PASTOR SERGIO LOURENÇO JUNIOR - REGISTRO CONSELHO DE PASTORES - CPESP - 2419
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O GOVERNO CIVIL COMO PROMOTOR DE PROSPERIDADE E JUSTIÇA ENQUANTO MORDOMO NA TERRA, DEUS ATRIBUIU AO HOMEM A RESPONSABILIDADE DE ESCOLHER SEUS PRÓPRIOS GOVERNANTES. POR VIVIANE PETINELLI
Vivemos um tempo de turbulência política no Brasil. Por um lado, a crise política tem agravado o sentimento de “rejeição” dos cidadãos brasileiros à “política” e levado uma parcela expressiva da população à apatia política. Por outro, ela tem possibilitado o surgimento de movimentos políticos de renovação e a emergência de lideranças jovens com origens distintas, o que inclui desde líderes empresariais até representantes de movimentos sociais e sindicais.
Enquanto Igreja de Cristo, nós somos chamados a governar como verdadeiros representantes (embaixadores) Dele nas diferentes esferas da sociedade, dentre elas, a esfera política. Deus criou a terra (Gn 1.1-25; At 17.26) e o homem e a mulher para habitá-la (Gn 1.26-28). A eles, Deus deu autoridade e atribuiu a tarefa de frutificar e multiplicar, formar sociedades e constituir e governar povos e Nações. Deus deu ao homem autoridade política para governar sobre toda a criação em Seu nome e, nesse sentido, estabeleceu e ensinou os princípios e fundamentos de um governo que produz alegria, paz e justiça na terra.Todo governo, isto é, a maior autoridade política de um território, é instituído por Deus (Pv 8.15-16; 1Pe 2.13-14; Rm 13.1) e atua como servo de Deus para o bem do povo (Rm 13.4). Os governantes são ministros de Deus (Pv 8.15,16; Rm 13.4,5) e sua autoridade política vem do próprio Deus, que possui todo o poder e domínio sobre as Nações (Sl. 22.28; Mt. 28.18-20; 1 Co 15.27; Cl 1. 15-20). Embora tenha dado ao homem autoridade política para governar sobre a terra, Deus não lhe concedeu Sua soberania. Deus continua soberano, mesmo que se atribua a soberania ao povo (como no Brasil) ou ao próprio governo/Estado. No entanto, uma Nação só é feliz quando se reconhece que Deus é soberano sobre ela e que todo o poder emana Dele (Sl 33.12).
Enquanto mordomo na terra, Deus atribuiu ao homem a responsabilidade de escolher seus próprios governantes. Esses devem ser homens capazes, justos e temerosos a Deus (Ex 18.21; 2Sm 23.2-4). Homens qualificados e que conhecem e vivem em obediência a Deus são íntegros e atuam e decidem com justiça. Esses homens trazem o claro resplendor da paz e geram prosperidade a uma nação (2Sm 23.4; Sl 33.12). Foi assim com José, Davi e Salomão, homens tementes a Deus, íntegros e justos: eles governaram segundo os princípios e estatutos bíblicos, o que produziu vida, justiça, paz e prosperidade para sua Nação.
Tais homens devem ser escolhidos de forma democrática por aqueles que governarão ou representarão. Embora a palavra “democracia” não apareça nas Escrituras, o princípio democrático está presente e foi empregado na escolha de líderes políticos e religiosos antes e depois da vinda de Jesus. Saul e Davi foram consagrados reis de Israel após a aprovação dos líderes religiosos e das tribos de Israel (1Sm 10. 19-21; 2Sm 2.4). Semelhantemente, a igreja primitiva aplicou o princípio democrático na escolha de sete homens de bom testemunho e cheios do Espírito e de sabedoria que cuidariam de suas viúvas (At 6.1-7).
Enquanto autoridade política estabelecida por Deus e composta por homens capazes, justos e tementes a Deus escolhidos democraticamente pelo povo, o governo apresenta duas finalidades. A primeira consiste em proteger os cidadãos de bem e punir aqueles que praticam o mal (Rm 13. 3-4; Mt 20. 25-28). Deus deu ao homem vida, liberdade e livre arbítrio para viver, produzir, multiplicar, acumular, distribuir e consumir. Ao mesmo tempo, Deus estabeleceu regras e limites para o gozo dessa liberdade (Ex 20). A liberdade individual deve ser desfrutada de tal forma a não violar a vida e a liberdade alheia. Daí ser considerado crime matar e roubar e haver punições para os infratores.
Além de proteger os cidadãos e punir os criminosos, o governo deve promover justiça na esfera política, econômica e social. Na presença de qualquer forma de injustiça motivada e baseada em cerceamento de liberdade, exploração e discriminação, o governo deve intervir de modo a garantir liberdade e igualdade de acesso e de oportunidades para todos (Gn. 31.1-42; Sl. 4, 67, 68.5-6; Mt. 25.31-46; Mc 10.46-52; Lc 7.44-50 – 8.1-3).
O governo civil tem um papel decisivo na promoção de justiça e de um ambiente propício para o desenvolvimento socioeconômico da Nação. No entanto, para que se alcance esses resultados, é imprescindível que sua atuação esteja orientada pelos princípios bíblicos de governo. Os governos civis devem ser compostos por homens justos e tementes a Deus, escolhidos democraticamente. Eles devem atuar efetivamente para garantir e proteger a vida, a liberdade e a propriedade dos cidadãos e punir os que praticam o mal; além de promover justiça na esfera política, econômica e social, quando houver injustiça. Se, portanto, quisermos um Brasil transformado nos moldes do Reino de Deus, precisamos de um governo civil com tais características, formado e atuando em obediência às Escrituras (2Sm 23.4).
Notas:
1 Este é o décimo primeiro artigo de uma série de reflexões cujo objetivo é preparar os Cristãos para escolher de forma consciente e acertada seus representantes políticos nos períodos eleitorais e atuar enquanto agentes de transformação do Brasil a partir de suas respectivas profissões.
O ministério teve seu início em Maio de 2010 , quando o Pastor Sergio Lourenço encontrou dificuldades em alcançar vidas de pessoas que não conhecem a Cristo através do púlpito das igrejas, pois seria impossível ganhar o mundo para Cristo somente ministrando na igreja local, tendo uma visão de conquista em massa, o ministério consiste em alcançar vidas e evangelizar através da rede mundial da internet, sem perder o compromisso de exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Temos o ideal de amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento. Com a necessidade de ter um líder nos dias 22 e 23 de Abril de 2011 no salão de convenções do Hotel Bernal na Cidade de Ituiutaba – Minas Gerais, foi realizada a unção e consagração de Obreiros e Pastores do Seminário Internacional de Teologia, com as ilustres presenças do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo. Onde foi realizada a unção com olho e consagração do Pastor Sergio Lourenço, sobre a palavra de I SAMUEL 16:12-13 que diz assim: E DISSE O SENHOR DEUS, LEVANTE E UNGE-O PORQUÊ ESTE MESMO É. ENTÃO SAMUEL TOMOU O CHIFRE DO AZEITE, E UNGIU-O NO MEIO DE SEUS IRMÃOS E DESDE AQUELE DIA EM DIANTE O ESPÍRITO DO SENHOR DEUS SE APODEROU DE DAVI. Após a ministração da palavra, o Pastor Sergio Lourenço fez o seguinte Juramento Pastoral: Eu Pastor Sergio Lourenço, prometo exercer a obra de Deus com honestidade, cumprir a Bíblia e depois a Constituição e as Leis; defender a ética e a moral cristã e os bons costumes, amparar os abandonados, necessitados e idosos, combater o crime, os vícios e a violência, trabalhar pela filantropia e paz social. Prometo amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir o ide do Senhor Jesus, evangelizar as nações, criar e dirigir igrejas, ministrar libertação e cura divina, ensinar a doutrina para os fiéis, gerar e incentivar novos obreiros e zelar do rebanho de Deus, até o momento do arrebatamento ou do ultimo minuto de minha vida. Assim eu prometo! Após o juramento pastoral o Pastor Sergio Lourenço Junior teve seu ministério pastoral reconhecido e apoiado pelas instituições presentes, e recebeu seu diploma de conclusão das mãos do Reitor e Pastor Omar Silva da Costa e do Diretor Geral Pastor Magnos Carlo concluindo assim a cerimônia. Após o termino da cerimônia o Pastor Sergio Lourenço fez a seguinte declaração aos presentes: “Eu quero trabalhar pra meu Senhor, Levando a Palavra com amor; Quero eu cantar e orar, E ocupado quero estar, Sim, na vinha do Senhor. Trabalhai e orai. Na seara e na vinha do Senhor; Meu desejo é orar, E ocupado quero estar Sim, na vinha do Senhor. Eu quero, cada dia, trabalhar; Escravos do pecado libertar; Conduzi-los a Jesus, Nosso guia, nossa luz, Sim, na vinha do Senhor. Eu quero ser obreiro de valor, Confiando no poder do Salvador; Se quiseres trabalhar, Acharás também lugar, Sim, na vinha do Senhor”. O ministério teve uma grande aceitação mundial e já teria alcançado mais de 55 países ao redor do mundo entre eles: África do Sul, Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Bélgica, Bermudas, Bolívia, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Costa do Marfim, Croácia, Dinamarca, Egito, Equador, Espanha, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, França, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Lituânia, Malásia, México, Moçambique, Nigéria, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, República Tcheca, Suécia, Suíça, Território Britânico do Oceano Índico, Turquia, Ucrânia, Venezuela, Vietnã entre outros. O ministério tem o apoio do grupo Portas Abertas e também o apoio do CONSELHO DE PASTORES DO ESTADO DE SÃO PAULO. Faça você também parte e ajude este ministério a levar a palavra de Deus para o mundo quebrando as fronteiras e salvando vidas para o reino dos céus!
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