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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

UMA SÉRIE DE REFUTAÇÕES - MARTINHO LUTERO COM A SERIE NASCIDO ESCRAVO

Resultado de imagem para MARTINHO LUTEROPreciso mencionar, de passagem, mais alguns argumentos contra o “livre-arbítrio”. Mas me referirei a eles apenas de modo breve, embora cada um deles, de per si, pudesse destruir completamente a idéia do “livre- arbítrio”. Por exemplo, a fonte da graça mediante a qual somos salvos é o propósito eterno de Deus. Isso, sem dúvida, anula a sugestão de que Deus é gracioso para conosco por causa de alguma coisa que possamos fazer. Um outro argumento fundamenta-se sobre o fato de que Deus pro- meteu a salvação por meio da graça (a Abraão), antes mesmo de haver dado a lei. Paulo argumenta, em Romanos 4.13-15 e Gálatas 3.15-21, que se somos salvos mediante a observância da lei, através do “livre- arbítrio”, isso significaria que a promessa da salvação pela graça foi cancelada. E a fé, igualmente, perderia o seu valor. Paulo também nos diz que a lei pode apenas revelar o pecado, sen- do incapaz de removê-lo. Visto que o “livre-arbítrio” só pode operar com base na observância da lei, não pode haver retidão aceitável diante de Deus obtida pelo “livre-arbítrio”. Em último lugar, estamos todos debaixo da condenação divina, em face da pecaminosa desobediência de Adão. Estamos todos sujeitos a esta condenação, desde o nosso nascimento, incluindo aqueles que são possuidores do “livre-arbítrio” — se é que pessoas assim existem! De que outra forma então poderia o “livre- arbítrio” nos ajudar, senão a pecar e a merecer a condenação? Eu poderia ter deixado de lado esses argumentos, apresentando tão- -somente um comentário geral sobre os escritos de Paulo. Todavia, quis demonstrar quão ignorantes mentalmente são os meus oponentes, por deixarem de perceber com clareza estas simples questões. Deixo que meditem sozinhos a respeito desses argumentos.

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