O HOMEM PRECISA DE LIMITE DE VIDA E NA VIDA “EIS A URGÊNCIA DE SE PREGAR O EVANGELHO DE JESUS” POR FERNANDO PEREIRA
Em Genesis 3.24 está escrito: “E havendo lançado fora o homem, pôs
querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao
redor, para guardar o caminho da árvore da vida”. Nos outros dois versículos
anteriores, do mesmo capítulo, Deus disse que expulsaria o homem do Jardim
porque não queria que ele, depois de ter comido do fruto da ciência do bem e do
mal, pudesse, também, comer do fruto da árvore da vida e retomasse seu estado
de eternidade que possuía antes de pecar –– foi o pecado abriu a porta para a
morte ––, e pudesse viver eternamente. Com esta atitude, Deus estava mostrando
na prática que, além de estabelecer um limite ao que os homens podem ou não
fazer, é preciso também estabelecer um meio de garantir que esse limite fosse
respeitado. No caso em apresso, o
Senhor utilizou uma espada flamejante para guardar o caminho que dava acesso à
árvore da vida. Se levarmos em consideração o que o próprio Senhor disse em
Isaías 46.10 (“Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as
coisas que ainda não sucederam…”), haveremos de convir que Ele não estava só
julgando o homem, mas estava prevendo o que poderia acontecer. Ao proibir o
acesso ao fruto da árvore da vida, o Senhor deixa claro que o ser humano
precisa de limites de vida –– devido à sua, agora, natureza má, o homem precisa
morrer –– e na vida. Para se ter uma prova do que estou dizendo, não é
necessário vasculhar acontecimentos que se deram ao longo da história, basta
abrirmos um site de notícias para que possamos perceber essa realidade à luz do
que vem acontecendo na cidade de Vitória, no Estado do Espírito Santo. Testemunhos
postados nas redes sociais e de alguns amigos que tenho por lá, dão conta de
que a maior parte dos saques que estão ocorrendo nos comércios não são
praticados por pessoas que levam uma vida de crimes no quotidiano, mas por
pessoas consideradas de bem, que talvez nunca tenham empunhado uma arma para
praticar um assalto ou coisa do tipo. A Lei diz que roubar é crime, mas como a
Polícia está ausente, o anseio mal dessas pessoas (o mesmo que atua em todos os
seres humanos) faz com que elas se locupletem de maneira desenfreada. É
lamentável o que está acontecendo lá? Claro que sim. É absurdo? Dada a natureza
concupiscente do ser humano, não. Onde eu quero chegar? Quero chegar exatamente
no ponto onde a verdade ditada pelos fatos desmente a tese do pensamento de
Esquerda de que o ser humano, por natureza, é bom, sendo que o que o torna mal
é o sistema no qual ele está inserido. Em alguns vídeos que estão postados no
Youtube é possível ver pessoas usando trajes finos, aparentando não ter
necessidade de tal, praticar saques. Aí você vai me contestar dizendo: mas como
você pode afirmar que elas não estão em uma condição “perrengue” que as forçam
a fazer aquilo. Não posso. Mas posso provar que o ser humano é mal por natureza
e que sempre vai praticar o mal ou contra si ou contra os outros. O que está
escrito em todas as carteiras de cigarro?
Porque as pessoas ignoram o aviso? Eu poderia dar vários outros exemplos
nesse sentido, mas acho que este já basta. As provas de que precisamos “nascer
de novo” –– da “água e do Espírito” (João 3.5) para podermos entrar/fazer parte
do Reino de Deus ––, estão por todos os lados. Se “nasce da água” (batismo)
quando se assume pecador perante as pessoas e Deus, e se “nasce do Espírito”
através da obra regeneradora promovida pelo Espírito Santo. E, só então, se
está apto para viver no Reino de Deus, que é regido pela lei do amor (1 Co 13;
Mt 22.36 a 40). Eis a urgência de se pregar o Evangelho de Jesus (Rm 3.23;
6.23).

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