS! O que foi que realmente me abriu os olhos? Bem, não é difícil explicar. Posso garantir que tudo come¬çou com o entendimento de que não temos de pedir a bênção — pedir no sentido que nós conhecemos como pedir. No livro, o irmão Hagin explicava, usando o versículo 13 de João 14, onde se lê: E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Segundo Hagin, no original grego, o verbo do qual foi traduzido "pedir" tem outros significados. Fui à Concordância de Strong e vi que o verbo na língua grega é o verbo AITEÓ, o qual pode ser traduzido, também, por exigir, reivindicar, determinar, tomar posse da bênção etc. Desde então, tenho exigido os meus direitos como filho de Deus. Tenho aprendido a viver livre de quais¬quer problemas, e em todas as minhas determinações o sucesso tem sido absoluto. Esse é o modo de se apropriar da vida abundante que foi prometida pelo Senhor Jesus. Quando chegarmos ao próximo capítulo, vamos ver a diferença entre ter fé e crer. O meu prezado lei¬tor terá, então, condições de entender melhor quan¬do se deve exigir os nossos direitos, o que na verdade pode ser feito neste momento.

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