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sexta-feira, 19 de maio de 2017

PASTOR MARCOS FELICIANO DEPUTADO FEDERAL PELO PSC FALA SOBRE SUA EXPERIÊNCIA RUMO AO EXTERIOR

Vinte e seis anos. Esta era a idade que tinha quando viajei pela primeira vez ao Exterior. Após pregar em um culto, na cidade de Maringá, no Paraná, na Igreja Presbiteriana Renovada Central, um missionário brasileiro, que estava em Angola, caiu aos meus pés, literalmente (seu nome era Missionário Cosme), e, banhado em lágrimas, disse-me: - Irmão Marco, leve este avivamento para nós em Angola! Eu o levantei e disse-lhe: - Santo, sou homem como tu. Levanta-te. Vamos orar! E, após a oração, Deus colocou Angola, na África, dentro do meu peito. Após alguns contatos, e com a ajuda de muitos, consegui embarcar para aquele país, e, confesso, que no período de vinte e dois dias em que lá fiquei, aprendi a ser mais fervoroso. Caminhei ao lado da irmã Ceei, uma viúva portuguesa radicada em Angola, que tinha agendado trabalhos em diversas igrejas (na que mais preguei foi a Assembléia de Deus de Macolusso, no centro de Luanda, capital de Angola, ao lado do Pastor Francisco, que é o presidente). Preguei durante vinte e dois dias, manhãs e noites e noutros dias tanto à manhã como à tarde e também à noite. Perdi oito quilos. Não que não me dessem de comer por lá, pelo contrário, fizeram de tudo para que eu me alimentasse, mas o meu organismo não se habituou com a gastronomia local. Pela primeira vez na vida contemplei paralíticos andarem, tumores estomacais saírem pela boca, ossos nascerem onde não existiam antes, curas extraordinárias: muitas almas aceitando a Jesus. Vi também muitos possessos por espíritos imundos serem libertos. Centenas deles. Contemplei uma Igreja que, embora sem muitos recursos financeiros, mas cheia de fé e ousadia, tinha, em seu corpo, crentes que caminhavam até vinte quilômetros, com crianças de colo inclusive, para ouvirem uma pregação. E, confesso, vi, ouvi e participei do louvor mais belo de minha vida. Sem instrumentos fabricados, os angolanos louvam a Jesus com os seus instrumentos naturais: a voz, os pés, as mãos e o corpo, tudo em uma harmonia incomum. Nós brasileiros, precisávamos fazer um curso de adoração por lá... Preguei também na Europa, em Portugal e na Inglaterra. Era Portugal preguei em várias Igrejas, incluindo as Assembléias de Deus. Na Inglaterra preguei doze noites em Londres e até hoje prego por lá. Nestes países eu chorei, pois entrei em igrejas pequeninas com apenas dez membros. Templos que outrora, no século passado, foram abalados pelo poder de Deus, hoje são resquícios de uma chama que deixou de incendiar. A Europa inteira clama por um grande avivamento. Irmãos, oremos por estes países.
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