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quarta-feira, 3 de maio de 2017

PROFESSORA FEMINISTA EXPULSA ALUNO QUE LIA A BÍBLIA EM SALA DE AULA REGISTROS EM ÁUDIO E E-MAILS MOSTRAM QUE CRISTÃOS ESTÃO SENDO PROIBIDOS DE FALAR POR JARBAS ARAGÃO

Mark Holden, um universitário de 22 anos, foi expulso da sala de aula por uma professora que não admitia que ele lesse a Bíblia. A confusão ocorreu alguns minutos antes da aula de história iniciar. Holden relata que a professora Heather Martel entrou na sala e imediatamente ordenou que ele parasse de ler a Palavra de Deus e guardasse o livro. A professora dá aulas de cadeiras como “História do movimento gay” e “Teoria Feminista” na Universidade Northern Arizona. O aluno, que é cristão, recusou-se a parar de ler sua Bíblia, o professor chamou Derek Heng, chefe do departamento de História. Ela também ordenou que Mark Holden saísse da sala. O caso ocorreu em fevereiro, mas somente agora veio público, após o aluno divulgar áudios das conversas que teve com a direção da universidade. Neles, é possível ouvir o chefe do departamento de História criticando o aluno por ter levado a Bíblia para a sala de aula. Também se ouve o estudante contar que a professora já havia se irado com ele pela postura “conservadora” que ele tinha nos debates ocorridos durante as aulas. Holden referiu-se em especial aos casos de imigrantes muçulmanos que defendem o terrorismo e seus ensinamentos sobre como tratar as mulheres. “Ela disse que eu era racista e não toleraria esse tipo de racismo na classe”, narra o universitário. “Eu disse a ela que o Islã não era uma raça e eu estava apenas falando sobre o que alguns muçulmanos ensinam, e que não estava fazendo acusações genéricas sobre o Islã nem oferecendo minha interpretação do Alcorão”, conta. Além disso, a professora Heather Martel reclamou publicamente que nos Estados Unidos de hoje, “homens brancos heterossexuais podem demonstrar preconceito sem serem repreendidos por isso”. O aluno mostrou um e-mail à direção da universidade onde a professora repreende o aluno cristão pelo seu “comportamento disruptivo”, onde exige que ele demonstre mais “respeito” e aja de “maneira civilizada”. Holden viu nisso uma tentativa de fazer com que ele não emita mais opiniões em sala. Em um outro e-mail, enviado a toda a turma, a professora Martel escreveu: “Pela lei, discurso de ódio é qualquer fala, gesto ou conduta, seja por escrito ou por atos, que possa incitar a violência ou demonstrar preconceito contra ou um indivíduo ou grupo”. Aparentemente, os conservadores não podem mais contrariar o discurso feminista e pró-Islâmico das universidades sem serem taxados de promotores do “discurso de ódio”. Até o momento a Universidade Northern Arizona não tomou uma postura sobre as acusações do aluno, que decidiu divulgar os áudios. Com informações Charisma News
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