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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

O FUTURO DA CGADB


Um dos principais problemas que essa análise apresenta é que enquanto a CGADB para Todos parece crescer em competitividade, o cabeça da chapa ao invés de também se aproximar do concorrente viu seu nome mais distante em relação a ele na corrida presidencial. Para Câmara não vai adiantar muito a chapa ter vários pastores seus nas diretorias se o pastor José Wellington ainda estiver presidindo eles. Já a chapa “Amigos do Presidente” se vê em uma posição totalmente contrária a da oposição, já que embora o nome “José Wellington” remeta imediatamente ao termo “presidente da CGADB”, os nomes nas chapas não possuem essa afinidade e publicidade. A chapa de Samuel Câmara investiu muito e bem na divulgação, já a campanha da chapa de José Wellington focou quase que exclusivamente na publicidade interna priorizando mais o presidente (até o nome da chapa destaca principalmente ele). A publicidade é a principal arma para quem quer ser conhecido e divulgado, mas ela só funciona se for bem usada. O grande retrato da 41ª AGO na mídia foi o grande assédio recebido pelo popular pastor Marco Feliciano, assim como foi na 39ª AGO com o pastor Silas Malafaia. No breve momento em que esteve presente no evento, Feliciano conseguiu roubar a atenção não só dos apoiadores de Samuel Câmara, quanto dos de José Wellington também, e ainda recebeu uma moção de apoio de forma unânime dos pastores da CGADB. Talvez uma estratégia a ser explorada em 2017 seja esta: assim como Silas Malafaia ajudou muito na penúltima eleição na chapa de Samuel Câmara, pastores midiáticos podem ser o diferencial dos candidatos nas próximas eleições. A disputa para 2017 está entre os bons contatos políticos da chapa CGADB para Todos e a força do já tradicional nome do pastor José Wellington. Quem quiser ser o próximo a ser chamado pela mídia de “presidente das Assembléia de Deus” vai ter que começar desde já a fazer campanhas, alianças, contatos e estratégias, porque se o cenário de 2013 foi ao menos emocionante, o de 2017 promete ser divisor de águas.

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