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sábado, 6 de maio de 2017

QUAIS OS MÉTODOS USADOS PARA ASSASSINAR OS PROFETAS? - ASSASSINOS DE PROFETAS - PASTOR MARCOS FELICIANO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO CATEDRAL DO AVIVAMENTO E DEPUTADO FEDERAL PELO PSC

No mundo antigo havia várias ma¬neiras de se calar um profeta. Usando a força física, ou seja, a tortu¬ra. A Bíblia diz que alguns foram ser¬rados ao meio. Outros ficaram anos presos em calabouços, outros ainda foram espancados, perseguidos, humilhados, ultrajados etc. Veja o caso de João Batista, a cabeça arrancada e posta em uma bandeja de prata. Estevão, apedreja¬do até a morte. E Jesus, que foi cru¬cificado. A igreja romana silenciou milha¬res de profetas, queimando-os em pra¬ças públicas juntos às próprias Bíblias. Observação: vivos. O comunismo do Leste Europeu irrompeu em fúria cometendo os mais bárbaros crimes contra os profetas de Deus, como: arrancar suas línguas, unhas, colocando-os sob a pressão da lavagem cerebral etc. O mundo não é digno destes pro¬fetas! Hoje, porém como tudo, a manei¬ra de se silenciar um profeta também mudou! Após uma reunião, a cúpula assas¬sina, reúne-se e expõe o que este ou aquele profeta falou, que não os agra¬dou, e então selam a sentença de morte: - Ele está proibido de pregar aqui, ali e até onde vai a nossa jurisdição! Silenciam o profeta em suas re¬giões, em seus domínios, em seus rei¬nos! Exatamente como fizeram com o Nosso Senhor Jesus Cristo! Só não o crucificam literalmente, porque não po¬dem. Mas o crucificam moralmente, sa¬crificam famílias inteiras em nome de suas intolerâncias. E certo que isto não serve para todos, pois existem, de fato, profetas e "profetas", mas onde está o discerni¬mento? Existem de fato tantos, me perdo¬em a expressão "picaretas religiosos", que permeiam nossos púlpitos e são aplaudidos pelo clero, que, pelo fato deste mesmo clero não possuir mais o discernimento de Deus, permitem que estes picaretas, que não têm mais com-promisso com Deus e com o povo de Deus (mas que falam coisas que todos gostam de ouvir) professem aquele Evangelho sem compromisso, de pro¬messas ocas e materialistas. E em con¬trapartida, homens santos que falam as verdades acerca da sã doutrina da santidade e do caráter cristão, que fa¬lam sobre a abominação que há sobre os nossos altares, que falam sobre a corrupção em muitos púlpitos, que falam não aquilo que todos querem ouvir, mas aquilo que todos precisam ouvir, são mortos, isolados, amorda¬çados e, por fim, destruídos. Conheço homens de Deus que fizeram trabalhos esplêndidos para Deus e foram rechaçados, simplesmen¬te por falarem verdades que muitos não gostam de ouvir.
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