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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

UM GAROTO CHAMADO TOUFIK - TOCOU-ME - TOUFIK BENEDICTUS BENNY HINN É UM PASTOR, ESCRITOR, PROFESSOR E TELEVANGELISTA CRISTÃO, CONHECIDO POR SUAS FREQUENTES CRUZADAS DE MILAGRES

É costume entre as famílias gregas ortodoxas dar um nome ao filho no nascimento e um nome cristão - normalmente o nome de um santo ou sacerdote - quando ele é batizado na igreja. Uma vez que eu era o primeiro filho, levei, com orgulho, o nome do pai de meu pai, Toufik. Quase que no mesmo instante, minhas tias, tios e primos começaram a me chamar de "Tou Tou." Meu batismo foi realizado na residência do sacerdote grego ortodoxo na região histórica de Jaffa conhecida como a Cidade Velha. Quem celebrou a cerimônia foi Benedictus, um amigo de nossa família que havia se tornado o patriarca de Jerusalém. Ele não só me ungiu com óleo e água - mas me deu o seu nome. Agora era oficial: Eu era Toufik Benedictus Hinn. Mais tarde, eu seria simplesmente chamado de " Benny." A única casa que eu conhecia em Jaffa era de uma família que havia fugido para a Palestina quando a cidade foi praticamente abandonada durante o massacre de 1948. As pessoas saíram às pressas e, com isso, a propriedade da imponente estrutura de três andares foi dada à Igreja Ortodoxa Grega. Meu pai se encheu de alegria quando o sacerdote local perguntou: "Sr. Hinn, o senhor consideraria a possibilidade de se mudar com sua família para esta casa?" Ocuparíamos apenas o primeiro andar, mas o espaço era amplo. A localização era maravilhosa. A casa estava situada cm uma ribanceira a apenas dois quarteirões das águas azuis do Mediterrâneo, só a alguns passos do coração da comunidade. Que lugar movimentado ela se tornou. O último andar do prédio foi dado ao tesoureiro da igreja, o segundo andar passou a ser o Clube Grego Ortodoxo, um lugar de reunião para organizações da igreja, e nossa casa ficava no andar térreo. O bege impressivo e a estrutura cor-de-ferrugem tinham belas colunas com escadas amplas que levavam ao segundo andar. No pátio havia uma fonte cheia de peixes tropicais. Atrás da casa havia um grande jardim com árvores cítricas floridas, flores e uma passagem que levava à praia. Na fachada do prédio havia a insígnia do Clube Ortodoxo Grego - uma organização da qual meu pai foi presidente por vários anos. Nossa casa tinha uma sala espaçosa para a família e dois quartos grandes - um para meus pais e o outro para a família que estava aumentando. Primeiro Rose, depois eu, depois meus irmãos, Chris, Willie, Henrv e Sammy, e outra irmã, Mary. Quando entrei na adolescência, nosso quarto em Jaffa começou a lembrar uma ala de hospital. O oitavo filho, Michael, nasceu mais tarde, no Canadá. Nos fundos da casa, em um nível elevado, ficava a cozinha. Foi ali que passei grande parte do meu tempo quando criança -ajudando meus pais a prepararem comida. Qual era a minha tarefa preferida? Fazer pita, o pão árabe. Aprendi a misturar a quantidade certa de água, farinha e fermento. Minha mãe costumava se gabar, dizendo: "Benny faz o melhor pão da cidade". Eles até o usavam de vez em quando nas reuniões de ceia em nossa igreja.

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