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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

TRUMP AFIRMA QUE “ORA A DEUS” PARA NÃO USAR ARMAS NUCLEARES TRECHO DE CARTA A KIN-JUNG UN CHAMOU ATENÇÃO POR TOM RELIGIOSO POR JARBAS ARAGÃO

A Casa Branca divulgou na quinta-feira (24) uma carta aberta de Donald Trump a Kim Jong-un, ditador da Coreia do Norte. O americano justificou o cancelamento da reunião que estava marcada para o dia 12 de junho pela perda de confiança e novas ameaças do norte-coreano. O documento foi divulgado pela imprensa do mundo todo, mas há um trecho que chama atenção: “Infelizmente, com base na enorme raiva e aberta hostilidade exibidas em sua declaração mais recente, sinto que é inadequado, neste momento, ter essa reunião planejada há muito tempo. Você fala de suas capacidades nucleares, mas as nossas são tão grandes e poderosas que eu oro a Deus para que elas nunca tenham que ser usadas.” Parte da imprensa acredita que as referências que Trump faz seguidamente a Deus são “desnecessárias”, mas demonstra mais uma vez que o presidente não é um maluco que faz ameaças de destruição a todo momento. A Coréia do Norte respondeu à carta de Trump nesta sexta-feira de manhã dizendo que, apesar do retrocesso nas relações na semana passada, Kim ainda está muito disposto a se reunir com Trump e levar adiante as negociações de paz. Também divulgou imagem de um dos seus centros de desenvolvimento de armas nucleares sendo destruído. Kim Kye Gwan, vice-ministro das Relações Exteriores da Coréia do Norte, emitiu um comunicado, dizendo que a decisão de Trump de cancelar foi “inesperada”. Ao invés de aumentar as ameaças, como já fez no passado, o tom foi conciliatório. “Nós permanecemos inalterados em nosso objetivo e faremos todo o possível pela paz e estabilidade da península coreana e da humanidade, e estamos abertos, o tempo todo, com a mesma disposição […]”, diz o documento. Para a igreja da Coreia do Sul isso é visto com alívio, uma vez que seus líderes há anos promovem campanhas de oração para uma reunificação pacífica e isso passa, necessariamente, pelo fim da proliferação de armas nucleares. Com informações de Christian Post

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