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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

A PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS NA COREIA DO NORTE

Hoje, na capital, Pyongyang, há oficialmente uma igreja católica, duas igrejas protestantes e, desde 2006, uma igreja ortodoxa russa. Embora isso pareça um bom sinal, norte-coreanos afirmam que essas igrejas servem apenas como peças de um show que tenta mostrar que há liberdade no país. Por motivos de segurança, nenhuma informação de igrejas subterrâneas pode ser divulgada. A pressão sobre os cristãos acontece em um nível extremo e afeta todas as esferas da vida. Para os norte-coreanos, ser cristão requer manter esse segredo bem protegido, não só das autoridades, mas também de amigos, vizinhos e até mesmo de suas próprias famílias. Sendo um país tão repressivo, torna-se impossível realizar qualquer tipo de atividade que mostre vida ativa da igreja, logo, reuniões entre cristãos acontecem de forma secreta, sem levantar qualquer tipo de suspeita das autoridades, já que qualquer pessoa engajada em atividades religiosas clandestinas é submetida à discriminação, prisão, detenção em campos de trabalhos forçados, desaparecimento, tortura e execução pública, juntamente com suas famílias. Por isso também, livros cristãos são cuidadosamente escondidos e usados apenas quando há certeza de que as pessoas reunidas estejam de fato sozinhas; em geral, depois que as informações dos livros são repassadas e memorizadas, os materiais cristãos são destruídos. O número de cristãos mortos e presos parece aumentar e a punição aos cristãos se torna mais severa a cada dia. Se os cristãos são descobertos, não só são deportados para campos de trabalhos forçados como criminosos políticos ou até mortos no local, suas famílias também compartilharão o mesmo destino. Os cristãos não têm o menor espaço na sociedade, pelo contrário, são hostilizados publicamente. Conhecer outros cristãos e reunir-se com eles para adorar é quase impossível e caso alguém se atreva, deve fazer isso em secreto. As igrejas abertas ao público em Pyongyang são totalmente regidas pelo governo e expostas apenas com a finalidade de que o mundo acredite que tudo vai bem e não há perseguição religiosa, ou seja, uma propaganda falsa. Houve incursões contra cristãos e assassinatos, mas nenhum detalhe pode ser publicado por motivos de segurança. O pastor canadense e coreano, Hyeon Soo Lim, foi libertado da prisão em 9 de agosto de 2017, depois de ter confessado sua culpa. O pastor Dong-cheol Kim, no entanto, ainda está detido na Coreia do Norte. Dois cristãos coreanos e palestrantes da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang (PUST), Tony Kim e Hak-song Kim, foram presos em abril e maio de 2017, respectivamente. A Coreia do Norte acusou-os de comportamento contra o regime. Em uma mudança de política de contratação, PUST agora está procurando por funcionários não-americanos.

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