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segunda-feira, 22 de maio de 2017

O FOGO CAI EM AZUSA O PRIMEIRO APARECIMENTO DAS LÍNGUAS - A HISTÓRIA DO AVIVAMENTO AZUSA SEGUNDO FRANK BARTLEMAN

Fui à Igreja do Novo Testamento, no auditório Burbank, domingo de manhã, dia 15 de abril. Uma irmã de cor falou em línguas. Isto produziu um grande impacto no povo, que depois se reuniu em grupinhos na calçada, perguntando o que significava isso. Pareciam sinais de um Pentecostes. Depois soubemos que o Espírito se fizera presente algumas noites antes, dia 9 de abril, na pequena casa da Rua Bonnie Brae. Há muito que buscavam ansiosamente por um derramamento do Espírito. Um grupo de irmãos negros e brancos estavam esperando ali diariamente para que algo acontecesse. E agora era a época da Páscoa outra vez (um ano depois que o clamor por Avivamento começou). Não sei qual o motivo, mas não tive o privilégio de estar ali naquela reunião em que pela primeira vez diversas pessoas falaram em línguas. À tarde, estive numa reunião na Rua Bonnie Brae e senti que Deus estava operando poderosamente. Há muito que orávamos por uma vitória. E agora Jesus estava novamente "se apresentando vivo" (Atos 1:3) a muitas pessoas. Os pioneiros haviam preparado o caminho para que as multidões pudessem agora entrar. Era notável na reunião a humildade que se manifestava nas pessoas. Todas estavam absorvidas pela presença de Deus. Era evidente que afinal o Senhor encontrara o pequeno grupo através do qual podia atuar. Não havia outra Missão no país onde a mesma ação pudesse ser realizada. Todas eram controladas por homens, por isso o Espírito não podia operar. Outras obras bem mais pretensiosas" haviam falhado. Tudo o que os homens estimam havia sido rejeitado e o Espírito, mais uma vez, nascia numa humilde estrebaria, fora dos pomposos estabelecimentos eclesiásticos.
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