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RELIGIÃO INFLUENCIA NO VOTO? ESPECIALISTAS OPINAM NO BRASIL, ONDE 90% DAS PESSOAS SEGUEM ALGUMA RELIGIÃO, ELA PODE FAZER A DIFERENÇA NA URNA
No Brasil, mais de 90% da população afirma ter alguma religião, segundo o Censo do IBGE, de 2010. Em época de campanha eleitoral, os candidatos visitam templos na busca da bênção de líderes religiosos, que geralmente tem influência sobre sua comunidade.
Os candidatos a vereador que possuem influência junto a alguma comunidade religiosa podem usar isso para garantir sua eleição. Este ano, 774 candidatos se declaram sacerdotes ou membros de seita ou ordem religiosa. Destes, 94% concorrem a uma vaga de vereador.
Mas a religião influencia no voto? Embora a lei eleitoral proíba propaganda política em “bens de uso comum”, categoria que inclui templos religiosos, não é raro que os candidatos os frequentem na tentativa de angariar simpatias.
Ouvido pelo portal UOL, o pastor Galdino Jr., da Assembleia de Deus Santo Amaro, explica que geralmente os pastores conversam diretamente com o candidato, para saber se os valores estão alinhados com suas crenças. Ele é taxativo: “Uma coisa que eu não abro mão porque está na Bíblia: a questão da ideologia de gênero. Eu sou contrário”.
Mas essa não é uma preocupação de todos os líderes religiosos. O monge budista Francisco Handa, do templo Busshinji, explica que sua tradição “não se mete muito em política”.
Já Pai Salun, presidente da Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de São Paulo, confessa que a maioria dos candidatos evitam buscar apoio nos terreiros das religiões afro-brasileiras. “Nos procura aquele que já veio da umbanda, do candomblé. Porque [quem é] de fora tem preconceito, acha que se misturar com os macumbeiros não vai ganhar eleição”, assegura.
A influência da religião é sentido de modo mais intenso nas Câmaras de Vereadores. Na análise do professor Andrey Mendonça, da ESPM, a tendência é existir cada vez mais candidatos “com algum tipo de filiação religiosa e que agregam esse valor da filiação às suas candidaturas”. Isso poderá ser visto de maneiras diferentes.
“A religião tem percebido ao longo do tempo que é muito mais vantagem ter pessoas dentro do Legislativo do que no Executivo, porque o Executivo trabalha com as normas feitas pelo Legislativo”, assegura o professor.
Projeto político e religioso
Especialistas ouvidos pelo portal UOL acreditam que o processo de redemocratização do país, nos anos 1980, somado ao crescimento de igrejas evangélicas, são elementos que mudaram a relação entre política e religião no Brasil.
Marcelo Camurça, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora, acredita que os votos só dos evangélicos não definem uma eleição, mas “pesam na balança”.
“As grandes campanhas majoritárias, pelo menos desde o início da década de 1990, passaram a cortejar este eleitorado”, lembra. “Candidatos não necessariamente evangélicos passaram a ir a cultos, pedir o voto desse contingente.”
Já Andrey Mendonça, insiste que as igrejas neopentecostais “têm, em geral, um projeto político, além do religioso”. Entre esses projetos está o da Concepab (Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil), que reúne pastores de diferentes denominações e oferece apoio a pelo menos cem candidatos em todo o país. Seu objetivo seria ter pelo menos 60% dos políticos eleitos.
Por sua vez, a Igreja Católica, que ainda reúne o maior número de fiéis no país, tradicionalmente tem uma atuação indireta. Geralmente os membros do clero não costumam se candidatar.
Contudo, possuem “um poderoso lobby e uma rede fantástica de contatos”, afirma o sociólogo Ricardo Mariano, da USP. “As pastorais católicas estão associadas a todos os temas possíveis e imagináveis da agenda política”, resume.
No entendimento de Mariano, a estratégia política confessional se mistura até com a formação de partidos. Ele cita o caso do Partido Republicano Brasileiro (PRB), tradicionalmente ligado à Igreja Universal do Reino de Deus.
A legenda pode eleger os prefeitos das principais cidades do país. O bispo Marcelo Crivella no Rio de Janeiro e Celso Russomanno, em São Paulo. Pelo fato dessa associação no passado ter prejudicado campanhas, para o pesquisador da USP, o PRB agora busca “diluir ao máximo qualquer tipo de percepção dessa relação direta [com a Universal]”.
Isso pode ser visto na campanha de Russomanno que é católico e não gosta de responder perguntas sobre sua ligação com a IURD e o fato de Crivella ter usado na propaganda política desse ano até um pai de santo.
Em nota, a Universal esclarece que “é uma instituição religiosa e não exerce qualquer atividade política ou partidária. Assim, qualquer integrante de seu corpo eclesiástico — bispo ou pastor — que decida ingressar na carreira política, obrigatoriamente, licencia-se da Igreja para se ocupar da atividade pública de modo exclusivo”. O PRB não se pronunciou sobre o assunto.
Se ter fé influencia o voto, não ter aparentemente possui o mesmo peso. Em alguns casos, poderia derrubar um candidato. “Não há uma discriminação explícita, mas há uma reserva. Ter religião parece ter ética. Ser ateu parece ser alguém sem ética, que topa tudo”, ressalta o pesquisador Marcelo Camurça.
Daniel Sottomaior, presidente da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) diz que a entidade não endossa candidatos, mas eles divulgam os nomes de políticos ateus. “Faz parte do nosso papel promover a nossa representação política”, resume.
O ministério teve seu início em Maio de 2010 , quando o Pastor Sergio Lourenço encontrou dificuldades em alcançar vidas de pessoas que não conhecem a Cristo através do púlpito das igrejas, pois seria impossível ganhar o mundo para Cristo somente ministrando na igreja local, tendo uma visão de conquista em massa, o ministério consiste em alcançar vidas e evangelizar através da rede mundial da internet, sem perder o compromisso de exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Temos o ideal de amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento. Com a necessidade de ter um líder nos dias 22 e 23 de Abril de 2011 no salão de convenções do Hotel Bernal na Cidade de Ituiutaba – Minas Gerais, foi realizada a unção e consagração de Obreiros e Pastores do Seminário Internacional de Teologia, com as ilustres presenças do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo. Onde foi realizada a unção com olho e consagração do Pastor Sergio Lourenço, sobre a palavra de I SAMUEL 16:12-13 que diz assim: E DISSE O SENHOR DEUS, LEVANTE E UNGE-O PORQUÊ ESTE MESMO É. ENTÃO SAMUEL TOMOU O CHIFRE DO AZEITE, E UNGIU-O NO MEIO DE SEUS IRMÃOS E DESDE AQUELE DIA EM DIANTE O ESPÍRITO DO SENHOR DEUS SE APODEROU DE DAVI. Após a ministração da palavra, o Pastor Sergio Lourenço fez o seguinte Juramento Pastoral: Eu Pastor Sergio Lourenço, prometo exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Prometo amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, criar e dirigir igrejas, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento ou do ultimo minuto de minha vida. Assim eu prometo! Após o juramento pastoral o Pastor Sergio Lourenço Junior teve seu ministério pastoral reconhecido e apoiado pelas instituições presentes, e recebeu seu diploma de conclusão das mãos do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo concluindo assim a cerimônia. Após o termino da cerimônia o Pastor Sergio Lourenço fez a seguinte declaração aos presentes: “Eu quero trabalhar pra meu Senhor, Levando a Palavra com amor; Quero eu cantar e orar, E ocupado quero estar, Sim, na vinha do Senhor. Trabalhai e orai. Na seara e na vinha do Senhor; Meu desejo é orar, E ocupado quero estar Sim, na vinha do Senhor. Eu quero, cada dia, trabalhar; Escravos do pecado libertar; Conduzi-los a Jesus, Nosso guia, nossa luz, Sim, na vinha do Senhor. Eu quero ser obreiro de valor, Confiando no poder do Salvador; Se quiseres trabalhar, Acharás também lugar, Sim, na vinha do Senhor”. O ministério teve uma grande aceitação mundial e já teria alcançado mais de 55 países ao redor do mundo entre eles: África do Sul, Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Bélgica, Bermudas, Bolívia, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Costa do Marfim, Croácia, Dinamarca, Egito, Equador, Espanha, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, França, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Lituânia, Malásia, México, Moçambique, Nigéria, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, República Tcheca, Suécia, Suíça, Território Britânico do Oceano Índico, Turquia, Ucrânia, Venezuela, Vietnã entre outros. O ministério tem o apoio do grupo Portas Abertas e também o apoio do CONSELHO DE PASTORES DO ESTADO DE SÃO PAULO. Faça você também parte e ajude este ministério a levar a palavra de Deus para o mundo quebrando as fronteiras e salvando vidas para o reino dos céus!
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