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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

O NOVO TESTAMENTO CONTÉM INSTRUÇÕES PARA GUIAR OS JUSTIFICADOS- MARTINHO LUTERO COM A SERIE NASCIDO ESCRAVO

Resultado de imagem para MARTINHO LUTEROVocê emprega um argumento alicerçado em muitas referências do Novo Testamento a respeito de boas e más obras. Por exemplo: “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mt 5.12). Você diz que, se tudo é feito porque assim Deus o deseja, não pode haver qualquer mérito nas boas obras. Isto posto, você quer que o texto signifique que o homem pode fazer, sem a ajuda divina, boas obras que merecerão recompensas no céu. Ora, vejam só! O “livre-arbítrio” tem sofrido algumas distorções, à medida em que o seu livro avança! Não somente o “livre-arbítrio” é capaz de querer e de realizar o bem, mas agora você também quer que o mesmo mereça a vida eterna! Nesse caso, que necessidade temos de Cristo ou do Espírito Santo? Homens “espertos” podem ser cegos para as coisas que são per- feitamente claras às pessoas “comuns”! Você não consegue perceber a diferença entre o Antigo e o Novo Testamento. No Antigo Testamento, há leis e ameaças cujo propósito é fazer-nos avançar para as promessas encontradas no Novo Testamento. No Novo Testamento encontramos o evangelho, onde achamos a graça e o perdão dos pecados, que nos foram obtidos pelo Cristo crucificado. Além disso, há encorajamento e instruções cujo intuito é despertar aqueles que forem justificados, após haverem recebido a graça e perdão, para que produzam o fruto do Espírito e para que carreguem ousadamente a cruz. Você está cego com respeito a total operação regeneradora do Espírito de Deus, vendo nas Escrituras somente leis por meio das quais os homens deveriam viver. Isto é surpreendente, em alguém que tem pas- sado tanto tempo estudando as Escrituras. O texto de Mt 5.12 tem tanto a ver com o “livre-arbítrio” como a luz tem a ver com as trevas, tendo por único desígnio encorajar os apóstolos, que já estavam debaixo da “graça divina”, a fim de perseverarem diante das dificuldades do mundo.

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