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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

O HOMEM PRECISA DE LIMITE DE VIDA E NA VIDA “EIS A URGÊNCIA DE SE PREGAR O EVANGELHO DE JESUS” POR FERNANDO PEREIRA

Em Genesis 3.24 está escrito: “E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida”. Nos outros dois versículos anteriores, do mesmo capítulo, Deus disse que expulsaria o homem do Jardim porque não queria que ele, depois de ter comido do fruto da ciência do bem e do mal, pudesse, também, comer do fruto da árvore da vida e retomasse seu estado de eternidade que possuía antes de pecar –– foi o pecado abriu a porta para a morte ––, e pudesse viver eternamente. Com esta atitude, Deus estava mostrando na prática que, além de estabelecer um limite ao que os homens podem ou não fazer, é preciso também estabelecer um meio de garantir que esse limite fosse respeitado. No caso em apresso, o Senhor utilizou uma espada flamejante para guardar o caminho que dava acesso à árvore da vida. Se levarmos em consideração o que o próprio Senhor disse em Isaías 46.10 (“Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam…”), haveremos de convir que Ele não estava só julgando o homem, mas estava prevendo o que poderia acontecer. Ao proibir o acesso ao fruto da árvore da vida, o Senhor deixa claro que o ser humano precisa de limites de vida –– devido à sua, agora, natureza má, o homem precisa morrer –– e na vida. Para se ter uma prova do que estou dizendo, não é necessário vasculhar acontecimentos que se deram ao longo da história, basta abrirmos um site de notícias para que possamos perceber essa realidade à luz do que vem acontecendo na cidade de Vitória, no Estado do Espírito Santo. Testemunhos postados nas redes sociais e de alguns amigos que tenho por lá, dão conta de que a maior parte dos saques que estão ocorrendo nos comércios não são praticados por pessoas que levam uma vida de crimes no quotidiano, mas por pessoas consideradas de bem, que talvez nunca tenham empunhado uma arma para praticar um assalto ou coisa do tipo. A Lei diz que roubar é crime, mas como a Polícia está ausente, o anseio mal dessas pessoas (o mesmo que atua em todos os seres humanos) faz com que elas se locupletem de maneira desenfreada. É lamentável o que está acontecendo lá? Claro que sim. É absurdo? Dada a natureza concupiscente do ser humano, não. Onde eu quero chegar? Quero chegar exatamente no ponto onde a verdade ditada pelos fatos desmente a tese do pensamento de Esquerda de que o ser humano, por natureza, é bom, sendo que o que o torna mal é o sistema no qual ele está inserido. Em alguns vídeos que estão postados no Youtube é possível ver pessoas usando trajes finos, aparentando não ter necessidade de tal, praticar saques. Aí você vai me contestar dizendo: mas como você pode afirmar que elas não estão em uma condição “perrengue” que as forçam a fazer aquilo. Não posso. Mas posso provar que o ser humano é mal por natureza e que sempre vai praticar o mal ou contra si ou contra os outros. O que está escrito em todas as carteiras de cigarro?  Porque as pessoas ignoram o aviso? Eu poderia dar vários outros exemplos nesse sentido, mas acho que este já basta. As provas de que precisamos “nascer de novo” –– da “água e do Espírito” (João 3.5) para podermos entrar/fazer parte do Reino de Deus ––, estão por todos os lados. Se “nasce da água” (batismo) quando se assume pecador perante as pessoas e Deus, e se “nasce do Espírito” através da obra regeneradora promovida pelo Espírito Santo. E, só então, se está apto para viver no Reino de Deus, que é regido pela lei do amor (1 Co 13; Mt 22.36 a 40). Eis a urgência de se pregar o Evangelho de Jesus (Rm 3.23; 6.23).

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