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MINISTÉRIO EM DEFESA DA FÉ APOSTÓLICA


PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419

TERCEIRA PARTE O MATADOR - A CURA DE CRISTO, COMO RECEBÊ-LA - T. L. OSBORN

O TERCEIRO PASSO PARA RECEBER A CURA DE CRISTO É ENTENDER QUE DEUS QUER QUE VOCÊ ESTEJA BEM; QUE SOMENTE SA¬TANÁS QUER QUE VOCÊ SOFRA. FÉ DE MUITOS que procuram a cura em Cristo está impedida pela idéia de que Deus pode ter algum objetivo no seu sofrimento; que a sua doença talvez lhes tenha sido dada por Deus e que devem ter paciência e não insistir na cura. Milhares de pessoas boas sofrem desnecessariamente durante anos e mor¬rem prematuramente por causa dessas idéias. Para limpar nossa mente desses ensinos, precisa¬mos entender, de modo claro, que a doença é de Sata¬nás e não de Deus; que foi Satanás que no-las deu, e não Deus. Preguei o Evangelho durante sete anos, antes de ouvir qualquer pessoa dizer que a doença era do diabo. Mas essa afirmação desafiou a minha mente e comecei a pesquisar as Escrituras a esse respeito. Comecei a descobrir alguns fatos que eu nunca havia pregado. A primeira passagem a prender a minha atenção foi Jó 2.7. Então, saiu Satanás da presença do Senhor eferiu a Jó de uma chaga maligna, desde a planta do pé ao alto da cabeça. Aqui a doença foi dada a Jó diretamente por Satanás. Eu notei que Jesus falou de uma mulher que esta¬va encurvada; Satanás a tinha presa; que ela estava pos¬sessa de um espírito de enfermidade (Lc 13.11-16). Lembrei-me de que a cegueira foi causada por um demônio em Mateus 12.22 e que, quando Jesus expulsou o demônio, o homem pôde ver. Lembrei-me de que um menino sofria de convul¬sões, era surdo e mudo, e que ficou completamente são, depois que o demônio foi expulso (Mc 9.25). Então descobri aquela passagem importante em Atos 10.38, a qual muitos têm menosprezado: [Jesus] andou [...] curando a todos os oprimidos do diabo. Esta Escritura afirma que todos os doentes curados por Cris¬to tinham sido oprimidos pelo diabo. Em outras pala¬vras, naquele tempo a doença era identificada como opressão de Satanás. Ouvi o evangelista William Branham dar uma explicação sobre cura que eu nunca havia ouvido em toda a minha vida. A explicação foi tão razoável e aju¬dou-me a entender o ministério da cura de maneira clara que a minha vida inteira e o meu ministério mu¬daram em poucas horas. A cura divina havia sido mais ou menos um mistério para mim. Ele explicou a parte de Satanás na doença do seguinte modo: "Toda doença tem vida — um germe. Esse germe é de Satanás, porque destrói. É o que Jesus chamou de espírito de enfermidade. Esse germe faz a doença desen¬volver-se exatamente como o germe da vida, quando somos gerados, nos faz crescer, e tornamo-nos corpo humano. Quando esse germe, ou vida, deixa o nosso corpo, ele morre. Ele se depaupera e volta ao pó. Do mesmo modo, quando o espírito de uma doença sai, a doença morre, depaupera e desaparece. Nós temos poder sobre o espírito do diabo que nos traz doença, porque Jesus disse: Em meu nome ex¬pulsarão demônios. Em Seu Nome temos absoluta auto¬ridade para ordenar que a vida da moléstia saia, e ela tem de nos obedecer. Quando ela sai, então a doença morre e os seus efeitos desaparecem. Por exemplo, um câncer tem vida em si. Essa vida é do diabo, porque destrói e mata. Enquanto essa vida estiver ali, o câncer continuará a sua obra de destrui¬ção, mas quando ordenamos que essa vida do câncer saia, em Nome de Jesus, ela tem de ir; então o câncer morre. Ele definha e desaparece, e o doente se restabe¬lece". Quando ouvi o irmão Branham explicar isso, toda a minha atitude para com o ministério de cura mudou. Eu então passei a saber que podia orar pelos doentes, que eu podia repreender o espírito de doença, em Nome de Jesus, e ordená-lo a sair; eu sabia que a sua moléstia havia de morrer e que eles se restabeleceriam exata¬mente como Jesus disse: Em meu nome expulsarão demô¬nios [...] e imporão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Começamos convidando os doentes a que vies¬sem às reuniões. Oramos por eles repreendendo os es¬píritos de enfermidades e ordenando-lhes que saíssem dos enfermos, no Nome de Jesus. As doenças morre¬ram e os doentes foram curados. Cristo confirmou a Sua Palavra e Deus foi glorificado, não somente na cura dos doentes mas na salvação de muitas almas. Temos, muitas vezes, conduzido mais almas a Cristo num só dia, agora incluindo em nossa mensagem a parte do Evangelho referente à cura, do que o fizemos nos sete anos anteriores, antes de proclamarmos Cristo como Aquele que cura. Repreendemos o espírito de cegueira que causa¬va a catarata nos olhos de um homem. O espírito de cegueira saiu, a catarata morreu, e, em poucos dias, a camada branca desapareceu e os olhos cegos começa¬ram a ver novamente. A visão foi restaurada. Repreendemos o espírito de surdez que tornou um homem surdo, ordenando-lhe que saísse em Nome de Jesus. O surdo recobrou a audição instantaneamente. Ordenamos que a vida do câncer saísse de uma mulher; o câncer morreu, e a mulher recobrou a sua saúde. Os doentes foram sarados, pois, Jesus prometeu que seriam. Logo começamos a ouvir testemunhos as¬sim: "Oraram por mim, e agora estou curado"; "Eu tinha um tumor, e agora ele se foi"; "Meu câncer desa¬pareceu!" Surgiu um avivamento em nossa igreja e es-palhou-se por centenas de quilômetros ao redor. Ha¬víamos voltado ao método bíblico do ministério aos doentes, e Cristo estava trabalhando conosco, confir¬mando a Sua Palavra com aqueles sinais (Mc 16.20). A nossa vida tornou-se diferente desde então. Há anos que isso continua na nossa vida. Ainda estamos seguindo as instruções de Cristo. Com a auto¬ridade e o poder que Ele nos tem dado, como Seus seguidores, sobre os demônios e as moléstias, estamos repreendendo os demônios que causam as enfermida¬des, ordenando-lhes que saiam dos corpos das pessoas enfermas. Elas estão sarando e milhares de almas estão aceitando o Evangelho e recebendo a Cristo como seu Salvador, em quase todas as campanhas evangélicas que conduzimos. Não dizemos essas coisas por vanglória, mas para mostrar que o poder miraculoso de Cristo, quando manifesto hoje no ministério da cura, faz com que mi¬lhares de almas creiam nEle como seu Salvador, exata¬mente como acontecia nos dias da igreja primitiva. £ crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor (At 5.14). Isso acon¬teceu quando eles trouxeram os doentes para as ruas, colocando-os sobre leitos e macas... e todos foram cu¬rados (At 5.15,16). Enquanto você pensar que a sua doença pode pro¬vir de Deus, você não a repreenderá. Enquanto você pensar que Deus pode ter um pro¬pósito na sua moléstia, você não a resistirá. Mas quando você entender que as Escrituras en¬sinam de modo tão claro que a enfermidade é de Sata¬nás, você então a resistirá, a repreenderá, a recusará e ela será destruída mediante as suas orações. Os médicos podem chamar de artrite ou de reu¬matismo a moléstia que tira a mobilidade das juntas, mas a causa real é um espírito encarcerador do diabo. O termo médico próprio para a surdez pode ser "ner¬vos auditivos mortos", mas o problema real é um espí¬rito de surdez. A ciência médica pode diagnosticar o caso de um menino que não pode falar como sendo proveniente de "cordas vocais atrofiadas", mas o termo bíblico é um espírito de mudez. O especialista pode dizer que o "glaucoma" ou "cataratas" são a causa da cegueira de uma pessoa, mas Jesus o chamou de demônio da cegueira. Uma senhora, totalmente cega, nos foi trazida para receber oração. Os médicos haviam dito que os seus nervos óticos estavam mortos, e, do ponto de vista médico, eles podiam estar certos. Ela havia andado como totalmente cega durante 15 anos, guiada por um belo cachorro. Repreendemos o demônio da cegueira que havia destruído a sua visão. Ele a deixou e a senhora gritou de alegria: "Oh! eu vejo agora! Estou curada!" A sua capa¬cidade de ver lhe foi restaurada instantaneamente. Na cidade de Kingston, na Jamaica, três mulheres trouxeram, num carrinho de mão, Veda McKenzie até a nossa reunião. Ela sofria de paralisia total e fatal de¬vido, segundo os médicos, a um coágulo volumoso de sangue no cérebro. Ela havia passado quatro dias e quatro noites, quase sem vida, na cama, sem tomar água e alimento. Os seus olhos estavam virados para trás e o seu corpo parecia estar morto, exceto as pancadas fraquinhas do seu coração. Repreendemos o demônio que a havia paralisado e ordenamos que saísse dela, deixando-a livre. Então clamei em alta voz: "Veda, abra os olhos e fique sã, em Nome de Jesus". Ela foi imediatamente curada. Após poucos minutos, ela ficou de pé e foi para casa andan¬do, com saúde. Centenas de pessoas na Jamaica sabem da cura miraculosa de Veda. A causa da sua enfermidade era um demônio que havia sido enviado por Satanás para matar e destruir a sua vida, mas Deus curou-a. Louva¬do seja o Seu Nome! Eu poderia relatar centenas de casos ocorridos no nosso próprio ministério, mas creio que já relatei o su¬ficiente para, juntamente com as evidências dadas das Escrituras, provar aos que não têm preconceitos que a doença é de Satanás, causada pelos seus "espíritos de enfermidades" e que, quando esses espíritos são expe-lidos, no Nome de Jesus, o doente ainda sara hoje, exa¬tamente como Jesus o prometeu. Quando queríamos, na fazenda, matar uma árvo¬re, cortávamos um sulco profundo ao redor do seu tronco, e, embora as folhas não murchassem imediata¬mente, sabíamos que havíamos dada à árvore o golpe mortal e que ela morreria, e isso sempre acontecia. A mesma coisa se dá com a doença; Jesus nos deu poder e autoridade sobre todas as enfermidades. Os crentes têm, no Seu Nome, o direito de repreendê-las, e elas morrem. Talvez os sintomas, como as folhas da árvore, não desapareçam imediatamente, mas se orarmos com fé e repreendermos a vida da doença, sabemos que a moléstia foi destruída pela raiz e que os sintomas têm de desaparecer. Lemos em Marcos 11.12-14 que Jesus amaldiçou uma figueira que não produzia frutos. Ele disse à ár¬vore: Nunca mais coma alguém fruto de ti. Ele sabia que a vida da árvore havia morrido naquele momento e que a árvore haveria de murchar. Lemos nos versículos 20-24 que, no dia seguin¬te, eles passaram por ali novamente e viram que a figueira havia secado desde as raízes. Pedro lembrou-se imediatamente do que o Senhor havia dito à árvo¬re no dia anterior e exclamou com espanto: Mestre, eis que a figueira que tu amaldiçoaste se secou. Ele ficou surpreso. Jesus respondeu: Tende fé em Deus. Ele estava certo de que a árvore se secaria. Se tivermos uma compreensão clara da obra de Satanás, na doença, que ele a causou, que um "espírito de enfermidade" é a vida da moléstia, então podere¬mos repreendê-la calmamente, em Nome de Jesus, or¬denando que o "espírito de enfermidade" saia, e pode-mos ter a certeza de que a doença está, então, morta. Não duvidamos porque não vemos as folhas verdes (os sintomas) murcharem imediatamente; sabemos que a vida da doença se foi, que a enfermidade está morta desde as raízes, e assim nos regozijamos pela fé, en¬quanto os sintomas exteriores desaparecem. Sabendo disso, você chegou à compreensão de que Deus quer que você se sinta bem; e que somente Sata¬nás quer que você sofra.

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